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terça-feira, 30 de junho de 2009

CHÁ VERDE PARECE PROMISSOR NO COMBATE AO HIV


Os benefícios do chá verde derivam de uma substância chamada epigalocatequina galato, ou EGCG. O EGCG é um flavonóide, um componente que dá ao chá verde sua cor e possui propriedades anticâncer, antimicrobianas e antiinflamatórias. Medicamentos contra câncer baseados em EGCG já estão passando por testes clínicos.

Em experimentos realizados na Faculdade de Medicina Baylor e da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, a bebida bloqueou a capacidade do vírus da Aids de capturar e destruir as células do sistema imunológico.

Há pelo menos uma década, os pesquisadores sabem que a molécula do EGCG inibe a progressão do HIV em experimentos de laboratório -mas ainda não entendiam precisamente o motivo. Agora os cientistas mostram como a molécula do EGCG se liga ao exato ponto em que o HIV precisa infectar uma célula T saudável . O estudo deles está disponível online no "Journal of Allergy and Clinical Immunology".

Mesmo com estes estudos, não está indicado o aumento da ingestão do chá verde como prevenção da AIDS , explica Rui Dammenhain, especialista em vigilância sanitária: caso seja comprovado sua eficácia, o principio ativo será incorporado no coquetel anti AIDS , explic a Rui.

Coração: oito fatores que afetam a saúde


Oito fatores de risco contribuem para 90% das doenças do coraçãoDe acordo com o doutor Salim Yusuf, cardiologista da Universitade McMaster em Toronto (Canadá), uma mudança no estilo de vida reduziria dramaticamente essa percentagem. "Os fatores de risco que contribuem para as doenças do coração não são novos. De modo geral, a maioria das pessoas já sabe que o cigarro, a hipertensão, o diabetes, a obesidade, o estresse, o sedentarismo, uma dieta pobre em fibras e frutas são determinantes de muitas doenças ", diz Alexandre Santos, cardiologista do Hospital Santa Paula (SP).


Na universidade canadense, estudo envolvendo cerca de 26 mil voluntários de 52 países revelou que mais da metade sofre de cardiopatias. "O elemento surpresa foi chegar à conclusão de que o fator hereditariedade prevaleceu em apenas 10% dos casos, quando se imaginava que seria o maior de todos os riscos ", diz Yusuf.


Para o médico brasileiro, o interessante é perceber que a população está morrendo de uma doença que poderia ser prevenida, estando em suas mãos alterar o estilo de vida. Aqui estão os oito fatores que alteram a saúde do coração:


Gordura abdominal: os conhecidos pneuzinhos duplicam as chances de se ter um infarto, tanto em homens quanto em mulheres. "A gordura abdominal é ativa em termos de hormônios, predispondo ao diabetes, à hipertesão e ao colesterol elevado."


Mau colesterol/bom colesterol: altas taxas de colesterol chegam a quadruplicar os riscos de infarto. Funciona assim: o mau colesterol (LDL) leva a gordura para as paredes das artérias; já o bom colesterol (HDL) limpa as paredes arteriais. Um estilo de vida sedentário e uma dieta baseada em gorduras aumenta o LDL e diminuem o LDL.


Diabetes: é especialmente arriscado para as mulheres, multiplicando por quatro suas chances de ter complicações cardíacas. Nos homens, mesmo que os riscos caiam pela metade, ainda assim inspira cuidados.


Comer frutas e vegetais: quem consome diariamente frutas e vegetais pode diminuir os riscos das cardiopatias entre 30% e 40%. Eles também baixam o colesterol, melhoram a taxa de açúcar no sangue e auxiliam na dieta saudável.


Exercícios: quando moderados, reduzem em 23% os riscos de os homens sofrerem um infarto e o dobro (46%) em relação às mulheres. Nem é preciso ser um maratonista. Basta caminhar regularmente no parque, por exemplo.


Hipertensão: homens, nesse caso, triplicam suas chances de sofrer um ataque cardíaco. No caso das mulheres, as chances dobram. Quando os vasos sangüíneos estão estreitos, forçam o coração a trabalhar mais - diminuindo sua vida útil.


Estresse: vida agitada, problemas de comportamento, ansiedade ou depressão podem triplicar os riscos das doenças do coração. Cardiopatas que sofrem de depressão têm quatro vezes mais chances de sofrer um infarto.


Cigarro: os fumantes têm entre duas e três vezes mais chances de ter um ataque cardíaco do que os não-fumantes. A fumaça prejudica as paredes das artérias, favorecendo inflamações e estreitando a passagem do sangue.


Fonte: Dr. Alexandre Santos, cardiologista do Hospital Santa Paula (SP)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

PERIGO DA BANALIZAÇÃO DO ESTRESSE


Lidamos todos os dias com uma incrível confusão interna. São vozes competitivas e sem corpos, todas batalhando por atenção; um constante bombardeamento de estímulos; as engrenagens afiadas do esforço mental; a cabeça funcionando incessantemente além do horário.

Nunca na história da humanidade uma quantidade tão significativa de indivíduos compartilhou com tanta persistência uma visão na qual a mudança rápida e voraz é a constante que define a condição humana, assim com toda essa pressão interior, o estresse e a ansiedade estão alcançando enormes proporções, nossos cérebros são a base para o congestionamento mais nocivo de todos os tempos: um fluxo inevitável de mentes aceleradas pela tecnologia colide com uma psique humana casa vez mais exaurida.

Segundo a dr. Ana Maria Maurat, a saúde mental é uma das primeiras vítimas da era moderna, no entanto preocupa a forma como a sociedade lida com o estresse, para a especialista é importante saber que o estresse é um dos principais desencadeadores de outros transtornos mentais, ao vulgarizar o estresse como algo banal, a sociedade e os cidadãos acometidos pelo transtorno saem prejudicada.

O Centers For Disease Control and Prevention afirmam que 80% dos gastos médicos atuais nos EUA são relacionados ao estresse. Para o dr. Herbert Benson, da Harvard Medical School, um expoente na medicina complementar, o número pode chegar a 90%.Infelizmente no Brasil não dispomos de pesquisas que possam auferir o real número de cidadãos que sofrem com o estresse, mas é possível afirmar que devido à condição social e à criminalidade que todos estamos vulneráveis, os números não são diferentes, afirma a especialista.

CurrículoAna Maria Maurat, é médica, especialista em psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Coordenadora Técnica da Clínica Maurat Serviços Médicos Ltda, em Ipanema – Rio de Janeiro.

Andropausa: o que é importante saber


O DAEM – Distúrbio Androgênico do Envelhecimento Masculino – tem paralelos com o que acontece na fase da menopausa nas mulheres. Hoje pode ser tratado com segurança, trazendo de volta o bem estar e a alegria de viver de muitos homens


Por muitos anos, as terapias de reposição hormonal focaram principalmente o tratamento de mulheres na menopausa. Recentemente, o uso de terapia de reposição de testosterona para prevenir e tratar os sintomas da andropausa despertou o interesse da medicina. “Esse fato coincide com a tendência de dados demográficos do envelhecimento que mostram um aumento da porcentagem de homens mais velhos no Brasil”, afirma o urologista Ricardo Felts de La Roca.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, em 2005, o número de pessoas com mais de 60 anos no país era superior a 18 milhões (10% do total). De 1991 a 2000, a população aumentou 15,7%, enquanto o segmento com 65 anos ou mais cresceu 41%.

O envelhecimento masculino é acompanhado de sinais e sintomas que se assemelham à uma deficiência androgênica em jovens adultos, tais como a diminuição da massa e força muscular; o aumento da gordura abdominal, principalmente visceral, com resistência à insulina e perfil lipídico aterogênico; diminuição da libido e dos pêlos sexuais; osteopenia, diminuição da performance cognitiva; depressão; insônia; sudorese e diminuição da sensação de bem estar geral.

O senso comum, equivocadamente, procura atribuir à diminuição de níveis de testosterona o aparecimento destes sintomas. É importante destacar que a diminuição dos níveis de testoterona é apenas um dos fatores responsáveis pelos sintomas do envelhecimento masculino, que têm origem multifatorial”, destaca o médico. Por esta razão, o diagnóstico da deficiência androgênica no envelhecimento masculino deve ser baseado na sintomatologia clínica e na bioquímica com dosagens de testosterona abaixo do nível mínimo de jovens adultos. A seguir, o urologista fornece mais informações sobre a andropausa e as indicações terapêuticas apropriadas para a reposição hormonal masculina.


- O que é andropausa?

Ricardo Felts de La Roca - O nome é uma referência ao fenômeno hormonal que ocorre nas mulheres – menopausa – após os 45 anos de idade. Porém, o quadro masculino não apresenta os mesmos tipos de alteração física. Nas mulheres há um acentuado declínio na produção hormonal devido à falência funcional dos ovários e conseqüente interrupção do ciclo menstrual. Nos homens, foram identificadas várias alterações hormonais. A mais comum é uma redução dos níveis de testosterona, mas que não resulta na interrupção completa de sua capacidade reprodutiva.

Há muitas diferenças entre a menopausa e a andropausa. Não existe uma faixa de idade mais comum para início dos sintomas e nem todos os homens apresentam este problema. Nos homens, estima-se que 21% destes, com idade variando entre 60 a 80 anos e, mais de 35% dos homens com mais de 80 anos, apresentarão sintomas da baixa hormonal, conseqüência da diminuição da produção testicular de testosterona, o principal hormônio masculino.

- Como o homem percebe que está entrando na andropausa?

Ricardo Felts de La Roca - A deficiência de testosterona no homem idoso pode causar diminuição do interesse sexual (libido) e da qualidade das ereções; diminuição da massa muscular; aumento da massa de gordura visceral e alterações no perfil lipídico no sangue; diminuição da massa óssea e osteoporose e diminuição da sensação de bem-estar - caracterizada como diminuição da atividade intelectual, dificuldade de orientação espacial, fadiga e depressão.

- Quais os cuidados que o homem deve adotar nesta fase da vida?

Ricardo Felts de La Roca - O sobrepeso, a obesidade, tão comuns na sociedade moderna, onde o consumo de carboidratos supera uma alimentação balanceada, a falta de exercícios físicos, o sedentarismo são as condições de partida para o armazenamento da gordura no espaço visceral, nos homens concentrando-se na cavidade abdominal, assim é comum vermos homens com braços e pernas finos e a circunferência abdominal proeminente. Neste espaço, esta gordura armazenada, seqüestra os hormônios masculinos, causando uma baixa plasmática da testosterona, além de liberar substâncias que têm poder irritativo e inflamatório nas paredes arteriais. No conjunto das alterações desencadeia-se uma pré-diabetes, ou uma diabete instalada, hipertensão, elevação do ácido úrico no plasma, uma sobrecarga cardíaca, e todas estas alterações já descritas, pela diminuição circulante do hormônio testosterona.

- E qual o tratamento médico mais aconselhável para esta etapa da vida?

Ricardo Felts de La Roca - Hoje, recomendamos a todos os homens que realizem uma consulta especializada urológica após os 40 anos de idade, com caráter preventivo, pois dados da literatura mundial mostram, que os níveis hormonais decrescem em média de 1 a 2 % ao ano, sendo que em 50% dos homens com mais de 50 anos estudados foi constatada baixa significativa da testosterona biodisponível, sem eles apresentarem queixas clínicas correlacionadas. Como a reposição hormonal é uma das terapias disponíveis, em pacientes sintomáticos, e sabendo que estes hormônios interagem com fatores prostáticos, e que o câncer de próstata é alimentado pela testosterona, sem dúvida, a orientação médica especializada é indispensável.

- Todos os homens necessitam fazer a reposição hormonal na andropausa?

Ricardo Felts de La Roca – Não. Como cada caso requer uma conduta individualizada, a importância do exame preventivo fica clara, pois as condutas a serem adotadas têm que ser muito bem discutidas e orientadas. A avaliação correta requer uma série de exames laboratoriais e de imagens, e o tratamento, por vezes, requer a formação de uma equipe multidisciplinar, composta por urologistas, clínicos gerais e endocrinologistas. Desta forma, vimos que, por vezes, podemos tratar de um quadro de diabete através da administração de testosterona. Podemos em outras situações reverter um quadro de impotência sexual ou melhorar a libido com esta administração hormonal. Mas devemos lembrar que sem uma avaliação especializada poderemos estar estimulando a agressividade de um câncer de próstata, ou, dependendo da via de administração do hormônio, causar alterações das funções do fígado, onde estes hormônios são conjugados e metabolizados.


Potenciais Benefícios da Terapia de Reposição Hormonal durante a Andropausa:

- Restauração da massa óssea, força muscular e composição corporal;
- Restauração da libido e função sexual;
- Melhora do humor, da qualidade de vida e das funções cognitivas;
- Influência sobre o metabolismo de carboidratos e lipídeos.


Riscos Potenciais do Tratamento de Reposição Hormonal durante a Andropausa:

- Exacerbação de doença prostática não diagnosticada;
- Policitemia;
- Aumento do risco de doença cardiovascular;
- Hepatotoxicidade;
- Piora ou aparecimento de apnéia do sono.

FONTE: Projeto Diretrizes AMB/CFM


- O paciente na andropausa precisa fazer alguma mudança importante na sua alimentação?

Ricardo Felts de La Roca – A mudança dos hábitos alimentares, com a supressão dos açucares, o equilíbrio entre os lipídios ingeridos, a perda de peso, exercícios físicos regulares e o monitoramento dos índices hormonais, com ou sem a reposição destes, são a chave para o restabelecimento de um padrão de vida, onde a volta ao bem estar corporal, mental e sexual traz grande conforto e felicidade. As dietas alimentares também são um importante aliado, pois vários alimentos têm propriedades que se bem exploradas, podem trazer benefícios e equilibrar a produção dos hormônios, aumentar a resistência imunológica, equilibrar as funções orgânicas, baixar ou aumentar índices de colesterol, triglicérides, glicose e promover a reparação celular. Portanto, não existe uma dieta única que possamos aconselhar para todos, mas sim orientar individualmente, baseados nas necessidades de cada um.

- Homens que apresentam dificuldades no campo sexual, necessariamente, estão entrando na andropausa?

Ricardo Felts de La Roca – Não devemos caracterizar ou estigmatizar esta fase da vida, nem deixar de reconhecer nos adultos jovens as alterações provenientes das alterações metabólicas fruto das tendências de comportamento impostas, e sim, oferecer a possibilidade de recuperação, aliando consciência de auto-estima e cuidados preventivos, como a melhor arma para a longevidade com saúde e bem estar. Uma condição clínica similar à andropausa, que ocorre em homens muito mais jovens é hoje reconhecida e seu correto diagnóstico e tratamento se impõem pelos riscos diretos e indiretos cardíacos, endócrinos e urológicos. É a Síndrome Metabólica, onde o adulto jovem percebe alterações do seu comportamento sexual, com menor performance, ereções menores, que acarretam problemas psicológicos como insegurança, ansiedade, fobia, e como num círculo, ejaculação precoce, e finalmente impotência sexual. A Síndrome Metabólica traz, em meio a estas manifestações da ordem sexual, perigos maiores, invisíveis, que, a médio prazo, podem lesar outros sistemas.


SERVIÇO:

Clínica e Cirurgia Urológica Dr. Ricardo Felts de La Roca
Endereço: Alameda Lorena, 131.
Conjuntos 85 e 87.
Jardim Paulista
São Paulo-SP
Atendimento: De segunda a sexta.
Horário: 08h30min às 19h00min horas.
Telefone: (11) 3053-6960 / 3053-6961.
www.delarocaurologia.com.br

terça-feira, 23 de junho de 2009

ALMOÇO VEGETARIANO! DIA 12/07/2009



Você que se sensibiliza com a causa animal, venha participar mais uma vez desse evento que tem a renda revestida para ajudar e amparar nossos “amigos animais” que muito necessitam desses cuidados, como: Castração; atendimento de urgência e emergência; auxílio a animais de famílias carentes, entre outros atendimentos.


Precisamos muito de você nesse momento para que nosso trabalho continue crescendo e fazendo a diferença em nossa cidade.

O almoço vegetariano mostra o quanto respeitamos e nos preocupamos com todos os animais, sem distinção.

VENHA FAZER PARTE DA NOSSA HISTÓRIA!

*Teremos também em funcionamento nossa lojinha com blusas, bolsas, adesivos, etc...

* Um Stand para adoção de cães e gatos castrados e vermifugados, pela campanha da PEDIGREE “ Adotar é tudo de bom”

DIA: 12/07/2009
LOCAL: Rua Santo Antônio, 110

HORÁRIO: 12h às 14h30

Convites vendidos a 10,00 na GRAVESP – Rua: Halfeld,704 – A – Centro, ou para mais informações ligue 3084-4413



“Para os animais não importa o que você pensa ou sente, pra eles importa o que você faz.” Nina Rosa


Quem quer ser voluntário para ajudar no dia do almoço...poste aqui!

E ajude a vender ingressos também...DIVULGUEM!!!

domingo, 21 de junho de 2009

O MEDO DA CALVÍCIE


O homem jovem busca recursos para evitar o problema. O mais velho já procura o transplante. Verdade seja dita: a antiga marchinha carnavalesca, que dizia “é dos carecas que elas gostam mais”, não encontra eco entre os homens. Cada vez mais jovens acorrem aos consultórios médicos, à primeira percepção de uma queda de cabelos acima dos padrões normais. Hoje em dia, a beleza masculina, valorizada pelas mulheres e buscada agora sem culpa pelos homens, não prescinde dos cabelos!
Jovens de 20 anos, pouco mais ou pouco menos, já buscam ajuda nos consultórios de dermatologistas, tentando evitar o problema. Mais tarde, em torno dos 35, a busca já é pelo transplante.
Buscar ajuda logo no início – quando aparecem as chamadas entradas – facilita o tratamento, diz o dermatologista Arthur Tykocinski, do Tykocinski Medical Group. Ele é especializado em transplante capilar e membro da Sociedade Internacional de Transplante Capilar (ISHRS – International Society of Hair Restoration Surgery), e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD).
Tipos de calvícieA calvície masculina mais comum tem origem genética e hormonal. Seu nome científico é alopecia androgênica.
Há outro tipo de calvície, popularmente conhecida como pelada,restrita a algumas áreas tanto no couro cabeludo quanto na barba, nas sobrancelhas ou qualquer outra parte do corpo coberta por pêlos. A origem é o stress. Acabando com ele, o problema termina. O nome científico deste tipo de calvície é alopecia areata.
Um terceiro tipo é a alopecia cicatricial, resultante de infecções bacterianas severas no couro cabeludo, que acabam gerando cicatrizes.
A ajuda possível
Da análise da origem do problema é que nascerá a solução mais indicada: tratamento clínico, no caso do aparecimento de entradas; ou combinado com transplante de cabelo, quando as entradas se fundem logo atrás do “topete”. Nos casos avançados, em que as entradas se fundem com a chamada coroa, somente o transplante de cabelos resolve.
De qualquer forma é importante saber que, como a área doadora de fios para o transplante é a região próxima à nuca, quem já tiver apenas faixas de cabelo na lateral da cabeça não será beneficiado por qualquer tratamento. Vai perder, além dos cabelos, tempo e dinheiro.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

HOMENS TAMBÉM SÃO ALVO DO CÂNCER DE MAMA


Até pouco tempo acreditava-se que só mulheres, principalmente as com mais idade, podiam desenvolver o câncer de mama. Infelizmente esta colocação não condiz mais com a realidade. Atualmente homens e moças cada vez mais jovens podem sofrer deste mal.O câncer de mama atinge um homem em cada 100 mulheres, porém a ocorrência desta neoplasia tende a aumentar devido a má qualidade de vida e dificuldade em diagnosticar o tumor na sua fase inicial, que pode ser confundido com outras doenças como a ginecomastia.

O uso de anabolizantes, principalmente por jovens que querem ganhar massa muscular em academias e o uso de hormônios por transexuais piora a situação, pois torna a detecção mais difícil e a maior tendência em desenvolver o câncer.

Nos últimos anos que não houve redução nas taxas de mortalidade por câncer de mama masculina no Brasil. A maior ocorrência desta neoplasia foi nos estados do sul do país, destacando-se o Rio Grande do Sul. Dentre os continentes, a Ásia supera os demais enquanto que a América do Sul e Central apresentam os menores índices.

O segundo principal tipo de câncer que acomete a população brasileira é o de mama, o primeiro é o câncer de pele não melanoma."Não existe uma causa para o câncer de mama, tanto no homem quanto na mulher. A prevenção e o diagnóstico da doença de mama iniciam-se com a anamnese completa. É importante lembrar que o diagnóstico de câncer de mama não pode ser excluído por qualquer achado isolado na história do paciente.

As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o auto-exame das mamas, o exame clínico e a mamografia", explica Dr. Roberto Hegg. O tratamento do câncer de mama em homens é semelhante ao das mulheres e começa pelo exame de toque na mama, mamografia, consultas a médicos especializados e depois de detectado a solução é a cirurgia e de acordo com o estágio do câncer são sugeridos alguns tratamentos como a quimioterapia e a radioterapia. "Hoje em dia a cirurgia de remoção do tumor é bem menos traumática e o/a paciente já sai do centro cirúrgico com a mama reintegrada", completa Dr. Roberto Hegg é ginecologista, obstetra e mastologista. Além de atender no consultório, é professor associado livre docente da Faculdade de Medicina do Hospital das Clinicas da Universidade de São Paulo, onde é responsável pelo setor de oncologia clínica do departamento de ginecologia. Dr. Roberto também tem vasta experiência em estudos clínicos sobre câncer de mama.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Saiba como amenizar as crises de enxaqueca

Tenho observado pelo menos quatro grandes causas das enxaquecas. Aquele que sofre de enxaqueca frequente deve avaliar se um desses fatores está presente no seu dia-a-dia. As causas da enxaqueca podem devido aos seguintes fatores:

- Chocolate

Chocolátras são potenciais sofredores de dor de cabeça crônica. Muitos chocolatras preferem ficar com a dor de cabeça a terem que parar de comer chocolate.

- Beber pouca água

Em alguns casos observei que sofredores de enxaqueca bebem pouca água e que ao começarem a beber mais água a enxaqueca diminui rapidamente ou até mesmo desaparece.

- Consumo de vinho tinto

É bastante frequente o consumo de vinho tinto desencadear enxaquecas, cuidado!

- Queijos e derivados

Se você sofre de enxaqueca elimine o consumo de queijo, leite e derivados e observe se melhora, a chance de melhorar é grande!

Abaixo destaco interessante material sobre a enxaqueca:

A enxaqueca é uma doença benigna, usualmente familiar, que nada tem a ver com aneurismas ou tumores cerebrais, mas sempre deve ser diagnosticada por um médico. "Ela caracteriza-se por uma dor de cabeça típica pulsátil usualmente mais intensa de um lado do crânio e associada a tonturas ou náuseas e à irritabilidade aos sons ou à luz,", explica o neurocirurgião Luiz Cláudio Modesto. O médico cita algumas medidas simples que podem ser tomadas para amenizar a enxaqueca:

1) Uma alimentação correta é muito importante:

- Evite ficar em jejum por longos períodos;
- Prefira verduras legumes e frutas, tome muita água;
- Reconheça os alimentos que eventualmente sejam precipitantes de sua dor;
- Evite o excesso de condimentos, alimentos enlatados, frituras e alimentos gordurosos;
- Evite bebidas alcoólicas, refrigerantes e restrinja a ingestão de cafeína.

2) Medidas do dia-a-dia

- Procure ter um horário de sono regular, de acordo com suas necessidades;
- Utilize óculos escuros em ambiente claros ou ensolarados;
- Fique longe de fumaça ou perfumes fortes
- Evite fumar;
- Evite tensões e causas de estresse;
- Reserve entre 30 minutos e uma hora por dia de relaxamento e meditação

Dr. Luiz Cláudio lembra que se a dor de cabeça for freqüente o neurologista pode tratá-la especificamente, visando abolir as crises por meio do uso de preventivos e terapias alternativas.

Veja mais sobre enxaqueca:

http://www.agencia.fapesp.br/materia/9650/especiais/viloes-da-enxaqueca.htm



domingo, 14 de junho de 2009

Outra causa de câncer de boca / enchaguante bucal

O álcool presente nos enxaguantes contribui para o aumento das taxas de câncer oral de forma similar às bebidas alcoólicas --e sabe-se que o álcool é o segundo fator de risco para a doença, depois do tabagismo, aumentando de cinco a nove vezes os riscos.

Veja mais através do link:

MISTURA DE TABACO E ÁLCOOL É A PRINCIPAL CAUSA DE CÂNCER BUCAL NO BRASIL


O câncer de boca inclui os cânceres localizados no lábio e cavidade bucal (mucosa bucal, gengivas, palato duro, língua oral e assoalho da boca). A radiação actínica (raios solares) é a principal causa de câncer de lábio, sendo o inferior o mais acometido devido a sua exposição direta a estes raios.

Entretanto, para os cânceres localizados dentro da boca, dados de uma pesquisa realizada no País, mais de 90% das pessoas fumavam e usavam álcool.

A bebida alcoólica potencializa a ação dos elementos cancerígenos do cigarro, que possui mais de 4.700 substâncias tóxicas, entre elas a nicotina que causa dependência e o alcatrão, que possui 48 substâncias cancerígenas. Este tipo de doença atinge, principalmente, homens com mais de 40 anos. Nos últimos anos, o número de mulheres que fumam e usam álcool tem aumentado, fazendo com que a incidência no sexo feminino cresça rapidamente.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que cerca de 13.500 pessoas em todo o Brasil devem desenvolver câncer de boca em 2006. A estatística é bem parecida com a de 2005, quando a previsão foi de 14 mil casos.

"Os principais fatores de risco que podem levar ao câncer de boca são vício de fumar cigarros, cachimbos e outros, consumo diário de bebidas alcoólicas e idade superior a 40 anos. Já o câncer de lábio acomete indivíduos expostos à radiação solar (trabalhadores rurais, pescadores e etc)", destaca Fabio de Abreu Alves, diretor do Departamento de Estomatologia do Hospital do Câncer.

Além disso, a doença pode surgir sem manifestar nenhuma sintomatologia dolorosa, normalmente apresentam feridas na boca que não cicatrizam em uma semana; ulcerações superficiais com menos de 2 cm de diâmetro e indolores; manchas esbranquiçadas ou avermelhadas nos lábios ou na mucosa bucal, dentre outros. "Por isso, diagnosticar uma lesão ou até mesmo a doença em estágio inicial é muito importante. Isso deve ser feito com ajuda profissional ou através do auto-exame", enfatiza o especialista.

O tema Câncer de Boca foi abordado no 25o Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo (CIOSP), que aconteceu de 27 a 31 de janeiro de 2007, no Pavilhão de Exposições do Anhembi. Dentre as novidades que o evento apresentou nesta o Projeto de Prevenção para Saúde Bucal em Idosos, que integrará a programação do Odontologia Comunidade – programa que forma e capacita crianças e adolescentes para atuarem como Agentes Mirins em Saúde Bucal (AMSB) nas comunidades onde vivem.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Protesto contra maus tratos a animal por veterinário


Reproduzo aqui material publicado no forum da REDEBICHOS:


Subject: Fw: MANIFESTO DA UIPA


Prezados Amigos,

Conforme prometi, encaminho-lhes cópia da mensagem que a UIPA está enviando aos seus associados e colaboradores. Peçam ao presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária Dr. Benedito Fortes de Arruda cfmv@cfmv.org.br e para o relator Dr. Antônio Felipe Figueiredo Wouk fwouk@ufpr.br que acolham o recurso interposto contra decisão do Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo em processo no qual a UIPA é a denunciante (processo 1281/2009). Ergam voz contra a impunidade e o descaso que vitimam os animais.
Por favor, façam isso com urgência, pois a questão será decidida na próxima semana.
Conto com a colaboração de todos.
Abraços

Vanice Orlandi
UIPA

A UIPA , União Internacional Protetora dos Animais, permite-se vir à presença de seus associados e colaboradores expor caso gravíssimo, atinente à conduta profissional de médico veterinário, que a UIPA entendeu como cruel.

SOLICITAMOS A URGENTE MANIFESTAÇÃO DE TODOS JUNTO AO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA, ÓRGÃO QUE JULGARÁ RECURSO IMPETRADO CONTRA UMA INJUSTA E ABERRANTE DECISÃO.

É preciso cobrar do CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA rigor na apuração da conduta de médico veterinário, que submeteu à cirurgia de coluna um cão recolhido das vias públicas, conforme relato abaixo.

INTRODUÇÃO

Em honra aos seus objetivos institucionais, a UIPA demitiu integrante de sua equipe veterinária que, sem autorização ou ciência da entidade, submeteu à cirurgia um cão tetraplégico, despejando-lhe sobre a coluna vertebral grande quantidade de resina dentária não estéril, sem indicação para uso cirúrgico, em procedimento sem anestesia eficaz e sem assepsia, realizado fora do expediente. Tamanha foi a infecção promovida no animal, que seu dorso abriu-se, deixando expostos a coluna vertebral, tecido subcutâneo e musculatura adjacente.

Além de experimentar dor severa durante o ato cirúrgico, o animal ainda permanecia sem analgesia por pelo menos 9 horas consecutivas por dia, supondo-se que a medicação fosse feita às 16 horas, horário do término de expediente da clínica, além de permanecer sem acompanhamento por 17 horas consecutivas.

O profissional não permitiu que a UIPA eutanasiasse o cão, ou o encaminhasse a outro estabelecimento, prolongando sua situação de martírio por mais de 20 (vinte dias), sob a alegação de que a cirurgia fora um sucesso, e que o animal estava se recuperando , o que foi desmentido pelo laudo de histórico clínico da USP, para onde o animal foi levado , sob os protestos do referido profissional.

Com base em imenso conjunto de irrefutáveis provas, a UIPA levou o caso ao CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA, que, por unanimidade, absolveu o executor da cirurgia, sob a alegação de que ele tudo fez para salvar o animal. Dessa decisão foi interposto recurso visando a responsabilização do referido profissional, que transgrediu normas e princípios fundamentais do Código de Ética.

De fato, em defesa de um acusado de infrações dessa natureza, sempre se poderá alegar que o profissional agiu para salvar o animal, independentemente, da barbárie cometida.

No caso, a alegação não convence, mesmo porque a vida do animal nem se encontrava em perigo, pelo contrário. Foi o acusado, com sua injustificável conduta, que a pôs em risco, causando-lhe o fim, após uma agonia de mais de vinte dias. Ao submeter o cão, com Erlichiose, sem prévios exames, a uma complexa cirurgia, executada de forma grotesca, o acusado demonstrou desconhecer o procedimento a que se propôs, a ponto de o DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO atestar que foram violadas as boas práticas das técnicas cirúrgicas, por não atender a requisitos básicos reclamados por todas as técnicas de cirurgia de coluna.

A análise do conjunto de fatos e de circunstâncias denunciam, à toda evidência, que o acusado manteve-se impassível diante da sorte do cão, provocando-lhe um atroz sofrimento que o conduziu à morte, e com assombroso descaso.

Desde o momento em que o animal chegou às mãos do acusado, até o último instante em que esteve sob seus cuidados, incluindo a desastrosa cirurgia e a agonia de mais de vinte dias, não houve um só acerto.

Verdade seja dita, não há um só fato que constitua ao menos um indício de que o acusado visasse salvaguardar a vida e a integridade física do animal. Ao contrário, TODOS os fatos confirmam que, em TODAS as oportunidades, o acusado atentou contra a vida e o bem-estar do cão.

Dentre tantas aberrações, chama especial atenção o fato de a defesa do acusado basear-se na alegação de que realizou a cirurgia porque na UIPA não havia regras verbais ou escritas que o proibisse de realizar esse tipo de cirurgia, como se um profissional da medicina veterinária estivesse livre para fazer tudo o que não lhe for, expressamente, proibido por seu empregador.

Ora, abster-se de realizar a tal cirurgia era conduta que se impunha não por norma escrita, mas pela análise das condições de que dispunha o médico-veterinário para a realização do procedimento cirúrgico.

Isso porque, além de conhecimento da técnica e experiência do cirurgião, a intervenção cirúrgica requer a correta avaliação de outros fatores relativos à infra-estrutura adequada do centro cirúrgico, ao internamento pós-operatório, ao acompanhamento nas 24 horas pós-operatórias, à assepsia, ao instrumental e ao material e implantes específicos exigidos pela técnica escolhida, à anestesia, às condições que poderia proporcionar ao animal no pós-cirúrgico, et cetera. Tal estrutura não possuía a UIPA, que jamais realizou intervenções cirúrgicas de grande complexidade, como a de coluna vertebral que exige, dentre outras coisas, internamento, impossível em uma clínica que funciona em horário restrito.

Todas as providências, planejamento cirúrgico e pós-operatório são de responsabilidade do cirurgião. A decisão de operar um animal compete ao cirurgião responsável pelo ato cirúrgico e ao clínico responsável pelo pré e pós-operatório. No caso, o acusado exercia as duas funções e com a agravante de ser ainda o RESPONSÁVEL TÉCNICO.

Independentemente de regras escritas, a verificação de tais fatores compete sempre ao veterinário e não ao guardião do animal, ou ao empregador, como alega o acusado.

Denunciado às autoridades competentes por suposta prática de maus-tratos, houve instauração de inquérito policial, que foi arquivado por prescrição, que é a perda do poder de punir do Estado, causada pelo decurso do tempo fixado em lei, que extingue a punibilidade do autor do fato, e não pelo reconhecimento de ausência de responsabilidade do acusado.

Indiferente ao martírio imposto a um cão desvalido, a Justiça Trabalhista concedeu uma milionária indenização a quem lhe causou a desgraça, condenando a entidade ao pagamento de cerca de duzentos e cinqüenta mil reais, por danos morais, o que coloca sob risco a sobrevivência dos animais da UIPA e de outros milhares que por lá aportam, já que a própria manutenção da entidade está ameaçada.

É IMPORTANTE QUE OS PROTETORES E SIMPATIZANTES DA CAUSA MANIFESTEM-SE JUNTO AO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA, ÓRGÃO QUE JULGARÁ RECURSO IMPETRADO CONTRA A INJUSTA DECISÃO.

É preciso cobrar do CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA rigor na apuração da conduta do médico veterinário, uma vez que o Código de Ética restringe a atuação do veterinário às atividades para as quais tenha CONHECIMENTO.

Enviem mensagens cordiais e respeitosas para o presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária Dr. Benedito Fortes de Arruda cfmv@cfmv.org.br e para o relator Dr. Antônio Felipe Figueiredo Wouk fwouk@ufpr.br , solicitando rigor na apuração do caso em que a UIPA é denunciante.

É importante que as mensagens não sejam agressivas.

Segue abaixo um breve relato da macabra cirurgia realizada pelo profissional absolvido pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária.

Como o processo é sigiloso, o nome do profissional, contratado e demitido por uma antiga gestão da entidade, não pode ser divulgado.

HISTÓRICO:

A UIPA acolheu um cão pastor, que após ter sido abandonado por quem lhe detinha a guarda, foi vítima de atropelamento, que o deixou com tetraparesia e traumatismo craniano.

Como a UIPA não dispõe de um hospital, e sim de uma clínica veterinária, cujo horário de funcionamento é restrito a 12 horas diárias, não é permitida a realização de cirurgias de alta complexidade que reclamem assistência contínua, mesmo porque a entidade não interna animais. Assim, são efetuadas as cirurgias que possibilitam ao guardião do animal retirá-lo no mesmo dia da intervenção médica, do contrário, deve o animal ser removido à instituição que lhe ministre os cuidados necessários.

Violando as regras de procedimento da clínica, referido veterinário submeteu o cão à cirurgia de coluna vertebral.

A cirurgia de coluna vertebral foi executada após a realização de um mero exame de Raio X simples, insuficiente para avaliar traumatismos espinhais torácicos e lombares.

Também não foram realizados exames laboratoriais prévios, que só foram feitos dois dias após o ato cirúrgico (o exame de hemograma é importante no pré-operatório de qualquer animal, mas em se tratando de um animal com infestação por carrapatos, esse exame torna-se imprescindível).

Embora tivesse o acusado verificado infestação por carrapatos, nem mesmo realizou o exame para constatação de Erlichiose, que agravou-se em virtude da cirurgia e da falta de tratamento.

O ANIMAL EXPERIMENTOU DOR DURANTE TODO O ATO CIRÚRGICO, pois a anestesia utilizada foi associação de cetamina e xilazina, contra indicada para cirurgias invasivas, que proporcionam dor severa como as de coluna.

Em audiência, declarou ao CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária) que possuía experiência por ter realizado cirurgias de coluna com determinado veterinário, que DESMENTIU, informando que o acusado ali fez um curto estágio, e como mero observador.

A Clínica da UIPA não dispunha de condição alguma para a realização de cirurgia de coluna, no que tange aos seguintes aspectos:

a) necessidade de internação no pós-cirúrgico, de monitoramento nas 24 horas pós-operatórias e de acompanhamento necessário no período pós-cirúrgico inviável em uma clínica que funciona no restrito horário de 9 às 16 h, e que não dispunha nem mesmo de local para seu alojamento no pós-cirúrgico;

b) ausência de material, de instrumental, de aparelhamento e de implantes cirúrgicos necessários à cirurgia de coluna;

c) necessidade de prover anestesia inalatória, pois o aparelho encontrava-se desativado;

Mesmo ciente de que dispunha da opção de encaminhar o cão a outro estabelecimento, como é feito rotineiramente na UIPA e sabedor de que não se tratava de cirurgia de emergência, pois foi realizada 3 (três) dias após a chegada do animal à UIPA, decidiu submeter o animal à cirurgia, proibindo por escrito, os demais veterinários de dar atendimento clínico, ou cirúrgico, aos animais da UIPA, sob pena de demissão.

A decisão de operar foi exclusiva do profissional em questão, à medida que era o cirurgião responsável pelo ato cirúrgico, era o clínico responsável pelo pré e pós-operatório, além de ser o RESPONSÁVEL TÉCNICO pela Clínica.

Embora a técnica apontada pelo acusado seja conhecida, a cirurgia por ele realizada não reproduziu nenhuma técnica cirúrgica conhecida, violando preceitos básicos comuns às técnicas cirúrgicas de coluna descritas pela literatura.

Sobre a cirurgia realizada pelo acusado, consta do parecer do DEPARTAMENTO DE CIRURGIA DA FMVZ/USP:

a) o procedimento efetuado não condiz com boas práticas de técnica cirúrgica;

b) a cirurgia realizada não atendeu a dois pontos básicos reclamados por todas as técnicas para a estabilização da fratura e luxações da coluna: material e implantes estéreis e inserção de pelo menos dois implantes por fragmento para promover a estabilização adequada: foi inserido um só pino em cada vértebra e usada resina não estéril;

c) a grande quantidade de resina entre a lâmina dorsal da vértebra e os músculos causou necrose local da musculatura;

d) a esquírola do canal medular não foi retirada pela cirurgia;

e) não houve redução da fratura, nem da luxação das vértebras, que eram os objetivos visados pela cirurgia;

f) O material implantado não era cimento ósseo, que tem a propriedade de ser estéril, de ter mais “pega” aos materiais e já vir com a dose de pó e de polimerizante correta à polimerização adequada.

Cirurgia igualmente aberrante foi realizada em um segundo animal, fazendo com que uma simples fratura de pelve resultasse em amputação de membro por necrose, após três cirurgias para remoção do implante.

Sobre a cirurgia realizada pelo acusado, atestou ainda o Departamento de Cirurgia de Pequenos Animais da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP:

a) que tal procedimento exige conhecimento anatômico detalhado;

b) requer exames prévios minuciosos;

c) devido ao elevado potencial de complicações sépticas da resina de PMMA, essa só deve ser utilizada em procedimento cirúrgico estritamente asséptico: utilizou-se resina dentária, não estéril, provinda de embalagem violada, com a presença de pessoas leigas, não paramentadas na sala cirúrgica;

d) o excesso de resina impede a sutura dos planos cirúrgicos: as fotos mostram que o cão teve sua coluna abarrotada por resina.

e) a colocação de pinos se faz com resina de polimetilmetacrilato (PMMA): a resina usada foi a dentária Jet Acrílico Auto Polimerizante, que a USP e o fabricante do produto afirmam não ter indicação para uso em procedimentos cirúrgicos, como consta da embalagem do produto.

Conforme as atestaram as próprias testemunhas do responsável pela cirurgia, os demais profissionais só podiam dar algum atendimento ao cão sob orientação do próprio acusado, que era o RESPONSÁVEL TÉCNICO.

Operado à noite, o cão foi deixado sem monitoração alguma, logo após a cirurgia, como provou a UIPA , por meio de seu cartão de ponto.

Durante o dia, o cão era deixado em uma lavanderia, ao ar livre, em um estrado, sobre o solo, em vez de ser deixado em repouso absoluto, era transferido várias vezes ao dia.

Permanecia sem analgesia por pelo menos 9 horas consecutivas por dia, supondo-se que a medicação fosse feita às 16 horas, horário do término de expediente da clínica, além de ser deixado sem acompanhamento por 17 horas consecutivas.

A expulsão da resina contaminada abriu-lhe o dorso, expondo tecido subcutâneo, musculatura adjacente e processos espinhosos das vértebras lombares.

O profissional não permitiu que a UIPA eutanasiasse o animal, ou o encaminhasse a outro estabelecimento, prolongando sua situação de martírio por mais de 20 (vinte dias), sob a alegação de que a cirurgia fora um sucesso, e que o animal estava se recuperando , o que foi desmentido pelo laudo de histórico clínico da USP que atestou que o animal encontrava-se em mau estado geral , em condições de higiene precária, prostrado e inapetente, com dor superficial e profunda em membros torácicos e pélvicos, escaras..., dermatite úmida aguda...com distensão abdominal por repleção de vesícula urinária , desidratação, ferida cirúrgica aberta contaminada com secreção purulenta na coluna lombar, expondo tecido subcutâneo, musculatura adjacente e processos espinhosos de vértebras lombares.

Segundo a NECRÓPSIA, seus órgãos encontravam-se em adiantado estado de infecção, congestão severa no fígado e degeneração microvesicular, abcessos renais, edema e congestão severos nos rins e pulmões, congestão no cérebro e no cerebelo.

E o animal apresentava sangue na urina, por ter permanecido sondado durante o pós-operatório.

Em sua defesa, afirmou que “não havia regras a serem violadas, pois não recebeu qualquer determinação verbal ou através de regulamento interno por parte de seu ex-empregador que não permitisse a realização de alguns tipos de cirurgia” , o que evidencia que o acusado:

a) ainda não se deu conta de que a avaliação das condições da clínica, antes do ato cirúrgico, incumbe ao veterinário , e não ao seu empregador;

b) ainda não considera como restrições a ausência de instrumental, de aparelhamento, de anestesia inalatória, de implante estéril, de possibilidade de internamento e até de condições de assepsia;

c) diante das mesmas condições, não se deteria e realizaria a cirurgia, assumindo o risco de causar ao animal sofrimento e morte.

As condições malpropícias e o fato de o acusado jamais ter realizado cirurgia de coluna exigiam a remoção do animal a outro estabelecimento.

O animal experimentou dor e sofrimento durante a cirurgia, e no pós-operatório, em procedimento cujos desacertos denunciam que ultrapassou-se, em muito, a seara da culpa para adentrar-se no terreno do dolo, ainda que eventual, pois o acusado assumiu todos os riscos de provocar ao animal o resultado que causou, ao trafegar em terreno que lhe era totalmente desconhecido , já que não dispunha de conhecimento técnico algum para realizar cirurgia tão sofisticada.

E o acusado implantou no animal resina não estéril, o que agravou ainda mais a tormentosa situação do animal, que sobreviveu em meio a muita dor, toda ela causada por um profissional que, por princípio, deveria ser o primeiro a evitá-la.

Não deixem de se manifestar, e de pedir que façam o mesmo a todos os que se ofendem com o sofrimento dos animais.

Atenciosamente

A Diretoria

GINÁSTICA PARA O CÉREBRO AJUDA A CONTER A PERDA DE MEMÓRIA E O AVANÇO DE DOENÇAS DEGENERATIVAS


Que exercícios físicos diários são ótimos para a manutenção da saúde corporal todo mundo já sabe, mas o hit do momento é a ginástica para o cérebro, propagada pelos neurologistas como a melhor maneira de não somente manter em dia as funções como memória, racicionio, lógica, como também fazê-las melhorar em performance.

“Através destes exercícios podemos trabalhar diferentes partes do cérebro, estimulando funções cognitivas, melhorar o QI, aumentar a velocidade do raciocínio e assim por diante”, relata o Dr. Cláudio Fernandes Corrêa, especialista em neurocirurgia funcional.

“Diversos estudos ao redor do mundo vêm confirmando os benefícios dos exercícios para a mente e indústrias de vários segmentos, assim como associações de assistência a doenças que comprometam o desempenho cerebral, como Alzheimer, vem investindo em programas chamados de anti-envelhecimento”, complementa o médico.
É o caso do portal www.mybraintrainer.com, auto-intitulado como a primeira academia virtual de ginástica mental e que validado por pesquisadores das universidades de Santdford, San Diego, Western Ontário e de Irvine promete resultados efetivos para a melhora da performance do cérebro em apenas 21 dias.

Nos Estados Unidos diversos retiros para a terceira idade têm desenvolvido programas para “exercitar” o cérebro, onde além de sistemas similares ao conteúdo do mybraintrainer.com, realizam jogos e outras atividades que envolvam o raciocínio matemático e lingüístico. Diferenciais que tem sido levados em conta quando a família precisa deixar um idoso sob cuidados especiais.

Dentre algumas das atividades sugeridas pelo médico, e que podem ser praticadas em casa e sem grandes recursos, estão: ler livros, jogar xadrez, fazer palavras cruzadas e escrever sobre as atividades diárias - mantendo um diário rico em detalhes. Exercícios físicos como caminhar, nadar, hidroginástica e hidroterapia, também melhoram a circulação cerebral e, indiretamente, a memória.

“Os apelos para os programas que exercitam o cérebro são grandes, principalmente porque não apresentam efeitos colaterais como certos medicamentos e se não faz bem, também não faz mal”, conclui o médico.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

DÍVIDAS: ESTE MAL PODE LEVAR À MORTE


Crises, fracassos, desilusões. No Brasil hoje, milhões de pessoas sofrem com problemas financeiros. A falta de planejamento muitas vezes é o principal motivo de se “perder a cabeça”. Desrespeito, brigas e até mesmo a morte, ficar endividado pode levar qualquer um a loucura.
De acordo com o Consultor Financeiro e Presidente da Boriola Consultoria, Dr. Cláudio Boriola, nos casos de loucura, pode-se interpretar como tentativa de corrigir o que o diálogo não foi capaz de resolver. “Vivemos num mundo onde as pessoas não são educadas a planejarem suas contas, portanto, gastam além do que ganham. Na hora de negociar uma dívida, muitas vezes a falta de diálogo acaba criando grandes transtornos. Discussões sem “pé e sem cabeça” acabam acarretando em agressões físicas e por conseqüência, em alguns casos, a morte”, explica.

Nas grandes cidades, onde as injustiças e os afrontamentos são muito comuns, os desejos de vingança se materializam sob a forma de delitos como roubos e assaltos ou sob a forma de agressões e homicídios. Já a irreverência e a libertinagem estimulam o comportamento indevido (comportamento vulgar), o que também caracteriza desrespeito e produz fortes violências. “Quando um cidadão agride o outro, ou mata o outro, normalmente o faz em função de alguma situação que considerou desrespeitosa, mesmo que a questão inicial tenha sido banal como um simples pisão no pé ou uma dívida de centavos. O calote é uma atitude de desrespeito e se não for muito bem explicado, e justificado, certa­mente resultará em tragédias. É de desrespeito em desrespeito que as pessoas acumulam tensões nervosas que, mais tarde, explodem sob a forma de violência”, comenta Boriola.
A depressão é uma das doenças que mais têm assolado os brasileiros. Um dos motivos que leva o ser humano a cair neste problema difícil de ser entendido são as dívidas. “Ficar endividado causa sérias complicações na vida. A vergonha e as interrogações de como resolver o problema perante a sociedade, faz o indivíduo muitas vezes se isolar e distanciar de todos, causando a depressão”, alerta.

Para evitar certos problemas na vida, em relação às finanças, o Consultor Financeiro dá algumas orientações: “Primeiramente o cidadão deve fazer um planejamento doméstico familiar, uma previsão de ganhos e despesas num determinado período de tempo. Através do planejamento, determinar-se quais serão as reservas a serem poupadas e como isso será feito. Esta previsão de renda e despesa permite que a pessoa veja de forma organizada como estão suas contas hoje e como elas ficarão num determinado período de tempo mais adiante. Priorizar sempre as despesas fixas, de maneira a não deixar nenhum compromisso e evitar compras desnecessárias são algumas das orientações para se ter uma vida de Paz, Saúde e Crédito. Portanto, Planeje, Pesquise, Pechinche e procure Pagar sempre à vista”. – (Fabrício Andrade)

MÚSICA AUXILIA NO RESGATE DO DESEJO SEXUAL MASCULINO

Pesquisa conclui que a musicoterapia é eficaz como estímulo da função sexual


Estudo realizado com 72 homens que apresentavam desejo sexual diminuído constatou que a música exerce estímulo para a função sexual. A pesquisa, coordenada pelo médico terapeuta sexual Amaury Mendes Júnior, foi realizada com pacientes entre 22 e 56 anos que se queixavam de diminuição da vontade de manter relações e demora em obter ereções.

O grupo examinado apresentava exames hormonais dentro da normalidade, porém a maioria fazia uso de medicamentos para facilitar a ereção. No caso dos 72 pacientes a falta de desejo estava ligada à dificuldade em expressar a sexualidade devido à conduta de gênero ou quadros depressivos. “Constatamos que a musicoterapia, associada a exercícios comportamentais eróticos, pode incrementar a libido e colaborar no restabelecimento das relações afetivas. A música é capaz de estimular centros do prazer, fazendo com que o corpo produza endorfina, dopamina (que estimula a produção de testosterona), acetilcolina (responsável pela produção de óxido nítrico, que ajuda na ereção), e ocitocina, substância liberada em seu potencial máximo durante o ato sexual. Isso possibilita uma entrega maior do homem durante o ato sexual, diminuindo suas resistências e favorecendo o desejo”, explica Dr. Amaury.


Após quatro meses de sessões quinzenais de terapia sexual com musicoterapia, 89% dos pacientes relataram um estreitamento do vínculo afetivo com a parceira, manifestado através de relações sexuais mais longas. “Ao desgenitalizar a relação, dando espaço a jogos eróticos, os pacientes demonstraram um resgate na confiança da rigidez peniana, possibilitando a suspensão do uso de medicamentos para a ereção”, relata Dr. Amaury. “A música dá vazão a instintos primitivos. Ao estimular o sensório, gera motivação e envolvimento, ajudando o homem a dissociar a penetração do ato sexual. Isso possibilita um vínculo amoroso e um maior investimento erótico nas relações. A penetração passou a ser uma opção, e a estar sempre vinculada ao desejo. O sensório-auditivo age como um fator facilitador neurocerebral, desarmando resistências rudimentares”, complementa o médico.


Dr. Amaury Mendes Júnior:Pós-graduado em Terapia Sexual pela Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana (SBRASH), e em Terapia de Casais pela Clínica Delphos, Dr. Amaury é Secretário da Comissão dos Estudos em Terapia Sexual do ISEXP (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática), e coordenador e professor do curso de pós-graduação em Educação e Terapia Sexual da Clínica Delphos.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

CÂNCER DE PÊNIS- UM PROBLEMA RARO SÉRIO E POUCO DISCUTIDO


O câncer de pênis é um tumor raro, com maior incidência em indivíduos a partir dos 50 anos de idade. Está diretamente relacionado às baixas condições sócio-econômicas e de instrução, à má higiene íntima e a indivíduos não circuncidados.

A doença responde por poucos casos de câncer nos homens. No entanto, torna-se muito grave porque atinge a camada da população de baixo nível econômico, que convive com a miséria e com a falta de informação sobre o assunto. “No Brasil, o tumor representa 2% de todos os casos de câncer no homem, sendo mais freqüente nas regiões Norte e Nordeste. Entretanto, nas regiões de maior incidência, o câncer de pênis supera os casos de câncer de próstata e de bexiga”, afirma o urologista Ricardo Felts de La Roca. Maranhão, Ceará, Pernambuco, Bahia e Pará são os estados com maior concentração de casos de câncer de pênis no Brasil. A informação consta do estudo epidemiológico da doença no país, realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).
O câncer de pênis é um tumor raro, com maior incidência em indivíduos a partir dos 50 anos de idade. Está diretamente relacionado às baixas condições sócio-econômicas e de instrução, à má higiene íntima e a indivíduos não circuncidados. “O dado social mais triste é o de que a maioria dos casos só é descoberta em estágio avançado, quando o único tratamento possível é a retirada total do órgão”, afirma o médico, que também é assistente estrangeiro da Faculdade de Medicina de Paris V – Hospital de la Pitié-Salpetrière.
A falta de higiene é um dos maiores fatores de risco para esse tipo de câncer. Faz parte da prevenção da doença lavar o pênis diariamente com água e sabão, em especial debaixo do prepúcio, a pele que recobre a cabeça do genital (glande). “Esse ato não só impede o surgimento de infecções, como leva o homem a observar se existe algum tipo de alteração ou ferida no órgão”, diz Ricardo Roca. Outros fatores de risco são as lesões penianas crônicas, o comportamento sexual de risco, a infecção pelo papilomavírus humano (HPV) e a fimose – que ocorre quando a pele do prepúcio é estreita ou pouco elástica, impedindo a exposição da glande e a limpeza adequada.

A manifestação clínica mais comum do câncer de pênis é uma ferida persistente ou uma tumoração localizada na glande, no prepúcio ou no corpo do pênis. “É preciso destacar que qualquer ferimento que não cicatriza, ou uma tumoração, independente de causarem dor devem ser examinados por um médico”, diz o especialista. Em alguns casos, o crescimento nos gânglios inguinais - íngua na virilha - pode ser uma manifestação inicial do câncer de pênis.

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer, (INCA), cerca de mais da metade dos pacientes com câncer de pênis demoram mais de um ano para procurar assistência médica, após o aparecimento das lesões iniciais. Quando diagnosticado em estágio inicial, o câncer de pênis apresenta elevada taxa de cura. “O diagnóstico precoce é fundamental para evitar o crescimento local da doença e a posterior amputação do pênis, que traz conseqüências físicas, sexuais e psicológicas para o homem. Por isso, quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maiores são as chances de cura”, diz o urologista. O tratamento depende da extensão local do tumor e do comprometimento dos gânglios inguinais. Cirurgia, radioterapia e quimioterapia são as alternativas terapêuticas.

“Quando falamos em câncer de pênis, o mais importante é disseminar massivamente entre a população masculina noções básicas de higiene íntima. Além disto, a prevenção da doença pode ser feita se o cidadão tiver a noção da importância de fazer o auto-exame do pênis”, diz o urologista. Segundo o médico, ao realizar o auto-exame, os homens devem estar atentos à:
-perda de pigmentação ou manchas esbranquiçadas;
-feridas e caroços no pênis que não desapareceram após tratamento médico, e que apresentam secreções e mau cheiro;
-tumoração no pênis e/ou na virilha (íngua);
-inflamações de longo período com vermelhidão e coceira, principalmente nos portadores de fimose.
“Ao notar qualquer um destes sinais, é necessário procurar um médico imediatamente”, recomenda Ricardo Roca.
Ricardo Felts de La Roca

O urologista dirige a Clínica e Cirurgia Urológica Dr. Ricardo Felts de La Roca. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia, Mestre em Cirurgia Geral pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O médico também é assistente estrangeiro da Faculdade de Medicina de Paris V – Hospital de la Pitié-Salpetrière, fellow do Colégio Internacional dos Cirurgiões e Membro Correspondente da Associação Americana de Urologia e da Associação Francesa de Urologia.

SERVIÇO:

Clínica e Cirurgia Urológica Dr. Ricardo Felts de La Roca
Endereço: Alameda Lorena, 131.
Conjuntos 85 e 87.
Jardim Paulista
São Paulo-SP
Atendimento: De segunda a sexta.
Horário: 08h30min às 19h00min horas.
Telefone: (11) 3053-6960 / 3053-6961.

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