Destaco alguns trechos extraídos do link abaixodo excelente artigo preparado por FABIANA AMARAL D’OLIVEIRA1; ANDREA ABDALA FRANK2; ELIANE DE ABREU SOARES3.
Fonte: Artigo de revisão
FERRO
.............., estudos têm verificado que existe uma forte associação entre o ferro ingerido na dieta e a doença de Parkinson. Nesse sentido, quanto maior a ingestão de ferro, maior o risco para o desenvolvimento dessa enfermidade. Constatou-se tal fato em um estudo realizado com humanos, no qual além de uma ingestão de ferro acima do normal quando comparado com o grupo controle, havia uma suplementação de ferro, com mais de 1 comprimido ao dia, aumentando-se o risco de desenvolvimento da doença de Parkinson
(POWERS et al., 2003).
Desta maneira, o aumento seletivo de ferro na mielinização dos neurônios dopaminérgicos da substância negra, possivelmente, devido ao consumo elevado de ferro, proveniente da dieta, pode ser responsável pela degeneração progressiva dos neurônios. Estudos experimentais têm demonstrado que a suplementação de ferro está relacionada com uma diminuição da atividade da enzima superóxido dismutase na substância negra (PIZZOL et al., 2001; POWERS et al., 2003).
ZINCO
........................O aumento excessivo do zinco intracelular tem sido descrito na degeneração de neurônios. O afluxo de quantidades tóxicas de zinco nas vesículas pré-sinápticas para pós-sinápticas parece degenerar os neurônios, podendo ser o principal responsável por esse processo (MOCCHEGIANI et al., 2005).
CALCIO
Em um estudo realizado em Honolulu com 7504 homens japoneses com idade entre 45 e 68 anos, durante 30 anos, buscou-se a relação entre a ingestão de leite e produtos lácteos com o risco de desenvolvimento da doença de Parkinson. O resultado demonstrou que a incidência da doença de Parkinson aumentava nos homens que consumiam leite e produtos lácteos em comparação com os que não consumiam. Infelizmente, esta associação ainda não está bem definida, e os autores acreditam que o leite e seus derivados podem alterar a absorção de componentes neuroprotetores com funções antioxidantes (PARK etal., 2005). Não se pode afirmar qual é o fator responsável pelo desenvolvimento da doença de Parkinson, se por influência do cálcio ou se pelos contaminantes presentes no leite. O mesmo estudo associou a presença de neurotoxinas do leite ao desenvolvimento da doença, sugerindo que componentes utilizados na fabricação de pesticidas e contaminantes do
leite possam ter induzido o surgimento da doença de Parkinson nesses indivíduos (PARK et al., 2005).
Recomendo que leiam o artigo completo que é bem elucidativo. ( link no começo dessa postagem)
Ressalto que como leigo que acompanha o assunto sou contra algumas práticas da "medicina ortomolecular" como receitar coqueteis de minerais. Acredito que ao longo de muitos anos as consequências podem ser nefastas. Devemos buscar os mineriais que nossa corpo precisa em alimentos saudáveis. Apenas os alimentos possuem minerais que são abosrvidos pelos alimentos de forma sutil e que jamais podem ser substituidos por formulas preparadas.
Leiam :Algumas práticas da terapia ortomolecular são proibidas
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quinta-feira, 14 de março de 2013
quinta-feira, 24 de março de 2011
Medicina ortomolecular é eficaz no tratamento de retinopatia diabética
A doença prejudica o sistema vascular e causa alterações na retina que podem levar a perda da visão.
A saúde é uma das maiores preocupações do ser humano e a sua busca por conhecimento nesta área parece não ter fim. A cada ano novas pesquisas surgem com resultados mais surpreendentes do que os encontrados anteriormente e até tornando procedimentos médicos obsoletos visando tratamentos mais eficazes, rápidos e com custo menor. São tantas descobertas que foram criados novos ramos da medicina para tratar as doenças de maneiras diferentes.
A medicina ortomolecular, por exemplo, é considerado um ramo alternativo da área da saúde que encara o paciente como um todo e encontra as soluções em substâncias e elementos naturais. “O corpo é como uma máquina, que precisa de manutenção constante para não dar defeito e suas peças necessitam estar em harmonia para funcionar adequadamente”, afirma J.H.Tamburini, especialista em Oftalmologia do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
O principal objetivo da medicina ortomolecular é estabelecer o equilíbrio químico do organismo, combatendo os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento. “Um exemplo é o tratamento da retinopatia diabética através de poderosos antioxidantes sob forma de manipulação ou de forma intravenosa, associado ao uso de medicação venosa e da ingestão de anti-angiogênicos, que potencializam o tratamento”, ressalta o especialista.
A retinopatia diabética é uma alteração na retina causada pelo diabetes. A doença origina radicais livres, que lesam o DNA e prejudicam todo o sistema vascular, principalmente os pequenos vasos localizados nos olhos, rins e coronárias. “Os olhos são prejudicados e as consequências vão desde visão borrada, perda repentina de visão e cegueira. A medicina tradicional trata a retinopatia com aplicação de raio laser, que traz melhoras temporárias e pode acelerar a evolução da catarata”, explica.
A vantagem de tratar a retinopatia diabética através da medicina ortomolecular é que as células sadias não são atingidas, o sistema vascular é beneficiado como um todo. A doença é estabilizada e não há o risco de desenvolver precocemente a catarata. “O tratamento é indicado principalmente na fase não proliferativa do diabetes. Quando a doença está mais avançada os resultados são menores”, esclarece Tamburini.
Serviço: José Henrique Tamburini
Médico Ortomolecular e Oftalmologista
Blog: http://drtamburini.blogspot.com
Email: jhtamburini@hotmail.com
Fone: 21 3393-8278 / 8102-0265
Endereço: Estrada do Galeão, 2500, Blobo B, sala 301.
A saúde é uma das maiores preocupações do ser humano e a sua busca por conhecimento nesta área parece não ter fim. A cada ano novas pesquisas surgem com resultados mais surpreendentes do que os encontrados anteriormente e até tornando procedimentos médicos obsoletos visando tratamentos mais eficazes, rápidos e com custo menor. São tantas descobertas que foram criados novos ramos da medicina para tratar as doenças de maneiras diferentes.
A medicina ortomolecular, por exemplo, é considerado um ramo alternativo da área da saúde que encara o paciente como um todo e encontra as soluções em substâncias e elementos naturais. “O corpo é como uma máquina, que precisa de manutenção constante para não dar defeito e suas peças necessitam estar em harmonia para funcionar adequadamente”, afirma J.H.Tamburini, especialista em Oftalmologia do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
O principal objetivo da medicina ortomolecular é estabelecer o equilíbrio químico do organismo, combatendo os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento. “Um exemplo é o tratamento da retinopatia diabética através de poderosos antioxidantes sob forma de manipulação ou de forma intravenosa, associado ao uso de medicação venosa e da ingestão de anti-angiogênicos, que potencializam o tratamento”, ressalta o especialista.
A retinopatia diabética é uma alteração na retina causada pelo diabetes. A doença origina radicais livres, que lesam o DNA e prejudicam todo o sistema vascular, principalmente os pequenos vasos localizados nos olhos, rins e coronárias. “Os olhos são prejudicados e as consequências vão desde visão borrada, perda repentina de visão e cegueira. A medicina tradicional trata a retinopatia com aplicação de raio laser, que traz melhoras temporárias e pode acelerar a evolução da catarata”, explica.
A vantagem de tratar a retinopatia diabética através da medicina ortomolecular é que as células sadias não são atingidas, o sistema vascular é beneficiado como um todo. A doença é estabilizada e não há o risco de desenvolver precocemente a catarata. “O tratamento é indicado principalmente na fase não proliferativa do diabetes. Quando a doença está mais avançada os resultados são menores”, esclarece Tamburini.
Serviço: José Henrique Tamburini
Médico Ortomolecular e Oftalmologista
Blog: http://drtamburini.blogspot.com
Email: jhtamburini@hotmail.com
Fone: 21 3393-8278 / 8102-0265
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