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terça-feira, 23 de abril de 2013
Diabetes: saiba como a doença afeta o coração
Estima-se que 12 milhões de brasileiros sejam diabéticos. Apesar disso, de acordo com dados do Ministério da Saúde, aproximadamente metade desse número não sabe que possui a doença, caracterizada pelos altos níveis de açúcar no sangue. A falta de conhecimento sobre esse fator é de grande periculosidade para a saúde do corpo e, principalmente, do coração.
O infarto agudo do miocárdio, quando ocorre em diabéticos, tem seus sintomas reduzidos a sensações de mal-estar, sudorese, náuseas e vômitos. A dor no peito, principal sinal de infarto, muitas vezes não se manifesta nesse quadro. “Além da neutralização dos sinais de infarto, as pessoas com diabetes normalmente carregam consigo outras doenças como hipertensão arterial, colesterol e obesidade ou peso acima do ideal. Esse conjunto proporciona um cenário de difícil funcionamento para o coração, colaborando para o acontecimento de um infarto”, explica o Dr. Marcelo Queiroga, presidente da SBHCI (Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista).
Os fatores de risco presentes no organismo do diabético podem levar ao desenvolvimento da aterosclerose, que é a formação de placas de gordura nas paredes das artérias, causando a obstrução da passagem sanguínea que leva oxigênio e nutrientes ao coração, ocasionando a angina e, no caso do rompimento de uma dessas placas, o infarto agudo do miocárdio.
“Os estudos sugerem que o bom controle da glicemia nos diabéticos é fundamental para prevenir a doença aterosclerótica. Além disso, não podemos esquecer que a prevenção e o controle dos outros fatores de risco são de extrema importância para a saúde do coração”, enfatiza o Dr. Marcelo Cantarelli, cardiologista intervencionista e coordenador da Campanha Coração Alerta da SBHCI.
Sabendo-se que o diabetes muitas vezes tem sua ocorrência devido a fatores genéticos, os médicos alertam aqueles que possuem diabéticos na família a fim de desenvolver hábitos de vida saudáveis. “Para ajudar a manter os níveis de açúcar no sangue, os diabéticos devem procurar realizar uma dieta balanceada, rica em legumes, verduras e frutas, grãos integrais e derivados do leite desnatado. Além disso, a prática de atividades físicas ajuda a manter o peso ideal”, finaliza o Dr. Marcelo Queiroga.
Campanha Coração Alerta
A SBHCI e a SBC – Sociedade Brasileira de Cardiologia – uniram-se para promover a Campanha Coração Alerta. No site (www.coracaoalerta.com.br), a população tem acesso às matérias e vídeos que, de maneira informativa, abordam temas relacionados à saúde do coração e os riscos de doenças cardíacas. Além disso, o conteúdo é divulgado por meio dos perfis nas redes sociais: Facebook (www.facebook.com/CoracaoAlerta) e Twitter (www.twitter.com/CoracaoAlerta, @CoracaoAlerta).
Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista
Fundada em 1975, a Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista – SBHCI - é uma entidade sem fins lucrativos que tem como principais objetivos zelar pelo nível ético, eficiência técnica e sentido social do exercício profissional da Cardiologia Intervencionista. A entidade é responsável por regulamentar à concessão do título de especialista, estabelecer normas e fiscalizar os serviços de cardiologia intervencionista, denunciando às autoridades competentes o não cumprimento das exigências mínimas de funcionamento. Além disso, a SBHCI promove cursos de atualização para estimular os estudos, à pesquisa científica, tecnológica e à educação continuada.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Hoje é o dia nacional de combate à hipertensão
A hipertensão mata mais 500.000 brasileiros por ano, fora o prejuizo imenso à qualidade de vida e custos enorme gerados.
Maus hábitos alimentares, vida sedentária, excesso de alimentos processados e diversos outros fatores contribuem para o avanço dessa epidemia.
Abaixo segue ótimo material extraido do site do ministério da saúde.
26/04/2011 , às 12h30
Fonte:http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&
Estudo do Ministério da Saúde mostra que a proporção aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas com mais de 55 anos
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%.
Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foram divulgados nesta terça-feira (26), Dia Nacional da Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP). Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF.
De acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade.
O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade.
“Existe uma certa estabilidade no número de hipertensos no país, em torno de 25%, considerando a população geral. Mas essa proporção dobra entre as pessoas acima dos 50 anos. Outra questão importante é o acesso à atenção primária, que justifica essa diferença entre homens e mulheres, ou seja, elas buscam mais os serviços de saúde do que eles”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
CAPITAIS – A variação entre as capitais é de 13,8%, em Palmas, a 29,2%, no Rio de Janeiro. Nos homens, as maiores frequências foram observadas no Distrito Federal (28,8%), Belo Horizonte (25,1%), e Recife (23,6%); e as menores, em Palmas (14,3%), Boa Vista (14,6%) e Manaus (15,3%).
Entre mulheres, os maiores percentuais foram no Rio de Janeiro (33,9%), Porto Alegre (29,5%) e João Pessoa (28,7%); e os menores, em Palmas (13,2%), Belém (17,4%) e Distrito Federal (18,1%).
TRATAMENTO – Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente todas as classes de medicamentos necessários para o controle da hipertensão arterial. O programa Aqui Tem Farmácia Popular também ampliou a gratuidade de medicamentos para hipertensos. Hoje, são mais de 15 mil farmácias e drogarias conveniadas ao programa.
Além disso, os serviços de saúde e as equipes de Saúde da Família (o Brasil conta atualmente com 31.974 equipes) estão orientados e capacitados para atuar na prevenção da hipertensão.
Essas equipes utilizam um nonograma (instrumento de medida), que facilita e agiliza a identificação da classificação de risco dos pacientes portadores de hipertensão arterial. Uma vez identificado o grau do risco, a equipe básica pode fazer o atendimento e encaminhamento adequado do paciente.
AÇÕES – O governo federal vem investindo nas ações de promoção da saúde, para prevenção e controle da hipertensão. No último dia 7 de abril, o Ministério da Saúde e as associações que representam os produtores de alimentos processados firmaram termo de compromisso para reduzir o sal nos alimentos industrializados. O acordo estabelece um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.
Também no dia 7 de abril, foi lançado o programa Academia da Saúde, iniciativa para promover hábitos saudáveis e estimular a promoção da saúde na população. O programa prevê a implantação de infraestruturas com espaços para a realização de atividades individuais e coletivas, e equipamentos para alongamentos e outras práticas físicas e de lazer, com a orientação de profissionais qualificados. As informações sobre como os municípios podem participar, envio de propostas e repasses dos recursos serão divulgadas em breve em Portaria do Ministério da Saúde.
HIPERTENSÃO – A pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial é igual ou superior a 14 por 9. A doença é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. Esse movimento acaba sobrecarregando vários órgãos, como coração, rins e cérebro. Se a hipertensão não for tratada, algumas das complicações são: entupimento de artérias, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.
Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal*
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra VIGITEL à distribuição da população adulta da cidade no Censo Demográfico de 2000 (ver Aspectos Metodológicos).


Percentual de indivíduos que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial no conjunto da população adulta das capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade*. VIGITEL, 2010.
Por Alethea Muniz – Ascom/MS
(61) 3315-3580/6246
Vejam também
http://www.saude.al.gov.br/audio/download/10509/hoje_e_dia_de_combate_a_hipertensao.mp3
Maus hábitos alimentares, vida sedentária, excesso de alimentos processados e diversos outros fatores contribuem para o avanço dessa epidemia.
Abaixo segue ótimo material extraido do site do ministério da saúde.
26/04/2011 , às 12h30
Hipertensão arterial atinge 23,3% dos brasileiros
Estudo do Ministério da Saúde mostra que a proporção aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas com mais de 55 anos
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%.
Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foram divulgados nesta terça-feira (26), Dia Nacional da Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP). Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF.
De acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade.
O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade.
“Existe uma certa estabilidade no número de hipertensos no país, em torno de 25%, considerando a população geral. Mas essa proporção dobra entre as pessoas acima dos 50 anos. Outra questão importante é o acesso à atenção primária, que justifica essa diferença entre homens e mulheres, ou seja, elas buscam mais os serviços de saúde do que eles”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
CAPITAIS – A variação entre as capitais é de 13,8%, em Palmas, a 29,2%, no Rio de Janeiro. Nos homens, as maiores frequências foram observadas no Distrito Federal (28,8%), Belo Horizonte (25,1%), e Recife (23,6%); e as menores, em Palmas (14,3%), Boa Vista (14,6%) e Manaus (15,3%).
Entre mulheres, os maiores percentuais foram no Rio de Janeiro (33,9%), Porto Alegre (29,5%) e João Pessoa (28,7%); e os menores, em Palmas (13,2%), Belém (17,4%) e Distrito Federal (18,1%).
TRATAMENTO – Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente todas as classes de medicamentos necessários para o controle da hipertensão arterial. O programa Aqui Tem Farmácia Popular também ampliou a gratuidade de medicamentos para hipertensos. Hoje, são mais de 15 mil farmácias e drogarias conveniadas ao programa.
Além disso, os serviços de saúde e as equipes de Saúde da Família (o Brasil conta atualmente com 31.974 equipes) estão orientados e capacitados para atuar na prevenção da hipertensão.
Essas equipes utilizam um nonograma (instrumento de medida), que facilita e agiliza a identificação da classificação de risco dos pacientes portadores de hipertensão arterial. Uma vez identificado o grau do risco, a equipe básica pode fazer o atendimento e encaminhamento adequado do paciente.
AÇÕES – O governo federal vem investindo nas ações de promoção da saúde, para prevenção e controle da hipertensão. No último dia 7 de abril, o Ministério da Saúde e as associações que representam os produtores de alimentos processados firmaram termo de compromisso para reduzir o sal nos alimentos industrializados. O acordo estabelece um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.
Também no dia 7 de abril, foi lançado o programa Academia da Saúde, iniciativa para promover hábitos saudáveis e estimular a promoção da saúde na população. O programa prevê a implantação de infraestruturas com espaços para a realização de atividades individuais e coletivas, e equipamentos para alongamentos e outras práticas físicas e de lazer, com a orientação de profissionais qualificados. As informações sobre como os municípios podem participar, envio de propostas e repasses dos recursos serão divulgadas em breve em Portaria do Ministério da Saúde.
HIPERTENSÃO – A pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial é igual ou superior a 14 por 9. A doença é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. Esse movimento acaba sobrecarregando vários órgãos, como coração, rins e cérebro. Se a hipertensão não for tratada, algumas das complicações são: entupimento de artérias, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.
Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal*
| | | Sexo | |
| Capitais / DF | Total (%) | Masculino (%) | Feminino (%) |
| Aracaju | 22,0 | 19,2 | 24,3 |
| Belém | 17,5 | 17,6 | 17,4 |
| Belo Horizonte | 25,5 | 25,1 | 25,9 |
| Boa Vista | 18,8 | 14,6 | 22,9 |
| Campo Grande | 23,5 | 22,1 | 24,7 |
| Cuiabá | 22,0 | 19,2 | 24,6 |
| Curitiba | 23,0 | 20,8 | 24,9 |
| Florianópolis | 20,8 | 18,7 | 22,6 |
| Fortaleza | 21,1 | 19,7 | 22,2 |
| Goiânia | 21,5 | 20,0 | 22,9 |
| João Pessoa | 25,4 | 21,4 | 28,7 |
| Macapá | 19,4 | 16,9 | 21,7 |
| Maceió | 24,3 | 20,3 | 27,6 |
| Manaus | 18,1 | 15,3 | 20,6 |
| Natal | 22,1 | 18,6 | 25,0 |
| Palmas | 13,8 | 14,3 | 13,2 |
| Porto Alegre | 25,5 | 20,7 | 29,5 |
| Porto Velho | 18,3 | 17,8 | 18,9 |
| Recife | 24,9 | 23,6 | 25,9 |
| Rio Branco | 23,0 | 19,6 | 26,2 |
| Rio de Janeiro | 29,2 | 23,6 | 33,9 |
| Salvador | 21,2 | 17,9 | 23,9 |
| São Luís | 18,0 | 16,1 | 19,5 |
| São Paulo | 22,9 | 19,7 | 25,8 |
| Teresina | 21,0 | 17,0 | 24,3 |
| Vitória | 24,5 | 22,1 | 26,5 |
| Distrito Federal | 23,1 | 28,8 | 18,1 |


Percentual de indivíduos que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial no conjunto da população adulta das capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade*. VIGITEL, 2010.
| | | Sexo | |
| Variáveis | Total (%) | Masculino (%) | Feminino (%) |
| Idade (anos) | | | |
| 18 a 24 | 8,2 | 7,2 | 9,1 |
| 25 a 34 | 10,0 | 9,4 | 10,5 |
| 35 a 44 | 18,7 | 17,9 | 19,5 |
| 45 a 54 | 35,8 | 34,2 | 37,2 |
| 55 a 64 | 52,8 | 48,1 | 56,5 |
| 65 e mais | 60,2 | 53,0 | 64,7 |
| Anos de escolaridade | | | |
| 0 a 8 | 30,0 | 24,4 | 34,8 |
| 9 a 11 | 15,3 | 14,7 | 15,8 |
| 12 e mais | 16,2 | 19,1 | 13,5 |
| Total | 23,3 | 20,7 | 25,5 |
Por Alethea Muniz – Ascom/MS
(61) 3315-3580/6246
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http://www.saude.al.gov.br/audio/download/10509/hoje_e_dia_de_combate_a_hipertensao.mp3
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