Seguidores

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Fale com o silêncio




Quando a inquietação te alcançar,
Fale com o silêncio,
E ele te passará mensagens tranqüilizadoras.
Quando a raiva te visitar,
Fale com o silêncio,
E ele te acalmará,
Não deixando que atitudes precipitadas
Firam a você e aos outros.
Quando a incerteza se manifestar,
Fale com o silêncio,
E ele te apontará o melhor caminho,
Evitando que você se desgaste.
Quando a tristeza e a dor se manifestarem,
Fale com o silêncio,
E ele te aliviará.
O silêncio é nosso grande aliado.
O silêncio é antídoto para o stress, depressão e tédio.
Ele é irmão da paz, da calma e da esperança.
Ele é filho da sabedoria.
Com Deus ele aprendeu a linguagem,
Que fala diretamente a alma e ao coração.
Ele tem muito a nos ensinar...
Fale com o silêncio.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Escolhas

Escolhas minhas,
Deixaram feridas,
Causaram colapsos,
Determinaram fracassos.

Escolhas minhas,
Atividade incessante,
Caminho do meio,
Viver estressante.

Escolhas minhas,
Proteger animais,
Falar com o silêncio,
Não conter o que penso.

Escolhas certas,
Transmitir o que sei,
Lutar pela ética,
Buscar e aprender.

Escolhas certas,
Bom alimento,
Para corpo e alma,
Aprender a ter calma.

Escolhas certas,
Amar, ser amado
Acreditar no amanhã
Envelhecer ao seu lado.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Álcool e festas de final de ano

Em períodos festivos, como Natal e Ano Novo, o consumo abusivo de bebidas alcoólicas é frequente, o que pode aumentar a probabilidade de ocorrência de acidentes de trânsito, situações de violência, casos de afogamentos, entre outros problemas graves relacionados ao uso de álcool. Gostaríamos de fornecer nossos contatos e listar algumas sugestões de pautas do CISA – Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (www.cisa.org.br), organização não governamental que se destaca como uma das principais fontes sobre o tema no Brasil.


Podemos contribuir em suas reportagens com informações sobre os seguintes assuntos:


Álcool e trânsito: Análise divulgada pelo National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism (NIAAA), dos Estados Unidos, confirma maior probabilidade de pessoas morrerem devido a acidentes de trânsito relacionados ao uso de álcool na véspera do Ano Novo do que em outros períodos do ano. No Brasil, apesar da escassez de estudos sobre a direção de veículos automotores sob a influência do álcool, uma pesquisa com 333 adultos participantes do I Levantamento Nacional Domiciliar sobre Padrões de Consumo de Álcool (entre 2005 e 2006) revelou uma prevalência de beber e dirigir de 34,7%.


De acordo com o levantamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF), divulgado no início de 2010, de 19 de dezembro de 2009 até 3 de janeiro de 2010, foram registrados 8.882 acidentes nas rodovias federais de todo o país. Do total de acidentes, a PRF detectou 455 mortos, um aumento de 4% no número de mortos em acidentes nas rodovias federais em comparação ao mesmo período do ano passado, e 5.693 feridos. As regiões Sul e Sudeste foram responsáveis pelos maiores registros de acidentes.


Recentemente, o I Levantamento Nacional sobre Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas entre Universitários das 27 Capitais Brasileiras mostrou que 18%, dos quase 18 mil universitários entrevistados, já havia dirigido sob o efeito de álcool e 27% relataram ter pego carona com um motorista alcoolizado.



Álcool e violência: Estudo brasileiro destaca o uso de álcool como um fator importante no processo de vitimização por homicídios em São Paulo. Entre os resultados, a pesquisa apontou que 43% das vítimas de homicídios analisadas apresentaram níveis de álcool no sangue superiores a 0,2g/l, e que 56,4% das vítimas mortas nos fins de semana estavam alcoolizadas, o que pode estar relacionado ao consumo de álcool de alto risco em bares e festas, mais comuns nesses dias.



Álcool e afogamento: A combinação de bebida alcoólica e banho de mar ou em rios, represas e cachoeiras pode tornar-se perigosa, principalmente quando associada à imprudência e desconhecimento das áreas de perigo. Estima-se que o uso de álcool esteja associado a cerca de 25 a 50% das mortes de adolescentes e adultos relacionadas a atividades recreativas aquáticas.



Mitos sobre o consumo de álcool: Grande parte das pessoas que bebe em ocasiões festivas acaba tendo problemas com a direção de veículos, porque não são capazes de reconhecer que a destreza necessária para a direção, além de outras habilidades importantes, como a tomada de decisões, são prejudicadas muito antes dos sinais físicos da embriaguez começar a aparecer. Outro engano muito comum é subestimar os efeitos duradores do álcool em nosso corpo. Alguns acreditam que parar de beber ou tomar um copo de café podem torná-los aptos a dirigir com segurança. A verdade é que o álcool continua a afetar o cérebro, mesmo após a última dose, prejudicando a coordenação e a capacidade de julgamento até mesmo horas depois da ingestão de bebidas alcoólicas.



Ressaca: Em época de festividades, outra consequência frequente é a “ressaca”. O CISA reforça que a única maneira de ter certeza de que não terá ressaca é não beber abusivamente. Se for beber, que seja de forma responsável e moderada, hidratando-se e comendo bem para evitar a hipoglicemia.



Lei Seca: O CISA destaca a influência positiva da Lei 11.705/08, popularmente conhecida como Lei Seca, para a mudança de comportamento dos motoristas, que se tornaram mais responsáveis em relação à mistura “álcool e direção”. A ONG defende, ainda, a intensificação da fiscalização e a aplicação de punição para os infratores como formas de garantir a continuidade da eficácia da lei.



Entrevistas: Para possíveis matérias sobre os assuntos relacionados a álcool e saúde, sugerimos entrevista com o Dr. Arthur Guerra de Andrade, presidente do CISA, Professor da Universidade de São Paulo (USP), psiquiatra e especialista em dependência química ou com a Dra. Camila Magalhães Silveira, psiquiatra e coordenadora do CISA.



Sobre o CISA

O Centro de Informações sobre Saúde e Álcool – CISA, organização não governamental criada em 2004 pelo psiquiatra e especialista em dependência química Arthur Guerra de Andrade, é hoje a maior fonte de informações no país sobre o binômio álcool e saúde. Por meio de seu website (www.cisa.org.br), o CISA dispõe de um banco de dados com mais de 1.600 títulos, desde publicações científicas reconhecidas nacional e internacionalmente, dados oficiais, até notícias publicadas em jornais e revistas destinados ao público em geral. Além de estar comprometido com o avanço do conhecimento na área de saúde e álcool, o CISA também atua na prevenção do abuso e nos problemas do uso indevido da substância, por meio de parcerias e elaboração de materiais de apoio a pais e educadores.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

NÃO! AO USO DE PELES DE ANIMAIS

Leiam essa postagem na REDEBICHOS e assinem o abaixo assinado contra o uso de peles de animais 


http://redebichos.ning.com/group/abaixoassinados/forum/topics/contra-o-uso-de-peles-em?xg_source=activity




A pessoa que eu amo nunca usaria pele de animais. Pele me faz pensar em mulheres rasas, que não têm consciência. A indústria de peles pertence a uma época em quem as pessoas eram inacreditavelmente egoístas. Se você fosse uma espécie de chefe de organização tribal e não existisse uma loja de departamentos, 350 anos atrás, eu entenderia. Mas hoje em dia temos fibras sintéticas e usar peles não é mais uma necessidade. O elitismo das peles me deixa com vontade de vomitar. --Gavin Rossdale (ator e ex-integrante da banda inglesa "Bush")








Não incentivem essa prática nefasta. Abaixo destaco alguns parágrafos sobre uso de peles de animais,e destaco a seguir uma mensagem que recebí na REDEBICHOS: 


GENTE, VCS VIRAM NA NOVELA TITITI, NO DIA 6º E SABADO (03 E 04/12) , SE NAO ME ENGANO, A PERSONAGEM DA BETE GOFMANN (HELP) USANDO UMA PELE, PARECE UMA RAPOSA, COMO SE FOSSE UM CACHECOL????

FIQUEI PASMA NA HORA Q VI, A MIDIA INCENTIVANDO UM PESSIMO PENSAMENTO NAS PESSOAS DE Q AQUILO É CHIQUE E ETC., SENDO Q A NOVELA FALA DE MODA (UM OTIMO INCENTIVO PARA ESTILISTAS QUE USAM ESSA TORTURA QUE É A PELE DE ANIMAIS EM SUAS ''CRIAÇOES''!

NA MINHA OPINIAO, A NOVELA TITITI, NA VERDADE A GLOBO, PODERIA REVERTER ESSA SITUAÇAO, USANDO A NOVELA PARA ABOLIR ESSE ''TIPO DE MODA'', MOSTRANDO A TORTURA Q OS ANIMAIS SOFREM NA HORA DO ABATE, E ASSIM CONSCIENTIZANDO AS PESSOAS EM GERAL!!! SERIA UMA OTIMA OPORTUNIDADE, NÉ!!














O uso de pele de animais pela indústria de modas vem causando muita polemica nos últimos anos e ainda hoje é um assunto que preocupa muito ambientalistas e associações de proteção dos animais da amazonia erradicadas em todo o mundo civilizado.
Doença de Pele de Animais
Doença de Pele de Animais
Durante muito tempo usar roupa, casacos ou estolas de pele animal era o sonho de meninas ricas da europa considerado muito elegante, hoje os conceitos são diferentes e há uma rejeição de grande parte das pessoas, com poder aquisitivo para tanto, em usar roupas com pele animal, no entanto ainda existem muitas pessoas que preferem estas as peles sintéticas.
Casaco de Pele de Animais
Casaco de Pele de Animais
Essa rejeição ao uso de pele de animais especialmente na confecção de roupas e acessórios de moda não são um fato isolado, aconteceu concomitantemente em todo no mundo inteiro quando ambientalistas, pesquisadores e cientistas passaram a alertar governantes e a população da degradação do meio ambiente, da extinção dos animais e das florestas, da poluição das águas e do ar.  A partir do grandeinvestimento na amazônia na aréa de concientização daí começou a surgir uma geração com os olhares mais atentos a natureza, a flora e fauna do planeta e as agressões impostas pelos seres humanos a estas espécies. Campanhas contra o uso de pele de animais ganharam o mundo da moda, e ativistas e ambientalistas ganharam a adesão de milhares de pessoas nessa causa, inclusive muitos estilistas hoje levantam essa bandeira nos eventos moda e defendem a preservação das espécies, abominando o uso das peles dos animais em suas roupas.
Pele de Animais
Pele de Animais
Entretanto mesmo com todas as campanhas em defesa dos animais, e levando ao conhecimento público as atrocidades cometidas para a retirada da pele dos animais, milhões de animais são mortos anualmente para atender o mercado. (Muitas vezes a pele é retirada enquanto os animais estão vivos para que a pele não perca sua qualidade e seu valor comercial).
Se a maioria das pessoas se contenta em usar um casaco de pele sintética por se considerar ecologicamente correta, a maioria ainda não abre mão de um sapato, cinto ou bolsa de couro quando tem condições para isso, como podemos ver nos últimos desfiles de moda,  entretanto esses produtos também são de origem animal. A indústria do sintético vem crescendo e se aperfeiçoando sistematicamente,  hoje temos o couro sintético que não perde em qualidade e beleza para o couro de origem animal, assim como a pele sintética que adorna belissimamente as roupas das mais famosas grifes. As peles e tecidos sintéticos têm muitas vantagens sobre a pele de origem animal, seja em durabilidade, beleza e também na qualidade técnica, pois é desenvolvida com alta tecnologia.
Estar na moda não é só uma questão de “parecer” bem vestida e usar as ultimas tendências, uma pessoa para estar na moda nos nossos dias precisa também personalidade, consciência, respeitando os valores naturais e a vida. Ao optar por produtos alternativos a pele e couro de animais estaremos colaborando para extinguir com essa barbárie que ainda acontece com os animais em pleno século XX.
Vejam tambem 

Depois de tudo isso você ainda acha normal usar pele de animal?

Como o cigarro afeta as crianças

A abordagem do tema nas salas de aula e o exemplo dado em casa podem evitar que crianças se tornem fumantes


Os primeiros registros de uso do tabaco datam de meados do século IX, utilizado por tribos indígenas em seus rituais religiosos. Historiadores acreditam que a migração das tribos foi responsável pela introdução do tabaco no Brasil.



A expansão, porém, só começou no século XX, paralelamente ao desenvolvimento da publicidade e marketing. Cigarros eram distribuídos gratuitamente para as tropas durante a Primeira Guerra Mundial, o que ajudou a popularizar ainda mais o consumo. Em tempos de guerras e crises econômicas, o cigarro era bastante valorizado.



Segundo a última pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em 2009, 15,5% da população brasileira fuma. O que mais preocupa na verdade é a iniciação ao tabaco de adolescentes e crianças, que têm começado cada vez mais cedo, seguindo muitas vezes o exemplo visto dentro de casa.



Recentemente, foi notícia nos jornais e sites da internet o caso de uma criança de 2 anos na Indonésia que fumava mais de 40 cigarros por dia. No país não é chocante ver uma criança fumando: 25% das crianças locais já tiveram contato com o fumo, segundo dados da Agência Central de Estatísticas.



No Brasil, uma lei aprovada em 2008 proíbe o fumo nas áreas internas das instituições de ensino, mas os alunos ainda contam com os intervalos quando, em algumas escolas, é permitido sair.



“As escolas devem proibir o fumo e tratar o assunto dentro das salas de aula de forma transversal, pois há interface com a questão econômica, com o meio ambiente e têm impactos na saúde de quem fuma, de quem produz o tabaco e de quem convive com fumantes”, explica a diretora executiva da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), Paula Johns.



O fumo e o tabagismo passivo, inclusive, pode interferir no rendimento escolar, com a piora de doenças respiratórias como asma e bronquite, que culminam no aumento de faltas, maior dificuldade para acompanhar o ensino e recuperar a matéria perdida.



Por isso, é muito importante que os pais também desempenhem seus papéis dentro de casa. O ideal é que o tema seja abordado com honestidade e clareza e que, no caso de pais fumantes, que estes reconheçam a dependência ao invés de banalizar o tabagismo.



As medidas necessárias para evitar que uma criança se interesse pelo cigarro, no entanto, vão além das escolas e do exemplo dos pais. É necessário que os cigarros não sejam colocados no mesmo patamar que outros produtos, expostos em todas as esquinas, bares padarias, entre outros, alerta Paula.



“Os cigarros devem ser armazenados embaixo do balcão, e não expostos. Ao contrário, eles costumam estar ao lado de produtos de bomboniere e revistas. A prática cria uma espécie de ritual de passagem em torno do consumo de cigarros, tornando-os atraentes para crianças e adolescentes, que acabam comprando para se sentirem donas do próprio nariz.”



Problemas respiratórios e consequências em crianças



As crianças são as que mais sofrem com o fumo passivo, principalmente até os dois anos de idade. Doenças como asma, otite média, rinite e alergias, frequentemente desencadeadas ou agravadas pelo cigarro, podem segui-las pelo resto da vida.



“Além das doenças, existem evidências que ligam índices maiores de morte súbita em crianças expostas ao tabagismo passivo. Por isso é importante que os pais evitem o cigarro dentro de casa não só com crianças pequenas, mas com todas as idades”, alerta Paula.



Evitar o cigarro dentro de casa não só garante a saúde das crianças, mas evita que ela se torne um fumante precoce e ajuda a construir um futuro melhor para nossos filhos.







Acontece Comunicação e Notícias



FRANCISCO DAMASO VASCONCELOS NETO PUBLIC



E-mail acontece@ajato.com.br> Fone (11) 38736083

População é orientada a observar qualidade dos medicamentos fitoterápicos

Fitoterápicos são feitos a partir de plantas medicinais e atuam como uma opção terapêutica benéfica/Foto: MDA Todos os fitoterápicos comercializados no Brasil devem ter registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) . Segundo boletim divulgado pelo Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça e a Anvisa, há perigos em se utilizar medicamentos que não tenham registro. Além de serem ilegais, não há controle sobre qual a composição e origem desses produtos. Por este motivo, não há como garantir segurança e qualidade em seu uso.

De acordo com o boletim, os medicamentos fitoterápicos são feitos a partir de plantas medicinais e atuam como uma opção terapêutica benéfica à população no combate e prevenção de doenças. Mas é preciso estar atento à qualidade desses remédios, mesmo sendo naturais. A recomendação é que ao comprar um fitoterápico, o consumidor observe se a embalagem possui o número de registro da Anvisa, os dados da empresa (CNPJ, razão social, endereço, etc.) e o número do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). Antes de consumi-los, busque orientação de um profissional e siga corretamente as instruções da bula e da rotulagem. Sempre desconfie de medicamentos que prometem curas milagrosas.

Se você encontrar produtos com suspeitas de irregularidades, denuncie à Vigilância Sanitária mais próxima ou através do e-mail: ouvidoria@anvisa.gov.br

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Com caminhão adaptado, médico leva atendimento de saúde a comunidades desassistidas

O projeto de Roberto Kikawa já beneficiou mais de 24 mil pessoas, em 15 cidades do Brasil

Roberto Kunimassa Kikawa, 40, é um dos seis finalistas da 6ª edição do Prêmio Empreendedor Social 2010, promovido no Brasil pela Fundação Schwab, em parceria exclusiva com o jornal Folha de S.Paulo. O prêmio destaca pessoas que atuam há pelo menos três anos de maneira inovadora, sustentável e com forte impacto positivo na sociedade ou em áreas como ambiente, educação, infância e saúde.

Esse médico paulistano criou o maior centro médico móvel avançado do mundo — conhecido como Carreta da Saúde —, que atende dez especialidades. Em 2008, um caminhão foi adaptado e equipado com aparelhos de diagnóstico de última geração, para tratar as doenças de mais incidência no país. Associado aos exames, o Cies (Centro de Integração de Educação e Saúde) promove a conscientização da população sobre cuidados básicos, prevenção de doenças e utilização dos serviços médicos públicos.

O método inova também pela gestão compartilhada, que envolve e mobiliza governo, empresas, sociedade civil e comunidades. Os atendimentos são autossustentáveis e baseados na tabela SUS (Sistema Único de Saúde). Já beneficiaram mais de 24 mil pessoas, em 15 cidades, de três Estados. Outros 50 municípios brasileiros manifestaram interesse na proposta, bem como países como Angola, Colômbia, Itália, Níger, Panamá e Venezuela.

Kikawa formou-se em medicina em Londrina (PR), tem especialização em gastroenterologia e mestrado nessa área na USP (Universidade de São Paulo). Desde a residência, atende em Heliópolis, região de alta vulnerabilidade na zona sul de São Paulo (SP). Já atuou no renomado hospital Sírio-Libanês. Atualmente, é diretor do hospital São Camilo e professor-titular do centro universitário de mesmo nome, além estar na direção do serviço de endoscopia de mais quatro hospitais.

Saúde ao alcance de todos
A concepção da carreta surgiu em decorrência de um antigo pedido de seu pai, que, antes de morrer, vítima de câncer, solicitou ao filho que se tornasse um profissional diferenciado pelo amor e atenção para com os pacientes. O apelo deu rumo à carreira de Kikawa. Lutando contra o preconceito, conseguiu implantar no Hospital Santa Marcelina, na zona leste de São Paulo, modelos de atendimento utilizados no Sírio-Libanês. Provava, assim, ser viável prestar serviço de qualidade no setor público na periferia, com mais de mil atendidos ao mês.

Em Itaquaquecetuba (SP), o médico testemunhou a realidade da população sem recursos: “Como falar da importância de lavar as mãos para quem nem água tinha para cozinhar?”, lembra. Dessa constatação nascia, em 2008, a base do que hoje é o projeto Cies: levar a qualquer comunidade atendimento médico preventivo especializado, humanizado e de alta tecnologia, focando em tratar, educar e prevenir.

Um caminhão totalmente equipado solucionou o desafio. Ele dispõe de ultrassonografia, manografia digital, endoscópico de pequeno porte e minicentro cirúrgico, ligados a um vestiário, salas de limpeza, desinfecção e esterilização, entre outras instalações.

Para a vendedora Ana Paula Andrade, 26, o projeto ajuda quem depende do precário sistema de saúde pública. “Não tenho plano de assistência médica particular. Quando fiquei sabendo do atendimento da carreta, liguei imediatamente. Aqui não preciso pagar, é tudo de graça e rápido. No hospital público, para marcar uma consulta, pegar pedido e fazer os exames, demoraria pelo menos 60 dias. Na carreta, fui atendida na mesma semana em que agendei. Sem dizer que um exame cardiológico custaria R$ 250 e o de mama, R$ 120” relata.

Para ampliar o atendimento do Cies, Roberto Kikawa estuda implantar outros dois tipos de estrutura móvel de saúde. Uma delas é a UTE (Unidade de Transporte Especial), van com equipamentos para exames de radiologia digital e ultrassom/ecocardiografia. A outra opção ganhou o nome de Transbox da Saúde. Trata-se de uma estrutura tipo contêiner, facilmente transportada por caminhão-guincho, catamarãs ou balsas, visando ao atendimento de populações ribeirinhas.

Site do Projeto Cies: www.associacaoebenezer.org.br

MAIS INFORMAÇÕES:
O Prêmio Empreendedor Social destaca líderes sociais que atuam há pelo menos três anos, de maneira inovadora, sustentável e com forte impacto positivo na sociedade ou em áreas como ambiente, educação, infância e saúde. Podem concorrer líderes de cooperativas, empresas sociais, ONGs e Oscips, além de pessoas físicas que executem iniciativas pioneiras —como a criação de um produto ou serviço, ou a aplicação diferenciada de tecnologias já conhecidas.
Vejam também:

http://www.google.com.br/url?q=http://jovempan.uol.com.br/videos/roberto-kikawa-fala-sobre-a-carreta-da-saude-48156,1,0&sa=X&ei=SLDtTKrCCsH68Aa878GaAQ&ved=0CC0QuAIwAw&usg=AFQjCNHXBTUfBfu50v_ZouObAEIcnuturQ


REALIZAÇÃO: Folha de S. Paulo e Fundação Schwab
PATROCÍNIO: CEF (Caixa Econômica Federal)
APOIADORES:
Apoio estratégico: sitawi.
Apoio: Artemisia Modelo de Negócios Sociais, Folha Online, The Hub Brasil, UOL, Sator.
Divulgação: Ashoka Empreendedores Sociais, Ceats-FIA (Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor da Fundação Instituto de Administração), Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Gife (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas), Iats (Instituto de Administração para o Terceiro Setor), P&B Comunicação.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Como controlar o suor excessivo.

Republicando uma antiga mas super útil postagem!
Antigamente eu suava demais nos pés, chegava até forrar os sapatos. Mas a partir do momento em que aprendi a equilibrar a alimentação, principalmente através da macrobiótica o excessivo suor nos pés desapareceram. Então se tem esse problema, recomendo que leia sobre a macrobiótica e passe a usar algumas de suas orientações. Mas como regra geral procure usar produtos integrais, não use ou use um mínimo de farinhas refinadas e açucares, tome chá verde e somente beba água quando tiver vontade e com PH acima de 7, jamais beba refrigerantes nem consuma produtos enlatados, embutidos e artificiais.





O suor é considerado um problema?
Nós os mamíferos absorvemos líquidos e precisamos eliminá-los. Este equilíbrio é auxiliado pela evaporação através da pele chamado suor que tem a função de manter  estável a temperatura do organismo em torno de 36 a 36,5ºC.
Quando o excesso de transpiração ocorre chamamos de Hiperidrose.
O excesso de suor geralmente é relatado pelos pacientes, pois é desagradável para que possui e para quem está perto afirma Dr Alderson Luiz Pacheco, cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que trata a hiperhidrose com botox e em casos excessivos indica a cirurgia.
Dr Alderson relata que há escalas próprias (sudorímetros) de medição, mas elas somente são utilizadas em trabalhos científicos e 1% a 2,5% da população que têm doença de suor excessivo, isto é , hiperidrose.
As partes do corpo mais afetadas são as mãos (hiperidrose palmar), os pés (hiperidrose plantar) e axilas (hiperidrose axilar), e ela ainda pode se manifestar na face e no couro cabeludo (hiperidrose crânio-facial).


Como controlar a transpiração?

As causas do suor em excesso são desconhecidas, sabe-se que a quantidade da transpiração é uma característica individual ligada a raça (devido ao número e tamanho das glândulas sudoríparas- fatores genéticos) condições como temperatura e umidade externas, atividade física (metabolismo), fatores psicológicos, além do consumo de álcool, cafeína, drogas ilícitas ou medicamentos, doenças específicas como obesidade, menopausa, alterações endócrinas ou neurológicas (disfunções do sistema nervoso) também causam hiperidrose.
Não bastasse o excesso de suor, pode ocorrer o excesso de odor ou odor desagradável chamado bromidrose causando problemas estéticos e sociais.

Existe mais de um tipo de transpiração?
As glândulas écrinas são responsáveis pelo suor fluído, e geralmente inodoro e de distribuição mais generalizada As glândulas écrinas são encontradas principalmente na testa, palma das mãos e sola dos pés e excretam principalmente água e sais.
As apócrinas surgem após a puberdade e se restringem às axilas, regiões periumbelical, anogenital, perimamilar, prepúcio, escroto, na testa, palma das mãos e sola dos pés, e produzem uma secreção de aspecto leitoso, sem odor ou de odor suave.
Glândulas sudoríparas apócrinas contém água, gordura e resíduos de nosso metabolismo corporal: Lipofucsina. A maioria dessas glândulas é desencadeada por emoções.
O cheiro característico das regiões axilares são mais evidentes por causa da flora bacteriana local. Nós pés, há ainda a umidade, que pode ser muito incômoda e de difícil controle.

Para controlar o cheiro característico da sudoreseee nada melhor que o desodorante. Há dois tipos de desodorantes: os desodorantes antiranspirante e os antiperspirante: Ambos combatem o odor característico da transpiração, porém o antiperspirante reduz a sudorese e o antiranspirante não.
Após a depilação deve-se ter cuidado com os desodorantes para não causar alergia. O recomendado são produtos suaves evitando-se aqueles que contenham álcool etílico.
Existe uma variedade de produtos, são spays, cremes, sticks e roll-nos, para peles sensíveis.

Desodorante Antiperspirante:  Minimiza a quantidade de suor eliminado. Essa redução na umidade da área diminui a chance de proliferação das bactérias. Existe, porém, o risco de obstrução dos poros e inflamação da glândula. Algumas pessoas podem apresentar, ainda, irritação a componentes derivados do alumínio, como hidróxido e cloridróxido de alumínio. 

DESODORANTE:
 Não regula a transpiração, no entanto, conta com ingredientes anti-sépticos, que inibem o crescimento de bactérias na região. A princípio, isso elimina o mau cheiro causado pelos microorganismos. Há versões sem perfume e com aromas variados – basta escolher a que mais lhe agrada. Se apresentar algum tipo de alergia ou qualquer outra reação, substitua por outra disponível no mercado
.

O suor tem cor?
Há também casos em que o suor chega a provocar manchas nas roupas, na área das axilas, pois o suor tem a cor alterada. A isto se chama de CROMIDROSE.
A cromidrose é o suor colorido (azulado, amarelo, preto, vermelho ou sangüíneo), geralmente ocorre nas axilas por pigmentos endógenos (lipofucsina, medicamentos, doenças hemorrágicas e escorbuto) ou são de origem exógena pela ação de bactérias cromogênicas, tipoCorynebacterium.

Por que o suor mancha as roupas? O que fazer para evitar e tirar as machas?
O que mancha a roupa não é o suor, mas os sais de alumínio e derivados que contém os desodorantes antitranspirantes, inclusive um dos possíveis causadores do câncer de mama. 
Manchas amareladas de suor podem ser retiradas com sumo de limão. Coloque sobre a blusa seca e deixe por um tempo. Depois, coloque-a de molho com sabão em pó no máximo por 3 horas, pois após este período o sabão em pó perde o efeito. outra dica é eliminar manchas de suor de roupas, esfregando-as com uma solução igual de álcool e amoníaco.


O uso continuo de antitranspirantes faz mal à saúde? Se sim, por qual produto substituir?
Os sais de alumínio e derivados que contém os desodorantes antitranspirantes, são um dos possíveis causadores do câncer de mama. O recomendado são produtos suaves evitando-se aqueles que contenham álcool etílico.


Por que a transpiração tem mal cheiro? Como diminuí-lo?
Formado por 99% de água, nele também encontramos alguns sais minerais, cloreto de sódio, e substâncias tóxicas como a ureia que, apesar da pequena quantidade, é responsável pelo cheiro desagradável. 
Podemos diminuir a transpiração com a aplicação de botox.

Complementando as questões:

Considerado um dos procedimentos não cirúrgicos mais realizados no Brasil, o botox também é usado no tratamento da hiperidrose
O suor excessivo além de ser desagradável, pode comprometer a vida pessoal, profissional e afetiva de quem sofre com o problema. A hiperidrose atinge 1% da população mundial e ocorre devido à hiperatividade das glândulas sudoríparas e pode ser influenciada por fatores como exercícios físicos, temperatura e ansiedade. A doença é classificada como primária, quando é desencadeada na infância e aumenta na adolescência , ou secundária, quando surge a partir de tumores, lesões, distúrbios psiquiátricos, entre outras causas.
Segundo o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, um dos tratamentos utilizados com sucesso para amenizar a hiperidrose é a aplicação de toxina botulínica. “A substância pode ser utilizada no tratamento de rugas na face, pescoço envelhecido, assimetrias, espasmos e paralisias faciais, além de ajudar nos casos de hiperhidrose e bromidrose (suor com cheiro desagradável)”, afirma. 
A doença afeta principalmente as mãos, pés, axilas e o rosto, mas pode se manifestar em outras partes do corpo. O incomodo é grande, já que a pessoa sempre tem que estar lavando as mãos e não consegue esconder a transpiração que deixa as roupas molhadas. Pacheco explica que é possível aplicar o botox nas mãos, axilas e em outros locais. “O tratamento elimina completamente o suor, mas não é definitivo. A reaplicação varia de acordo com o paciente e ela pode ser feita a cada seis ou 12 meses”, ressalta.
A vantagem do botox é que para realizar o procedimento não é necessário internação e o paciente pode voltar as suas atividades no mesmo dia. “A hiperidrose também pode ser tratada através de uma cirurgia chamada de Simpatectomia. Apesar do resultado ser definitivo, há riscos de complicações irreversíveis. Já o botox não apresenta efeitos colaterais”, esclarece. 
A substância age como um bloqueador do estímulo constante nas glândulas sudoríparas que provoca o excesso de suor. “O nervo volta ao normal e não há mais a passagem do estímulo. Após um período de tempo da aplicação do botox, o nervo volta a se religar a glândula e o estímulo retorna, ocasionando suor excessivo novamente. Conforme são feitas as aplicações, a intensidade da hiperidrose vai diminuindo e o paciente demora cada vez mais para fazer o procedimento novamente”, acrescenta Pacheco.
O cirurgião explica ainda que a aplicação é simples e não exige muitos cuidados  antes nem depois. O paciente recebe anestesia local e o profissional aplica a toxina na pele das regiões atingidas. “A técnica dura cerca de 40 minutos nas mãos e 20 nas axilas. Antes da aplicação é necessário apenas fazer higiene do local que será tratado com sabonete. No caso das mãos é recomendado evitar poeira e sujeiras como graxa por um ou dois dias após a aplicação”.

sábado, 20 de novembro de 2010

Pessoas fortes e atuantes é que fazem a diferença no mundo

A cada um é dado conforme sua capacidade. Pessoas fortes, persistentes e atuantes muitas vezes ficam com a impressão de que para elas as coisas são mais difíceis e que os caminhos que trilham são os mais árduos. Mas na realidade esse tipo de gente é que faz a diferença no mundo!!!


Fracos e acomodados parecem levar a vida numa boa. Eles chegam a debochar daqueles que lutam para melhorar o mundo. Na realidade, são vultos na multidão que não cumprem o papel que deveriam ter no mundo, e ao perceberem questões antiéticas, sofrimentos dos semelhantes e dos animais, chegam até a se sensibilizarem ou se solidarizarem, mas nada fazem para não se comprometerem ou para não sairem da zona de conforto. Esse tipo de gente merece pena! 



domingo, 7 de novembro de 2010

O TEMPO

Vinca o rosto
Enobrece o vinho
Refina o gosto
Ensina ao bruto

Cobra imposto
Fecha a trilha
Mostra o desgosto
Ensina o caminho

Educa aos filhos
Modifica o carma
Cicatriza feridas
Ensina a alma

Traz a  esperança
Entrega a herança
Renova a criança em nós
O TEMPO
Trará a era de um mundo melhor


sábado, 16 de outubro de 2010

Homenagem ao maluco beleza. How could I know

Escutem e vejam a tradução dessa música, que o doce maluco beleza deixou. Ele foi embora tão cêdo, mas deixou muita coisa para admirarmos e pensarmos a respeito.









Como Poderia Saber

Reformulação,
Reorganize o jogo no qual você se encontra
Vamos começar do início
Com confiança você irá vencer
É por esse motivo que você nasceu

Porque jesus cristo, cara
Não vai
Mais voltar
Ele estabeleceu suas leis justas
E você sabe bem
Que ele fez
Apenas o que deveria ter feito

Enquanto fui crescendo
E meu cabelo cada vez mais comprido
Me senti muito mais forte
Podia carregar meu violão,
E sabia que podia cantar!!

Mas, ei, como poderia saber?
Que o vento sopraria com a chuva
Ei, como poderia ver
O que eles fariam
De mim?

Quando pequeno, costumava sonhar
Que eu era um rei
Agora eles me ensinaram a cantar
Acho que obtive quase tudo
Que jamais poderia pedir

Você tem seu lápis, sua guitarra,
Seu amplificador
Procurando os mentirosos nojentos
Você irá colocar fogo no mundo
Assim como nero fez com roma!! sim!

Mas, ei, como poderia saber?
Que meus olhos podiam ver no escuro?
Ei, não me pressione
Não sou o culpado, será que você não consegue ver?

Já faz muito tempo
Desde que a última ?pele vermelha" se foi
Quem sabe você não será o próximo
A entrar para a história...





How Could I Know

Reformulation,
Rearrange the game you're in
Let us start from the begin
With confidence you'll win
That's the reason you were born

'cause Jesus Christ, man,
Won't be coming
Back no more
He set up his proper laws
And you know well that He did
Just what
He should have done

As i was growing
And my hair was getting longer
I was feeling so much stronger
I could carry my guitar,
And i knew that i could sing!!

But hey, how could i know?
The wind would blow with the rain
Hey, how could i see
What would they make
Out of me?

When i was little, used to dream
I was a king
Now they taught me how to sing
Think i've got most everything
I could ever ask for

You've got your pencil, your guitar,
Your amplifier
Searching for the lousy liars
You will set this world on fire
Like nero did to rome!! yeah!

But hey, how could i know
My eyes could see in the dark?
Hey, don't press on me
I'm not to blame can't you see?

It's been too long now
Since the latest "reb" has gone
Who knows you'll be the next
To go down in history?

Você confia nas ervas medicinais?

Reconheço o risco do uso das plantas medicinais indiscriminadamente, mas absolutamente não concordo com a posição do grande médico Drauzio Varella. O conhecimento popular não pode ser desprezado. Esse tipo de postura também acaba condenando a homeopatia e outras terapias que complementam muito bem a tradicional alopatia.

Quem abdica de um tratamento médico em detrimento de tomar ervas ou de seguir qualquer outra terapia está colocando sua saúde em risco. Ervas medicinais tomadas com cuidado podem ser excelentes alternativas como terapia complementar.

Por outro lado existem pesquisas que comprovam que algumas ervas medicinais são sim muito efetivas. As universidades podem contribuir muito aumentando as pesquisas sobre ervas naturais e não simplesmente vindo a publico para condenar algumas práticas populares consagradas. Grandes figuras das universidades contribuiriam muito mais se ao invés de virem a publico criticar, participassem de pesquisas e procurassem alternativas para complementar e até mesmo substituir as terapias tradicionais.  Enquanto isso, a biopitataria, principalmente na amazônia, explora tranquilamente nossa fauna e flora, e leva para fora do país um tesouro que fica la fora, o depois de ter os principios ativos identificados e estudados, são patenteados e depois retornam para cá na forma de remédios caríssimos, gerando bilhões de dolares para os laboratórios internacionais. Vejam: Ervas midicinais encarecem o capital estrangeiro

Abaixo a reportagem amplamente discutida na imprensa
FONTE:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI166873-15257,00-VOCE+CONFIA+NAS+ERVAS+MEDICINAIS.html




Você confia nas ervas medicinais?
Drauzio Varella, o médico mais popular do Brasil, questiona a eficácia das plantas e dos fitoterápicos e cria uma enorme polêmica
CRISTIANE SEGATTO E ALINE RIBEIRO
Rodrigo Baleia
EM CAMPO
Drauzio Varella na Amazônia, onde há 15 anos coleta plantas para testá-las contra o câncer. “Se eu usasse esses extratos nos meus pacientes, seria criminoso”, diz
O uso de plantas medicinais é um dos traços da cultura brasileira. Todo mundo já ouviu falar sobre os benefícios de determinado chá ou de medicamentos à base de plantas, os fitoterápicos. E não só no Brasil. Os fitoterápicos movimentam no mundo US$ 14 bilhões por ano. São obtidos de plantas e vendidos em forma de extrato, tintura, óleo etc. Estima-se que no Brasil esse mercado gire em torno de US$ 400 milhões por ano e empregue 100 mil pessoas. De todos os remédios colocados nas prateleiras das farmácias brasileiras, 2,8% são feitos de vegetais. E as vendas crescem em torno de 12% ao ano, segundo a consultoria do setor farmacêutico IMS Health. No setor dos medicamentos sintéticos, chamados de alopáticos, o crescimento é menor, de 5%.
Os consumidores de ervas medicinais e fitoterápicos acreditam que eles são tão seguros e eficazes quanto as drogas convencionais vendidas nas farmácias ou distribuídas nos postos de saúde. Mas talvez não sejam. É o que Drauzio Varella, o médico mais popular do Brasil, promete discutir na série “É bom pra quê?”, que estreia neste domingo no Fantástico.
Há duas semanas, Drauzio falou sobre o assunto a ÉPOCA On-line. Criticou a falta de sólidas evidências científicas que poderiam justificar o uso de fitoterápicos. Condenou a política do Ministério da Saúde de distribuição de medicamentos fitoterápicos no SUS e a lista de 66 plantas medicinais preparada pela Anvisa para orientar o uso de chás. A reação foi imediata. Drauzio foi acusado de ser mal-intencionado, de estar a serviço da indústria farmacêutica, de tentar atrapalhar a candidatura de Dilma Rousseff. A polêmica explodiu, envolvendo médicos, consumidores e até o Ministério da Saúde.
Jaldo de Souza Santos, presidente do Conselho Federal de Farmácia, publicou uma carta aberta atacando o médico do Fantástico. “Achamos precipitada a sua opinião ao afirmar que a indicação de plantas e fitoterápicos é um erro”, disse ele. Drauzio respondeu: “Condeno a falta de estudos clínicos dignos desse nome. Enquanto admitirmos esse empirismo irresponsável, a fitoterapia jamais será levada a sério no Brasil.” No site de ÉPOCA, houve mais de 240 comentários sobre o assunto, a maioria esmagadora atacando Drauzio. No Twitter, foi criado um movimento Cala a Boca, Drauzio.
“Pelo conteúdo das críticas que recebi depois da publicação da entrevista, posso antever o que acontecerá quando a série for ao ar. Paciência”, disse o médico. Drauzio pesquisa o potencial farmacológico das plantas há 15 anos. Faz expedições à Amazônia em busca de substâncias que possam demonstrar alguma eficácia contra o câncer. É um trabalho demorado. Até agora, as plantas coletadas deram origem a 2.200 extratos. Desses, 190 apresentaram alguma atividade contra células tumorais e oito serão testados em animais. Daí a desenvolver uma droga útil para seres humanos há um longo caminho. “Se eu tratasse meus pacientes de câncer com os extratos que mostraram atividade contra células malignas em nosso laboratório, seria considerado criminoso”, diz. “Por que essa regra não vale para os que receitam produtos que não passaram pelos estudos de toxicidade e pelas avaliações clínicas exigidas dos medicamentos convencionais?” Esse é o cerne da controvérsia. ÉPOCA investigou os fatos e os mitos que animam a discussão do assunto.
Stéfano Martini
ELA ACREDITA
Maria de Fátima e o suco de berinjela que toma todos os dias: “Melhorei a alimentação, mas o que baixou meu colesterol foi ele”
Fitoterápicos são remédios iguais aos outros?
Não. Ervas e chás são usados há milhares de anos. À medida que a química foi se desenvolvendo, os pesquisadores começaram a isolar das plantas os princípios ativos responsáveis pela ação medicinal. Essas substâncias foram sintetizadas em laboratório. Ou seja: foram criadas a partir da imitação da estrutura química das plantas. Deram origem a drogas importantíssimas, alopáticas, como a morfina e a aspirina. Diferentemente das ervas, os fitoterápicos são classificados como remédios. São obtidos exclusivamente de vegetais e vendidos em forma de extrato, tintura, óleo, cápsulas etc. Para conseguir registrá-los como medicamentos, os fabricantes devem provar que conseguem manter a qualidade e a concentração do princípio ativo presente na planta. “Não é fácil manter a qualidade de um fitoterápico porque ele contém centenas de substâncias”, diz João Ernesto de Carvalho, coordenador da divisão de farmacologia e toxicologia do Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Unicamp. Quem toma 100 miligramas de aspirina sabe que está tomando 100 miligramas de ácido acetilsalicílico. Com os fitoterápicos é diferente. “Dependendo da época do ano e do tipo de extrato, é difícil manter a quantidade e a mesma concentração do princípio ativo”, diz Carvalho.
Fitoterápicos passam pelos mesmos testes científicos das drogas alopáticas?Em termos. Existem milhares de estudos feitos com espécies usadas em fitoterapia, entre as quais as oito distribuídas no SUS: alcachofra, aroeira, cáscara-sagrada, garra-do-diabo, guaco, isoflavonas da soja e unha-de-gato. A maioria dos estudos, porém, foi feita em animais ou com pequeno número de pacientes, por curtos períodos. Os poucos estudos feitos com centenas de pacientes não trazem conclusões inequívocas sobre a eficácia das substâncias. Se o fabricante de uma nova droga sintética tentasse aprová-la com base nesse tipo de evidência, não conseguiria. O desenvolvimento de uma nova droga sintética consome cinco etapas, cerca de dez anos de pesquisa e milhões de dólares. Na chamada fase III, a droga em investigação é comparada ao tratamento existente. Para ser aprovada, precisa comprovar que é tão boa ou melhor que o remédio já disponível. Nessa fase, a droga é testada em um grupo de até 1.000 voluntários. “Pesquisamos as evidências científicas relacionadas aos oito fitoterápicos oferecidos no SUS. Não encontramos estudos desse tipo”, diz Daniel Deheinzelin, professor da Faculdade de Medicina da USP.Se os benefícios das ervas medicinais não foram comprovados pela ciência ocidental, significa que eles não existem?Não. É possível que existam benefícios não comprovados, a julgar pelo uso tradicional e milenar de ervas no cuidado da saúde. É razoável supor que existam fatos verdadeiros sobre nosso corpo que não possam ser comprovados sequer pelo método adotado nos estudos clínicos mais confiáveis. Isso significa que devemos propagar todas as crendices que aparecem? Não. Uma das histórias mais populares no Brasil é a de que suco de berinjela reduz o colesterol. Depois que uma experiência de laboratório foi mostrada num programa de TV, há mais de dez anos, o “remédio” natural ganhou, para muita gente, status de verdade científica. A dona de casa Maria de Fátima Farias Bosco, de 51 anos, mora em Macaé, Rio de Janeiro, e usa vários ingredientes naturais para cuidar da saúde. Seu colesterol baixou de 258 para 191 depois que ela reduziu os doces e a carne vermelha e começou a tomar suco de berinjela. Quem levou a fama de santo remédio? A berinjela, é claro. “Descobri o suco no Dr. Google. Foi um ótimo remédio, mas minha médica não acreditou”, diz. Indivíduos têm o direito de acreditar no que bem entendem. A situação fica perigosa quando a crendice é chancelada pelas autoridades. Foi o que aconteceu na África do Sul, onde 18% da população adulta tem o vírus da aids. O ex-presidente Thabo Mbeki pregava o combate à doença com uma dieta à base de beterraba, batata, suco de limão e alho. A doença se espalhou.
A fitoterapia e as ervas medicinais são recursos para os pobres?
Em termos. A diretora da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, disse, recentemente, que a medicina tradicional baseada em ervas tem seu valor e reduz o sofrimento de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento. “Essa é a realidade, mas não é o ideal”, afirmou. “Estimamos que 60% das crianças que vivem em alguns países africanos recebem ervas para tratar a febre provocada pela malária. Mas a malária pode matar em 24 horas e as drogas modernas melhoram enormemente as chances de sobrevivência.” Os remédios naturais desempenham importante papel social, mas a adoção deles pelos governos de países como o Brasil pode ser questionada. “Não cabe às autoridades responsáveis pela saúde adotar métodos de tratamento que não têm eficácia demonstrada. Elas não podem criar uma medicina para rico e outra para pobre, baseada em tratamentos baratinhos e sem ação”, afirma Drauzio. Ele diz ter visitado em Belém uma “farmácia viva”, nome dado aos locais de cultivo e distribuição de plantas medicinais. “Lá existe uma plantinha que chamam de insulina. Chega uma pessoa pobre e ignorante e mandam tomar a planta, em vez do remédio receitado pelo médico”, afirma. O Ministério da Saúde diz estar trabalhando num projeto de regulamentação das farmácias vivas para coibir práticas inadequadas. Segundo o ministério, os fitoterápicos e as ervas não substituem o modelo de assistência farmacêutica baseado nos medicamentos convencionais. Seriam apenas mais uma opção de tratamento entre as oferecidas pelo SUS.
Fitoterápicos, ademais, não são usados apenas por pobres. Representam a primeira escolha de milhões de pessoas em países desenvolvidos como a Alemanha e os Estados Unidos. Os adeptos enxergam duas grandes vantagens. Primeira: os remédios costumam ser mais baratos que os alopáticos. Segunda: os profissionais que receitam esse tipo de tratamento têm mais disposição para ouvir angústias. Se muitos alopatas nem sequer olham os doentes nos olhos, a atenção que os especialistas em fitoterapia oferecem faz toda a diferença.

Rogério Cassimiro
ELE ALERTA
O farmacêutico Roberto Adati, fotografado em São Paulo. Ele sofreu uma reação alérgica: “Não é verdade que tudo o que é natural não faz mal”
O que é natural não faz mal?
Errado. A natureza tem venenos poderosos. É importante que o médico saiba quando o paciente está em tratamento alopático e, ao mesmo tempo, toma ervas ou fitoterápicos. O farmacêutico Roberto Adati, de 41 anos, acredita no valor dessas substâncias. Tem mestrado e doutorado no tema. Ainda assim foi surpreendido por uma manifestação inesperada. Há cinco anos, estava meio abatido e pediu ao médico uma alternativa natural. Começou a tomar cápsulas de erva-de-são-joão, usada para combater sinais de depressão leve. Depois de 20 dias, surgiram sintomas de alergia: pele vermelha e irritada e edemas. Em outra ocasião, usou unha-de-gato para aliviar dores musculares. Também sofreu alergia. “Vegetais têm princípios ativos e químicos que estimulam o sistema biológico, e podem levar a efeitos adversos como qualquer medicamento.”
Doenças graves podem ser curadas com fitoterápicos e plantas medicinais?
Não. Nenhum chá, erva, alimento ou fitoterápico é capaz de curar a aids, o diabetes, o câncer. O uso desses produtos pode aliviar sintomas. O problema é que também pode atrasar o diagnóstico de problemas graves. No caso do câncer, há outro complicador. Muitos pacientes abandonam os alopáticos ou usam produtos alternativos junto com o tratamento convencional. Em geral, a doença avança. “O potencial das plantas é grande, mas ainda é preciso avançar uma série de degraus na pesquisa científica para ter certeza de que são eficazes”, diz José Augusto Rinck Júnior, oncologista do Hospital do Câncer A.C. Camargo, em São Paulo.
Falta investimento na pesquisa de fitoterápicos?
Sim. O Brasil tem atualmente 119 laboratórios produzindo medicamentos fitoterápicos. Há 512 remédios feitos de vegetais aprovados pela Anvisa, derivados de 162 espécies. É pouco, diante da biodiversidade do país. Das 250 mil plantas catalogadas no mundo, 55 mil estão aqui. A Europa toda tem só 11 mil ervas registradas. “Não é só um patrimônio genético. É também um patrimônio cultural”, diz Roberto Boorhem, presidente da Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit). Segundo ele, as grandes multinacionais não se interessam pelos fitoterápicos porque eles não geram patente. Já os pequenos produtores de fitoterápicos não têm condições de investir no estudo de ervas desconhecidas. “Não temos fôlego financeiro para aplicar em produtos novos”, diz a empresária Poliana Emília Botelho Silva, da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina). Se testados com rigor científico e usados com critério, os fitoterápicos e as plantas medicinais podem contribuir para melhorar as condições de saúde da população. E também para o crescimento econômico do Brasil. Nesse ponto, não há controvérsia. 

Respeito aos animais. Depoimento de Christian Barnard

Infelizmente, animais são considerados como matéria prima. Poucos são os se sensibilizam com o sofrimento deles. Vejam o depoimento do grande médico Dr.Christian Barnard (médico que fez o primeiro transplante de coração em humanos.).

"Eu comprei 2 chimpanzés machos de uma fazenda de criação na Holanda. Eles viveram em jaulas separadas, uma perto da outra, por muitos meses, até que usei um deles como doador de coração. Quando nós o sacrificamos, em sua jaula, em preparação para a cirurgia, ele gritava e chorava incessantemente. Não achamos o fato significante, mas isso deve ter causado grande trauma no seu companheiro, pois quando removemos o corpo para a sala de operação, o outro chimpanzé chorava copiosamente e ficou inconsolável por dias. Esse incidente me tocou profundamente. Eu jurei nunca mais fazer experimentos em criaturas tão sensíveis." Dr.Christian Barnard (médico que fez o primeiro transplante de coração em humanos.)

Estudo inédito conduzido pelo Hospital das Clínicas de São Paulo traça perfil da mulher brasileira na menopausa




18 de Outubro – Dia Mundial da Menopausa

Estudo epidemiológico da Divisão Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da FMUSP com cerca de 6 mil mulheres, a partir dos 40 anos, aponta as doenças correlacionadas ao período do climatério, no qual ocorre a menopausa

A pesquisa “Dados demográficos, epidemiológicos e clínicos de mulheres brasileiras climatéricas”, conduzida pela Divisão Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com apoio da Bayer Schering Pharma para a publicação e a divulgação, apresenta o perfil da mulher na transição para a menopausa e na pós-menopausa. Este estudo, um dos mais amplos já realizados sobre o tema com a população brasileira, envolveu cerca de 6 mil mulheres em uma investigação com onze anos de duração (entre 1983 e 2004) realizada no Setor de Climatério do Hospital das Clínicas da USP. O resultado identifica e quantifica as principais doenças e distúrbios correlacionados à menopausa em nosso meio, tais como os típicos sintomas vasomotores (fogachos ou ondas de calor), a obesidade medida por meio do índice de massa corpórea (IMC) e distúrbios como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes e as doenças cardiovasculares, entre outros.

De acordo com o levantamento, a maioria das mulheres apresenta sintomas relacionados ao desequilíbrio hormonal (hipoestrogenismo) que afetam sua qualidade de vida, a exemplo dos sintomas vasomotores de grau leve a acentuado apresentados por 67% das mulheres (duas em cada três). Outros dados relevantes demonstram que 68,13% possuíam sobrepeso ou obesidade e 81,5% tinham algum antecedente de saúde declarado no primeiro atendimento, como hipertensão arterial (44,94%), diabetes (10,01%), tabagismo (8,39%), tireopatias – hiper ou hipotireoidismo - (7,07%), neoplasias – tumores malignos - (6,41%), entre outras patologias com menor intensidade. A Dra. Angela Maggio da Fonseca, professora associada e livre-docente da Disciplina de Ginecologia do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e coordenadora do estudo, destaca que o estudo “é uma forma de os médicos conhecerem a fisiologia deste período da mulher e possibilitar a escolha de um tratamento adequado, melhorando a qualidade de vida de todas elas”.

A idade da ocorrência da menopausa está geneticamente programada para cada mulher, mas é também influenciada por outros fatores relevantes como etnia, paridade, tabagismo, altitude, fatores socioeconômicos, contraceptivos hormonais e nutrição. Os resultados deste estudo, coincidindo com trabalhos realizados anteriormente, demonstram que a média etária de ocorrência da menopausa no Brasil é de 48,1 anos. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com o aumento da expectativa de vida da população total, considerando ambos os sexos, passando de 62,7 para 68,9 anos e a previsão de um aumento crescente da quantidade de mulheres acima de 50 anos nas próximas décadas, igualando-se em número às mais jovens, aumentam-se os anos em que elas passam a conviver com a menopausa, sendo imprescindível uma prescrição médica para o tratamento dos diversos sintomas do hipoestrogenismo.

A decisão clínica de iniciar a terapêutica hormonal em pacientes sintomáticas irá beneficiá-las ao aliviar os sintomas, proteger contra a perda de colágeno e atrofia da pele, conservar a massa óssea e reduzir o risco de fraturas por osteoporose, atuando diretamente na qualidade de vida das pacientes. O que difere as terapias são os progestagênios, pois cada um traz um tipo de benefício. Entre as terapias disponíveis no mercado, novos e melhores progestágenos, tais como a drospirenona demonstraram em diversos estudos, eficácia comprovada com menos efeitos adversos e ainda, benefícios adicionais em outros órgãos e sistemas.

O estudo da Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas também observou que a idade da mulher na época em que ocorre a menopausa tem influência significativa sobre os sintomas e as doenças correlacionadas. Comparativamente, o grupo de 1585 pacientes que tiveram a menopausa entre 41 e 45 anos de idade apresentou um percentual de 27,89% de mulheres com sintomas vasomotores acentuados, contra 18,32% entre aquelas que entraram na menopausa com idade acima de 55 anos, em um universo de 202 pesquisadas.

Considerando-se a hipertensão arterial, uma das mais importantes doenças correlacionadas, observa-se que com o aumento da idade e instalação da menopausa, ocorre elevação significativa da pressão arterial. Entre as observadas, 34,20% das pacientes acima de 55 anos apresentavam pressão arterial igual ou superior a 141/91, sendo considerados ideais os índices até 120/80. Outro aspecto relevante é a elevação da pressão arterial quando há o aumento do IMC. Entre as pacientes obesas, 40,17% apresentavam pressão arterial maior ou igual a 141/91, enquanto apenas 15,06% das consideradas magras tinham os mesmos índices de hipertensão. “A prevalência da hipertensão arterial aumenta com a idade, desta forma, é importante que seja realizada uma vigilância destes índices em todas as mulheres climatéricas”, finaliza a Dra. Angela Maggio da Fonseca.

Sobre a Bayer Schering Pharma

A Bayer Schering Pharma (BSP), divisão da Bayer HealthCare, há quase 100 anos se dedica à pesquisa e desenvolvimento de produtos que garantam a qualidade de vida da mulher em fases importantes da sua vida: Contracepção, Gravidez e Menopausa. Seus estudos resultaram nos principais hormônios utilizados até hoje pela indústria farmacêutica.

Entre as opções de medicamentos para o público feminino, a BSP comercializa Angeliq® (drospirenona), que demonstrou em diversos estudos, efeitos significativos na redução da pressão arterial das mulheres, além do alívio dos sintomas da menopausa.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...