terça-feira, 9 de junho de 2009

GINÁSTICA PARA O CÉREBRO AJUDA A CONTER A PERDA DE MEMÓRIA E O AVANÇO DE DOENÇAS DEGENERATIVAS


Que exercícios físicos diários são ótimos para a manutenção da saúde corporal todo mundo já sabe, mas o hit do momento é a ginástica para o cérebro, propagada pelos neurologistas como a melhor maneira de não somente manter em dia as funções como memória, racicionio, lógica, como também fazê-las melhorar em performance.

“Através destes exercícios podemos trabalhar diferentes partes do cérebro, estimulando funções cognitivas, melhorar o QI, aumentar a velocidade do raciocínio e assim por diante”, relata o Dr. Cláudio Fernandes Corrêa, especialista em neurocirurgia funcional.

“Diversos estudos ao redor do mundo vêm confirmando os benefícios dos exercícios para a mente e indústrias de vários segmentos, assim como associações de assistência a doenças que comprometam o desempenho cerebral, como Alzheimer, vem investindo em programas chamados de anti-envelhecimento”, complementa o médico.
É o caso do portal www.mybraintrainer.com, auto-intitulado como a primeira academia virtual de ginástica mental e que validado por pesquisadores das universidades de Santdford, San Diego, Western Ontário e de Irvine promete resultados efetivos para a melhora da performance do cérebro em apenas 21 dias.

Nos Estados Unidos diversos retiros para a terceira idade têm desenvolvido programas para “exercitar” o cérebro, onde além de sistemas similares ao conteúdo do mybraintrainer.com, realizam jogos e outras atividades que envolvam o raciocínio matemático e lingüístico. Diferenciais que tem sido levados em conta quando a família precisa deixar um idoso sob cuidados especiais.

Dentre algumas das atividades sugeridas pelo médico, e que podem ser praticadas em casa e sem grandes recursos, estão: ler livros, jogar xadrez, fazer palavras cruzadas e escrever sobre as atividades diárias - mantendo um diário rico em detalhes. Exercícios físicos como caminhar, nadar, hidroginástica e hidroterapia, também melhoram a circulação cerebral e, indiretamente, a memória.

“Os apelos para os programas que exercitam o cérebro são grandes, principalmente porque não apresentam efeitos colaterais como certos medicamentos e se não faz bem, também não faz mal”, conclui o médico.