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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Diferença de preços entre remédios genéricos chega a 1.200% em SP

Nota do Blog:

O problema maior nas diferenças de preços não é causado pelos vendedores mas pelos fabricantes que definem um preço e depois vendem com enorme desconto para grandes redes. Pequenos e médios comerciantes ficam sem margem de lucro e ainda por cima pegam fama de careiros.



Fonte G1
Edição do dia 03/06/2016
03/06/2016 08h38 - Atualizado em 03/06/2016 10h18


Pesquisadores do Procon encontram diferença assustadora.
Dependendo da farmácia, anti-inflamatório pode custar até 13 vezes mais.

A diferença de preço de remédios genéricos pode passar de 1.200% e olha que os genéricos foram criados para serem mais baratos que os de marca. O problema é que a diferença agora está entre os próprios genéricos
Os pesquisadores do Procon, aliás, imaginavam que iriam encontrar diferença de preço entre genéricos em diferentes farmácias, mas o percentual é assustador. Especialmente em uma época de dinheiro curto, o negócio é pesquisar mesmo e não comprar logo de cara o primeiro só porque é muito mais barato que o de marca.
A pesquisa mostrou que os genéricos são em média 57% mais baratos que os remédios de marca, mas ainda assim, se você vai comprar remédio, mesmo que seja o genérico, cuidado para não jogar dinheiro fora.
As diferenças de preços são absurdas. O valor que você paga, por exemplo, em uma caixinha de anti-inflamatório dá para comprar 13 caixas do mesmo medicamento em uma outra farmácia. Vai depender da pesquisa que você fizer.
Esse é o caso do genérico Nimesulida. O mais barato sai por R$ 1,77 em uma farmácia de São Paulo e o mais caro custa R$ 23,03 em outra farmácia da capital. A diferença de preço é impressionante: 1.201%.
“É um absurdo e verdadeira, porque eu sou prova disso, porque a gente consulta preços e fica horrorizada de ver a diferença, realmente de um preço para o outro”, afirma a dona de casa Patrícia Fregonezi.
O preço da amoxilina, um antibiótico, vai de R$ 15,47 até R$ 69,36. A diferença é de 348%.
Diante de variações tão grandes, o Procon diz que o consumidor deve fazer uma pesquisa criteriosa antes de comprar.
“Colocamos no site do Procon à disposição do consumidor para que ele possa pesquisar. A orientação do Procon é que o consumidor pesquise sempre. Seja entre as farmácias, seja no órgão de defesa do consumidor, no caso o Procon, ou no próprio site da Anvisa”, afirma o diretor executivo do Procon-SP, Carlos Alberto Estracine.

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