sábado, 16 de outubro de 2010

Você confia nas ervas medicinais?

Reconheço o risco do uso das plantas medicinais indiscriminadamente, mas absolutamente não concordo com a posição do grande médico Drauzio Varella. O conhecimento popular não pode ser desprezado. Esse tipo de postura também acaba condenando a homeopatia e outras terapias que complementam muito bem a tradicional alopatia.

Quem abdica de um tratamento médico em detrimento de tomar ervas ou de seguir qualquer outra terapia está colocando sua saúde em risco. Ervas medicinais tomadas com cuidado podem ser excelentes alternativas como terapia complementar.

Por outro lado existem pesquisas que comprovam que algumas ervas medicinais são sim muito efetivas. As universidades podem contribuir muito aumentando as pesquisas sobre ervas naturais e não simplesmente vindo a publico para condenar algumas práticas populares consagradas. Grandes figuras das universidades contribuiriam muito mais se ao invés de virem a publico criticar, participassem de pesquisas e procurassem alternativas para complementar e até mesmo substituir as terapias tradicionais.  Enquanto isso, a biopitataria, principalmente na amazônia, explora tranquilamente nossa fauna e flora, e leva para fora do país um tesouro que fica la fora, o depois de ter os principios ativos identificados e estudados, são patenteados e depois retornam para cá na forma de remédios caríssimos, gerando bilhões de dolares para os laboratórios internacionais. Vejam: Ervas midicinais encarecem o capital estrangeiro

Abaixo a reportagem amplamente discutida na imprensa
FONTE:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI166873-15257,00-VOCE+CONFIA+NAS+ERVAS+MEDICINAIS.html




Você confia nas ervas medicinais?
Drauzio Varella, o médico mais popular do Brasil, questiona a eficácia das plantas e dos fitoterápicos e cria uma enorme polêmica
CRISTIANE SEGATTO E ALINE RIBEIRO
Rodrigo Baleia
EM CAMPO
Drauzio Varella na Amazônia, onde há 15 anos coleta plantas para testá-las contra o câncer. “Se eu usasse esses extratos nos meus pacientes, seria criminoso”, diz
O uso de plantas medicinais é um dos traços da cultura brasileira. Todo mundo já ouviu falar sobre os benefícios de determinado chá ou de medicamentos à base de plantas, os fitoterápicos. E não só no Brasil. Os fitoterápicos movimentam no mundo US$ 14 bilhões por ano. São obtidos de plantas e vendidos em forma de extrato, tintura, óleo etc. Estima-se que no Brasil esse mercado gire em torno de US$ 400 milhões por ano e empregue 100 mil pessoas. De todos os remédios colocados nas prateleiras das farmácias brasileiras, 2,8% são feitos de vegetais. E as vendas crescem em torno de 12% ao ano, segundo a consultoria do setor farmacêutico IMS Health. No setor dos medicamentos sintéticos, chamados de alopáticos, o crescimento é menor, de 5%.
Os consumidores de ervas medicinais e fitoterápicos acreditam que eles são tão seguros e eficazes quanto as drogas convencionais vendidas nas farmácias ou distribuídas nos postos de saúde. Mas talvez não sejam. É o que Drauzio Varella, o médico mais popular do Brasil, promete discutir na série “É bom pra quê?”, que estreia neste domingo no Fantástico.
Há duas semanas, Drauzio falou sobre o assunto a ÉPOCA On-line. Criticou a falta de sólidas evidências científicas que poderiam justificar o uso de fitoterápicos. Condenou a política do Ministério da Saúde de distribuição de medicamentos fitoterápicos no SUS e a lista de 66 plantas medicinais preparada pela Anvisa para orientar o uso de chás. A reação foi imediata. Drauzio foi acusado de ser mal-intencionado, de estar a serviço da indústria farmacêutica, de tentar atrapalhar a candidatura de Dilma Rousseff. A polêmica explodiu, envolvendo médicos, consumidores e até o Ministério da Saúde.
Jaldo de Souza Santos, presidente do Conselho Federal de Farmácia, publicou uma carta aberta atacando o médico do Fantástico. “Achamos precipitada a sua opinião ao afirmar que a indicação de plantas e fitoterápicos é um erro”, disse ele. Drauzio respondeu: “Condeno a falta de estudos clínicos dignos desse nome. Enquanto admitirmos esse empirismo irresponsável, a fitoterapia jamais será levada a sério no Brasil.” No site de ÉPOCA, houve mais de 240 comentários sobre o assunto, a maioria esmagadora atacando Drauzio. No Twitter, foi criado um movimento Cala a Boca, Drauzio.
“Pelo conteúdo das críticas que recebi depois da publicação da entrevista, posso antever o que acontecerá quando a série for ao ar. Paciência”, disse o médico. Drauzio pesquisa o potencial farmacológico das plantas há 15 anos. Faz expedições à Amazônia em busca de substâncias que possam demonstrar alguma eficácia contra o câncer. É um trabalho demorado. Até agora, as plantas coletadas deram origem a 2.200 extratos. Desses, 190 apresentaram alguma atividade contra células tumorais e oito serão testados em animais. Daí a desenvolver uma droga útil para seres humanos há um longo caminho. “Se eu tratasse meus pacientes de câncer com os extratos que mostraram atividade contra células malignas em nosso laboratório, seria considerado criminoso”, diz. “Por que essa regra não vale para os que receitam produtos que não passaram pelos estudos de toxicidade e pelas avaliações clínicas exigidas dos medicamentos convencionais?” Esse é o cerne da controvérsia. ÉPOCA investigou os fatos e os mitos que animam a discussão do assunto.
Stéfano Martini
ELA ACREDITA
Maria de Fátima e o suco de berinjela que toma todos os dias: “Melhorei a alimentação, mas o que baixou meu colesterol foi ele”
Fitoterápicos são remédios iguais aos outros?
Não. Ervas e chás são usados há milhares de anos. À medida que a química foi se desenvolvendo, os pesquisadores começaram a isolar das plantas os princípios ativos responsáveis pela ação medicinal. Essas substâncias foram sintetizadas em laboratório. Ou seja: foram criadas a partir da imitação da estrutura química das plantas. Deram origem a drogas importantíssimas, alopáticas, como a morfina e a aspirina. Diferentemente das ervas, os fitoterápicos são classificados como remédios. São obtidos exclusivamente de vegetais e vendidos em forma de extrato, tintura, óleo, cápsulas etc. Para conseguir registrá-los como medicamentos, os fabricantes devem provar que conseguem manter a qualidade e a concentração do princípio ativo presente na planta. “Não é fácil manter a qualidade de um fitoterápico porque ele contém centenas de substâncias”, diz João Ernesto de Carvalho, coordenador da divisão de farmacologia e toxicologia do Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Unicamp. Quem toma 100 miligramas de aspirina sabe que está tomando 100 miligramas de ácido acetilsalicílico. Com os fitoterápicos é diferente. “Dependendo da época do ano e do tipo de extrato, é difícil manter a quantidade e a mesma concentração do princípio ativo”, diz Carvalho.
Fitoterápicos passam pelos mesmos testes científicos das drogas alopáticas?Em termos. Existem milhares de estudos feitos com espécies usadas em fitoterapia, entre as quais as oito distribuídas no SUS: alcachofra, aroeira, cáscara-sagrada, garra-do-diabo, guaco, isoflavonas da soja e unha-de-gato. A maioria dos estudos, porém, foi feita em animais ou com pequeno número de pacientes, por curtos períodos. Os poucos estudos feitos com centenas de pacientes não trazem conclusões inequívocas sobre a eficácia das substâncias. Se o fabricante de uma nova droga sintética tentasse aprová-la com base nesse tipo de evidência, não conseguiria. O desenvolvimento de uma nova droga sintética consome cinco etapas, cerca de dez anos de pesquisa e milhões de dólares. Na chamada fase III, a droga em investigação é comparada ao tratamento existente. Para ser aprovada, precisa comprovar que é tão boa ou melhor que o remédio já disponível. Nessa fase, a droga é testada em um grupo de até 1.000 voluntários. “Pesquisamos as evidências científicas relacionadas aos oito fitoterápicos oferecidos no SUS. Não encontramos estudos desse tipo”, diz Daniel Deheinzelin, professor da Faculdade de Medicina da USP.Se os benefícios das ervas medicinais não foram comprovados pela ciência ocidental, significa que eles não existem?Não. É possível que existam benefícios não comprovados, a julgar pelo uso tradicional e milenar de ervas no cuidado da saúde. É razoável supor que existam fatos verdadeiros sobre nosso corpo que não possam ser comprovados sequer pelo método adotado nos estudos clínicos mais confiáveis. Isso significa que devemos propagar todas as crendices que aparecem? Não. Uma das histórias mais populares no Brasil é a de que suco de berinjela reduz o colesterol. Depois que uma experiência de laboratório foi mostrada num programa de TV, há mais de dez anos, o “remédio” natural ganhou, para muita gente, status de verdade científica. A dona de casa Maria de Fátima Farias Bosco, de 51 anos, mora em Macaé, Rio de Janeiro, e usa vários ingredientes naturais para cuidar da saúde. Seu colesterol baixou de 258 para 191 depois que ela reduziu os doces e a carne vermelha e começou a tomar suco de berinjela. Quem levou a fama de santo remédio? A berinjela, é claro. “Descobri o suco no Dr. Google. Foi um ótimo remédio, mas minha médica não acreditou”, diz. Indivíduos têm o direito de acreditar no que bem entendem. A situação fica perigosa quando a crendice é chancelada pelas autoridades. Foi o que aconteceu na África do Sul, onde 18% da população adulta tem o vírus da aids. O ex-presidente Thabo Mbeki pregava o combate à doença com uma dieta à base de beterraba, batata, suco de limão e alho. A doença se espalhou.
A fitoterapia e as ervas medicinais são recursos para os pobres?
Em termos. A diretora da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, disse, recentemente, que a medicina tradicional baseada em ervas tem seu valor e reduz o sofrimento de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento. “Essa é a realidade, mas não é o ideal”, afirmou. “Estimamos que 60% das crianças que vivem em alguns países africanos recebem ervas para tratar a febre provocada pela malária. Mas a malária pode matar em 24 horas e as drogas modernas melhoram enormemente as chances de sobrevivência.” Os remédios naturais desempenham importante papel social, mas a adoção deles pelos governos de países como o Brasil pode ser questionada. “Não cabe às autoridades responsáveis pela saúde adotar métodos de tratamento que não têm eficácia demonstrada. Elas não podem criar uma medicina para rico e outra para pobre, baseada em tratamentos baratinhos e sem ação”, afirma Drauzio. Ele diz ter visitado em Belém uma “farmácia viva”, nome dado aos locais de cultivo e distribuição de plantas medicinais. “Lá existe uma plantinha que chamam de insulina. Chega uma pessoa pobre e ignorante e mandam tomar a planta, em vez do remédio receitado pelo médico”, afirma. O Ministério da Saúde diz estar trabalhando num projeto de regulamentação das farmácias vivas para coibir práticas inadequadas. Segundo o ministério, os fitoterápicos e as ervas não substituem o modelo de assistência farmacêutica baseado nos medicamentos convencionais. Seriam apenas mais uma opção de tratamento entre as oferecidas pelo SUS.
Fitoterápicos, ademais, não são usados apenas por pobres. Representam a primeira escolha de milhões de pessoas em países desenvolvidos como a Alemanha e os Estados Unidos. Os adeptos enxergam duas grandes vantagens. Primeira: os remédios costumam ser mais baratos que os alopáticos. Segunda: os profissionais que receitam esse tipo de tratamento têm mais disposição para ouvir angústias. Se muitos alopatas nem sequer olham os doentes nos olhos, a atenção que os especialistas em fitoterapia oferecem faz toda a diferença.

Rogério Cassimiro
ELE ALERTA
O farmacêutico Roberto Adati, fotografado em São Paulo. Ele sofreu uma reação alérgica: “Não é verdade que tudo o que é natural não faz mal”
O que é natural não faz mal?
Errado. A natureza tem venenos poderosos. É importante que o médico saiba quando o paciente está em tratamento alopático e, ao mesmo tempo, toma ervas ou fitoterápicos. O farmacêutico Roberto Adati, de 41 anos, acredita no valor dessas substâncias. Tem mestrado e doutorado no tema. Ainda assim foi surpreendido por uma manifestação inesperada. Há cinco anos, estava meio abatido e pediu ao médico uma alternativa natural. Começou a tomar cápsulas de erva-de-são-joão, usada para combater sinais de depressão leve. Depois de 20 dias, surgiram sintomas de alergia: pele vermelha e irritada e edemas. Em outra ocasião, usou unha-de-gato para aliviar dores musculares. Também sofreu alergia. “Vegetais têm princípios ativos e químicos que estimulam o sistema biológico, e podem levar a efeitos adversos como qualquer medicamento.”
Doenças graves podem ser curadas com fitoterápicos e plantas medicinais?
Não. Nenhum chá, erva, alimento ou fitoterápico é capaz de curar a aids, o diabetes, o câncer. O uso desses produtos pode aliviar sintomas. O problema é que também pode atrasar o diagnóstico de problemas graves. No caso do câncer, há outro complicador. Muitos pacientes abandonam os alopáticos ou usam produtos alternativos junto com o tratamento convencional. Em geral, a doença avança. “O potencial das plantas é grande, mas ainda é preciso avançar uma série de degraus na pesquisa científica para ter certeza de que são eficazes”, diz José Augusto Rinck Júnior, oncologista do Hospital do Câncer A.C. Camargo, em São Paulo.
Falta investimento na pesquisa de fitoterápicos?
Sim. O Brasil tem atualmente 119 laboratórios produzindo medicamentos fitoterápicos. Há 512 remédios feitos de vegetais aprovados pela Anvisa, derivados de 162 espécies. É pouco, diante da biodiversidade do país. Das 250 mil plantas catalogadas no mundo, 55 mil estão aqui. A Europa toda tem só 11 mil ervas registradas. “Não é só um patrimônio genético. É também um patrimônio cultural”, diz Roberto Boorhem, presidente da Associação Brasileira de Fitoterapia (Abfit). Segundo ele, as grandes multinacionais não se interessam pelos fitoterápicos porque eles não geram patente. Já os pequenos produtores de fitoterápicos não têm condições de investir no estudo de ervas desconhecidas. “Não temos fôlego financeiro para aplicar em produtos novos”, diz a empresária Poliana Emília Botelho Silva, da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina). Se testados com rigor científico e usados com critério, os fitoterápicos e as plantas medicinais podem contribuir para melhorar as condições de saúde da população. E também para o crescimento econômico do Brasil. Nesse ponto, não há controvérsia. 

Respeito aos animais. Depoimento de Christian Barnard

Infelizmente, animais são considerados como matéria prima. Poucos são os se sensibilizam com o sofrimento deles. Vejam o depoimento do grande médico Dr.Christian Barnard (médico que fez o primeiro transplante de coração em humanos.).

"Eu comprei 2 chimpanzés machos de uma fazenda de criação na Holanda. Eles viveram em jaulas separadas, uma perto da outra, por muitos meses, até que usei um deles como doador de coração. Quando nós o sacrificamos, em sua jaula, em preparação para a cirurgia, ele gritava e chorava incessantemente. Não achamos o fato significante, mas isso deve ter causado grande trauma no seu companheiro, pois quando removemos o corpo para a sala de operação, o outro chimpanzé chorava copiosamente e ficou inconsolável por dias. Esse incidente me tocou profundamente. Eu jurei nunca mais fazer experimentos em criaturas tão sensíveis." Dr.Christian Barnard (médico que fez o primeiro transplante de coração em humanos.)

Estudo inédito conduzido pelo Hospital das Clínicas de São Paulo traça perfil da mulher brasileira na menopausa




18 de Outubro – Dia Mundial da Menopausa

Estudo epidemiológico da Divisão Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da FMUSP com cerca de 6 mil mulheres, a partir dos 40 anos, aponta as doenças correlacionadas ao período do climatério, no qual ocorre a menopausa

A pesquisa “Dados demográficos, epidemiológicos e clínicos de mulheres brasileiras climatéricas”, conduzida pela Divisão Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), com apoio da Bayer Schering Pharma para a publicação e a divulgação, apresenta o perfil da mulher na transição para a menopausa e na pós-menopausa. Este estudo, um dos mais amplos já realizados sobre o tema com a população brasileira, envolveu cerca de 6 mil mulheres em uma investigação com onze anos de duração (entre 1983 e 2004) realizada no Setor de Climatério do Hospital das Clínicas da USP. O resultado identifica e quantifica as principais doenças e distúrbios correlacionados à menopausa em nosso meio, tais como os típicos sintomas vasomotores (fogachos ou ondas de calor), a obesidade medida por meio do índice de massa corpórea (IMC) e distúrbios como a hipertensão arterial (pressão alta), a diabetes e as doenças cardiovasculares, entre outros.

De acordo com o levantamento, a maioria das mulheres apresenta sintomas relacionados ao desequilíbrio hormonal (hipoestrogenismo) que afetam sua qualidade de vida, a exemplo dos sintomas vasomotores de grau leve a acentuado apresentados por 67% das mulheres (duas em cada três). Outros dados relevantes demonstram que 68,13% possuíam sobrepeso ou obesidade e 81,5% tinham algum antecedente de saúde declarado no primeiro atendimento, como hipertensão arterial (44,94%), diabetes (10,01%), tabagismo (8,39%), tireopatias – hiper ou hipotireoidismo - (7,07%), neoplasias – tumores malignos - (6,41%), entre outras patologias com menor intensidade. A Dra. Angela Maggio da Fonseca, professora associada e livre-docente da Disciplina de Ginecologia do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e coordenadora do estudo, destaca que o estudo “é uma forma de os médicos conhecerem a fisiologia deste período da mulher e possibilitar a escolha de um tratamento adequado, melhorando a qualidade de vida de todas elas”.

A idade da ocorrência da menopausa está geneticamente programada para cada mulher, mas é também influenciada por outros fatores relevantes como etnia, paridade, tabagismo, altitude, fatores socioeconômicos, contraceptivos hormonais e nutrição. Os resultados deste estudo, coincidindo com trabalhos realizados anteriormente, demonstram que a média etária de ocorrência da menopausa no Brasil é de 48,1 anos. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com o aumento da expectativa de vida da população total, considerando ambos os sexos, passando de 62,7 para 68,9 anos e a previsão de um aumento crescente da quantidade de mulheres acima de 50 anos nas próximas décadas, igualando-se em número às mais jovens, aumentam-se os anos em que elas passam a conviver com a menopausa, sendo imprescindível uma prescrição médica para o tratamento dos diversos sintomas do hipoestrogenismo.

A decisão clínica de iniciar a terapêutica hormonal em pacientes sintomáticas irá beneficiá-las ao aliviar os sintomas, proteger contra a perda de colágeno e atrofia da pele, conservar a massa óssea e reduzir o risco de fraturas por osteoporose, atuando diretamente na qualidade de vida das pacientes. O que difere as terapias são os progestagênios, pois cada um traz um tipo de benefício. Entre as terapias disponíveis no mercado, novos e melhores progestágenos, tais como a drospirenona demonstraram em diversos estudos, eficácia comprovada com menos efeitos adversos e ainda, benefícios adicionais em outros órgãos e sistemas.

O estudo da Clínica Ginecológica do Hospital das Clínicas também observou que a idade da mulher na época em que ocorre a menopausa tem influência significativa sobre os sintomas e as doenças correlacionadas. Comparativamente, o grupo de 1585 pacientes que tiveram a menopausa entre 41 e 45 anos de idade apresentou um percentual de 27,89% de mulheres com sintomas vasomotores acentuados, contra 18,32% entre aquelas que entraram na menopausa com idade acima de 55 anos, em um universo de 202 pesquisadas.

Considerando-se a hipertensão arterial, uma das mais importantes doenças correlacionadas, observa-se que com o aumento da idade e instalação da menopausa, ocorre elevação significativa da pressão arterial. Entre as observadas, 34,20% das pacientes acima de 55 anos apresentavam pressão arterial igual ou superior a 141/91, sendo considerados ideais os índices até 120/80. Outro aspecto relevante é a elevação da pressão arterial quando há o aumento do IMC. Entre as pacientes obesas, 40,17% apresentavam pressão arterial maior ou igual a 141/91, enquanto apenas 15,06% das consideradas magras tinham os mesmos índices de hipertensão. “A prevalência da hipertensão arterial aumenta com a idade, desta forma, é importante que seja realizada uma vigilância destes índices em todas as mulheres climatéricas”, finaliza a Dra. Angela Maggio da Fonseca.

Sobre a Bayer Schering Pharma

A Bayer Schering Pharma (BSP), divisão da Bayer HealthCare, há quase 100 anos se dedica à pesquisa e desenvolvimento de produtos que garantam a qualidade de vida da mulher em fases importantes da sua vida: Contracepção, Gravidez e Menopausa. Seus estudos resultaram nos principais hormônios utilizados até hoje pela indústria farmacêutica.

Entre as opções de medicamentos para o público feminino, a BSP comercializa Angeliq® (drospirenona), que demonstrou em diversos estudos, efeitos significativos na redução da pressão arterial das mulheres, além do alívio dos sintomas da menopausa.

sábado, 9 de outubro de 2010

Vacinação de cães e gatos contra raiva é suspensa preventivamente em todo o país

 
Ministério da Saúde recomenda a interrupção das campanhas de vacinação antirrábica até que sejam concluídas as investigações sobre reações à vacina

O Ministério da Saúde decidiu, nesta quinta-feira (7), suspender preventivamente as campanhas de vacinação de cães e gatos contra raiva animal em todo o país. A decisão foi tomada após resultados preliminares de investigação laboratorial informados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O Ministério da Saúde recebeu a análise parcial nesta quarta-feira (6).

A investigação laboratorial, realizada com cobaias, indicou a ocorrência de efeitos graves e mortes depois da vacinação que, até então, não eram previstos na literatura científica disponível. Com base nesses resultados, como medida cautelar, o MAPA recomenda a interrupção temporária do uso da vacina, até que a investigação laboratorial seja concluída. Entre os efeitos que não eram previstos e que foram observados estão hemorragia, dificuldade de locomoção, hipersensibilidade de contato e intensa prostração. Vale ressaltar que os resultados laboratorias preliminares indicam alterações ocorridas apenas nas amostras colhidas nos estados. Essas alterações não haviam ocorrido nos testes iniciais feitos pelo MAPA para a liberação da vacina, nem na contraprova de amostras mantidas em estoque.

De acordo com o diretor de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Eduardo Hage, as informações sobre ocorrência de mortes e casos graves disponíveis até a última quarta-feira não eram suficientes para suspender a vacinação. Segundo Hage, embora os dados laboratoriais parciais ainda não sejam suficientes para afirmar a real causa das mortes, elas estão associadas temporalmente à vacina, pois os sintomas nos animais começaram em até 72 horas após a aplicação, além de ter ocorrido aumento de notificações por parte dos estados, nesta semana.

“Até então, tínhamos relatos de mortes e casos graves nos estados, mas sem evidências de estudos controlados em laboratório. Agora que temos essas informações, mesmo que preliminares, decidimos suspender a vacinação preventivamente, até que os estudos sejam concluídos”, explica Eduardo Hage.

A vacina que está sendo analisada é a RAI-PET®, produzida pelo laboratório Biovet, que desde 2003 tem registro no MAPA – responsável pela realização de testes de qualidade nas vacinas utilizadas em animais. Para a campanha de vacinação antirrábica em cães e gatos de 2010, o Ministério da Saúde comprou 30,9 milhões de doses da vacina, por R$ 23,4 milhões.

Do total de doses, já foram distribuídas 22,6 milhões aos estados. Atualmente, o Ministério da Saúde tem 7,3 milhões de doses da vacina em estoque. Com a recomendação de suspender a campanha, as Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde devem manter as vacinas acondicionadas em ambiente refrigerado, entre 2 e 8 graus centígrados, até a conclusão dos estudos em andamento.

NÚMEROS NACIONAIS – Desde julho, a vacinação já foi iniciada em 22 estados e no Distrito Federal. Foram vacinados 7,9 milhões de animais. A meta é vacinar 28,5 milhões de cães e gatos.

De 12 de agosto a 6 de outubro, as Secretarias Estaduais de Saúde notificaram ao Ministério 1.401 eventos graves envolvendo animais, dos quais 217 mortes, ocorridas no Distrito Federal, Espírito Santo, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins. Nesses 11 estados e no DF, foram imunizados, até 6 de outubro, 5,8 milhões de cães e gatos.

O monitoramento dos eventos adversos graves vem sendo realizado pelo Ministério da Saúde, em parceria com estados e municípios, desde a notificação das primeiras ocorrências, no Rio de Janeiro e em São Paulo. De acordo com a literatura científica, são consideradas reações graves, após a vacinação de animais, somente a anafilaxia (reação sistêmica à vacina) e a morte. Outras reações são consideradas normais, como dor e pequeno inchaço no local da aplicação (consideradas leves); e letargia, febre e sonolência (moderadas).

A vacina utilizada até o ano passado, a Fuenzalida & Palacios, assegurava proteção durante seis a sete meses. Por isso, nas áreas de maior risco (regiões Norte e Nordeste), eram realizadas duas campanhas anuais. A vacina RAI-PET assegura proteção durante um ano, o que levaria à realização de apenas uma campanha anual.

SOBRE A RAIVA – A raiva é uma doença viral transmitida ao homem quando um animal infectado o morde, lambe ou arranha. Os principais transmissores são os cães, gatos, saguis e morcegos. Como não é possível imunizar animais que vivem na natureza, a campanha de vacinação de cães e gatos é a principal forma de prevenir os casos da doença em humanos, que tem letalidade altíssima, próxima de 100%. Somente três casos no mundo conseguiram sobreviver – um deles foi um rapaz do interior de Pernambuco, em 2008.

Em 2010 foram notificados dois casos de raiva humana no Brasil – um no Rio Rio Grande do Norte, por ataque de morcego, e outro no Ceará, por ataque de cão. Os dois pacientes morreram. De 1990 a 2009, o número de casos de raiva humana, considerando todas as espécies agressoras, caiu drasticamente – de 73 para 1. A partir de 2005, a intensificação das ações de vigilância permitiu uma redução ainda mais acentuada

http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/casos_conf_raiva_hum_1990_2010.pdf

O QUE FAZER – Ao identificar que cães e gatos estão com suspeita de raiva, os donos devem isolar os animais e chamar ajuda especializada, que pode ser a de técnicos do centro de controle de zoonoses local ou a de um veterinário da secretária municipal de saúde para que as providências adequadas sejam adotadas. Se a pessoa for agredida por qualquer animal, deve-se lavar imediatamente a ferida com água e sabão e procurar um profissional de saúde para obter orientações sobre indicação de profilaxia antirrábica (vacina e/ou soro).  Quando a agressão for por cães ou gatos, os animais deverão ser confinados por dez dias após a agressão, para observação de sintomas da doença e, se o animal morrer, deve-se informar o departamento de zoonoses do município imediatamente.

Caso seja detectada a presença de morcegos na região, deve ser realizada a notificação aos órgãos da saúde e agricultura local para adoção de medidas de controle e prevenção, como: iluminar áreas externas nas residências, colocar telas nos vãos de dilatação de prédios, janelas e buracos e fechar ou vedar porões, pisos falsos e cômodos pouco utilizados que permitam o alojamento de colônias deste mamífero.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Malhadora" de 102 anos dá lição a jovens sedentários

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/805720-malhadora-de-102-anos-da-licao-a-jovens-sedentarios.shtml

DA BBC BRASIL


Um programa de televisão produzido pelo canal BBC3 levou quatro jovens britânicos sedentários aos Estados Unidos para viver com alguns dos aposentados mais saudáveis do mundo, entre eles Ida Wasserman, que aos 102 anos faz musculação todos os dias.

Ida é a estrela da comunidade para idosos Sun City, na Flórida, onde os aposentados fazem o que podem para limitar os efeitos da idade. Ela se mudou para lá com quase cem anos, para morar perto da filha, então com mais de 70, que sugeriu que ela fizesse exercícios.


Com a malhação, ela deixou de usar bengala e passou a ser muito mais independente.


Malhadora Ida Wasserman, de 102 anos, dá lição a jovens sedentários em novo programa de TV da rede britânica BBC



Por ter começado a malhar com uma idade tão avançada, Ida se tornou uma inspiração para outros aposentados e também para os jovens britânicos, que assistiram boquiabertos a uma de suas sessões de musculação.



"Vocês acham isso difícil?", perguntou Ida rindo após se exercitar na cadeira adutora. "Eu acho muito fácil..."



"Depois de ver isso, não tenho mais desculpas para não me exercitar", disse Caroline Miller, uma britânica de 22 anos que conta que o único exercício que faz é caminhar até o carro.



O programa da BBC3 Are you fitter than a pensioner? (Você está mais em forma que um aposentado?) tem como objetivo mudar o estilo de vida de quatro jovens, que comem mal, fumam, bebem demais e não se exercitam.



Além de Caroline Miller, Kevin Jay, um rapaz de 21 anos viciado em frango frito, a fumante Jacqualine Oliver, de 18 anos, e o amante de pizzas Sean Ryan, de 21 anos, passaram uma semana em Sun City, comendo de forma saudável e se exercitando na companhia de aposentados.



No fim da semana, eles competem com quatro idosos malhadores em quatro esportes: natação, corrida, caiaque e ciclismo.

domingo, 26 de setembro de 2010

Homenagem a Bob Dylan







Soprando No Vento
Quantas estradas precisará um homem andar
Antes que possam chamá-lo de um homem?
Quantos mares precisará uma pomba branca sobrevoar,
Antes que ela possa dormir na areia?
Sim e quantas vezes precisará balas de canhão voar,
Até serem para sempre abandonadas?
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Sim e quantos anos pode existir uma montanha
Antes que ela seja lavada pelo mar?
Sim e quantos anos podem algumas pessoas existir,
Até que sejam permitidas a serem livres?
Sim e quantas vezes pode um homem virar sua cabeça,
E fingir que ele simplesmente não vê?
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento

Sim e quantas vezes precisará um homem olhar para cima
Antes que ele possa ver o céu?
Sim e quantas orelhas precisará ter um homem,
Antes que ele possa ouvir as pessoas chorar?
Sim e quantas mortes ele causará até ele saber
Que muitas pessoas morreram?
A resposta, meu amigo, está soprando no vento
A resposta está soprando no vento


Blowin' In The Wind
How many roads must a man walk down,
Before you call him a man?
How many seas must a white dove sail,
Before she sleeps in the sand?
Yes and how many times must cannonballs fly,
Before they're forever banned?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind

Yes and how many years can a mountain exist,
Before it's washed to the seas (sea)
Yes and how many years can some people exist,
Before they're allowed to be free?
Yes and how many times can a man turn his head,
Pretend that he just doesn't see?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind.

Yes and how many times must a man look up,
Before he can see the sky?
Yes and how many ears must one man have,
Before he can hear people cry?
Yes and how many deaths will it take till he knows
That too many people have died?
The answer, my friend, is blowin' in the wind
The answer is blowin' in the wind

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Creatina é Tema de Palestra no V Congresso Brasileiro de Nutrição Esportiva Funcional

A Palestra sobre Creatina será Proferida pelo Prof. Dr. Reinaldo Bassit, Nutricionista e Prof. de Educação Física da USP no dia 16 de setembro das 14h30 às 16hs em Mesa Redonda sobre Aminoácidos, que acontece no V Congresso Brasileiro de Nutrição Esportiva Funcional no Centrode Convenções Frei Caneca

A Creatina, substância sintetizada pelo organismo a partir de três aminoácidos, pode ser utilizada para diversas finalidades, explica Reinaldo Bassit. A aplicação vai desde o aumento da força e potência muscular, até o seu uso como antioxidante, no tratamento de doenças musculares, efeito neuroprotetor, no tratamento de desordens depressivas, coadjuvante no tratamento do câncer, entre outros usos. Bassit observa que seu uso deve ser contínuo e supervisionado por um profissional da área da saúde. Se a creatina for de boa procedência, qualidade e pureza, e usada da forma adequada, dificilmente ocorrerá efeitos colaterais, diz o pesquisado.
Na sua palestra sobre o tema o Prof. Reinaldo irá mostrar as novidades da creatina, principalmente na melhora e manutenção da saúde de atletas, praticantes de exercícios físicos, e até em pessoas sedentários (adultos e idosos)

O suplemento é eficaz na melhora da força muscular e aumento da massa magra, com conseqüente aumento da performance, entretanto alerta o cientista, esse processo de eficácia ocorre apenas nos exercícios ou esportes que são dependentes da ressíntese rápida de ATP (molécula de alta energia), que está vinculada ao conteúdo prévio de fosfocreatina muscular (PCR) . Esse tipo de metabolismo é característico das fibras musculares de contração rápida, as do Tipo-ll. Nos exercícios de endurance depentendes do metabolismo aeróbio, que envolvem as fibras de contração lenta Tipo-l, a performance só pode ser melhorada, com a suplementação de creatina, quando esses apresentam aumento de ritmo de prova (episódios de aumento de velocidade, por exemplo) ou manutenção das reservas de ATP durante um período prolongado de esforço. No entanto, o aumento do desempenho ainda é uma questão que deve ser melhor elucidada, uma vez que esse último é influenciado por outros inúmeros fatores, inclusive os psicológicos, explica.

Sobre prescrição de qualquer tipo de suplemento, o Nutricionista diz que o profissional da área da saúde deverá identificar a real necessidade do seu paciente frente às diversas situações, levando em consideração o estado de saúde; alimentação; composição corporal; a avaliação clínica e bioquímica; o tipo de atividade física, exercício ou esporte em questão; duração das sessões de exercício, bem como, a intensidade e freqüência (x na semana). Além disso, a segurança do uso em relação à indicação do produto é muito importante, ou seja, a qualidade do produto indicado e o conteúdo prévio de creatina muscular do indivíduo (que pode ser predito através da análise da dieta) serão os principais fatores para o sucesso do seu uso, bem como, da segurança do mesmo, uma vez que produtos de má qualidade podem virar creatinina (produto da degradação da creatina) nas prateleiras, ou conter outros produtos de impureza como a Dihidrotiazina, Dicianodiamida e o Ácido Guanidinoacético.
Perguntado se a suplementação de nutrientes e compostos ativos pode substituir uma alimentação habitual saudável, Bassit enfatiza:
“Nenhum suplemento pode substituir uma alimentação adequada. Na verdade, como o nome mesmo diz, o suplemento deverá ser utilizado para suplementar a alimentação adequada. O princípio é simples: em primeiro lugar, eu como profissional nutricionista e professor de Educação física, “arrumaria” a dieta do indivíduo, tornando esta saudável e nutritiva; em segundo plano, após uma anamnese completa do paciente com avaliação clínica geral, incluindo exames bioquímicos (no sangue), eu elegeria alguns “suplementos” nutricionais (vitaminas, minerais, aminoácidos, entre outros) para complementar ou suplementar essa dieta, levando em consideração suas características gerais frente ao objetivo escolhido. Posteriormente, haveria um acompanhamento monitorado e periódico para o controle da saúde e da necessidade das devidas adaptações dietéticas.
Se levarmos em consideração que um alimento contém inúmeros nutrientes presentes em sua composição, e que cada um destes tem uma ou mais de uma função específica no nosso organismo, a troca de um determinado alimento por um único nutriente provavelmente desencadearia uma deficiência nutricional. “Esse estado de desnutrição qualitativa, ou seja, falta de um ou mais nutrientes (Fome Oculta) no organismo, provavelmente prejudicaria seu metabolismo normal afetando negativamente a saúde”.
O Prof. Reinaldo Bassit é Nutricionista e Professor de Educação Física formado pela USP, Mestre e Doutor em Ciências, Laboratórios de Metabolismo, Fisiologia e Biofísica do Instituto de Ciências Biomédicas (IBC-I) da Universidade de São Paulo. Atualmente faz pós-doutorado no Instituto de Ciências Biomédicas da USP no laboratório de Fisiologia e Biofísica.
Serviço
VI Congresso Internacional de Nutrição Clínica Funcional
V Congresso Brasileiro de Nutrição Esportiva Funcional
Período: de 16 a 18 de setembro de 2010
Local: Centro de Convenções Frei Caneca SP (Shopping Frei Caneca)
Endereço: Rua Frei caneca, 569 Consolação- São Paulo
Inscrições e Informações www.vponline.com.br/congresso
Tel.: (11) 3582-5600 begin_of_the_skype_highlighting              (11) 3582-5600      end_of_the_skype_highlighting
Divulgação: Revista Brasileira de Nutrição Funcional (Brazillian Journal of Functional Nutrition)
Apoios: CBNF – Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. SINESP Sindicato dos Nutricionistas do Estado de São Paulo, APAN-Associação Paulista de Nutrição
Realização VP Consultoria Nutricional

Mais informações e Credenciamento para Imprensa
JM-Gestão de Comunicação e Imprensa
Atendimento: José Maria Filho
(11) 2866-2346/ 9804-1112
josemaria.jornalista@ig.com.br

Onde encontrar creatina de ótima qualidade e bom preço http://www.mundototal.com.br/Default.asp?Menu=Produtos&Act=Busca

Uma viagem pelas estruturas celulares

Jogo de tabuleiro - Lançado em uma parceria entre Instituto Oswaldo Cruz e Universidade Federal Fluminense

Um jogo de tabuleiro, quatro duplas e um desafio: solucionar casos sobre biologia celular, molecular e fisiologia, “viajando” em organelas e estruturas celulares. É assim que estudantes dos ensinos médio e superior poderão aprender mais sobre o tema com o jogo Célula Adentro, desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com o Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) e com o apoio financeiro da FAPERJ e do CNPq. O jogo está disponível para download gratuito e impressão no site www.ioc.fiocruz.br/celulaadentro.

Idealizado inicialmente numa disciplina oferecida pelo Laboratório de Inovações Terapias, Ensino e Bioprodutos do IOC, o jogo é formulado a partir da abordagem do aprendizado pela solução de problemas (em inglês, Problem Based Learning) e permite que os estudantes entendam, de forma lúdica, como os cientistas construíram alguns conceitos fundamentais relacionados às células, fazendo com que eles ajam como investigadores, simulando o método científico ao formular perguntas e buscar chegar a respostas.
“O jogo traz alegria para a sala de aula, permite que os alunos e professores brinquem com a conduta dos pesquisadores e desperta o interesse pela investigação científica. A idéia surgiu em 1996. Depois disso, já foi tema de teses de mestrado e de doutorado no Programa de Pós-graduação de Biologia Celular e Molecular do IOC e foi avaliado positivamente em escolas de ensino médio e universidades do Brasil e do exterior”, ressalta a pesquisadora Tania Araújo-Jorge, pesquisadora do Laboratório de Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos do IOC e uma das coordenadoras do projeto.

Para professora da UFF, também pesquisadora do laboratório do IOC e idealizadora do projeto, Carolina Spiegel explica que o objetivo é desafiar os alunos. “A ideia é que eles coletem, discutam e interpretem pistas para decifrar questões científicas. Para isso, são propostos diversos casos abordando aspectos relacionados ao estudo da célula: O Hóspede do Barulho (sobre a origem da mitocôndria), O Caso da Membrana Plasmática, Surfando na Célula (que tem como tema a infecção viral), Um por Todos (que aborda a morte celular) e A Pérola do Nilo (sobre biologia forense)”, explica.

Segundo Carolina, o Célula Adentro é diferente de outros jogos de pergunta e resposta. “O jogo é baseado na interpretação de pistas que podem conter esquemas, figuras, experiências ou resultados científicos originais com os quais a comunidade científica se deparou. Com isso, os estudantes são motivados a agir como investigadores, fazendo anotações, debatendo e chegando a suas próprias conclusões”, ressalta. “Ao escrever a solução dos casos, os alunos estão reproduzindo suas próprias ideias e conclusões, e não apenas repetindo informações ouvidas em sala de aula ou lidas em livros. Eles aprendem brincando”, resume a pesquisadora.
O jogo é cooperativo: as equipes jogam juntas para resolver o caso, colaborando entre si e correndo contra o tempo. Deste modo, todos vencem ou perdem juntos. As equipes têm 30 minutos para coletar, de forma independente, as dez pistas disponíveis. Ao fim do tempo de coleta, o participante Coordenador recolhe e guarda as Cartas de Pista e cada dupla apresenta as suas pistas. Em seguida, as equipes se juntam, formando um único grupo, que tem 20 minutos para discutir e propor uma solução única do caso, que deve ser lida em voz alta para todos. Se a resposta do grupo estiver correta, todos ganham. O jogo possui ainda mini-dicionário com termos relacionados ao tema presentes nas pistas.

Em Célula Adentro, o professor também é parte integrante do jogo e desempenha um papel fundamental. “Ele deve estimular a discussão e fazer com que os alunos debatam sobre o assunto. Do ponto de vista pedagógico, a discussão é parte do jogo e, neste sentido, o professor não deve dar as respostas aos alunos, mas mediar o debate. Ao final do jogo, o papel do professor torna-se mais evidente, pois ele deve coordenar a discussão, apresentando pista por pista para garantir que as dúvidas, curiosidades e questionamentos em relação ao vocabulário, aos gráficos e aos experimentos fiquem claros para os alunos”, avalia Carolina.
A formulação pedagógica de Célula Adentro está de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, que destaca a importância de levar ao aluno a prática de investigação cientifica e tecnológica. “O projeto poderia ter sido desenvolvido em forma de estudo dirigido, mas optamos pelo jogo pela possibilidade de transformar o processo de aquisição de conhecimento em uma atividade atrativa, interativa e agradável para os estudantes”, enfatiza a pesquisadora.

Jogo foi avaliado em escolas e universidades públicas e privadas do Rio de Janeiro

Em estudo recente, que deu origem à dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-graduação de Ensino em Biociências e Saúde do IOC, foi verificada a aceitação do Célula Adentro entre o público jovem. No trabalho, que envolveu 605 alunos de escolas públicas e privadas, 94% dos jogadores declararam que gostariam de jogar novamente, porque consideravam o jogo divertido e bom para o aprendizado. “A maior parte dos alunos chegou à solução dos casos propostos, construindo conceitos de biologia de forma dinâmica e reforçando os conhecimentos sobre outros conteúdos. Além disso, as observações realizadas no estudo sugeriram um importante papel do trabalho em grupo (em pares ou trios) para atingir os principais objetivos dos jogos educacionais”, reforça Carolina.

O Célula Adentro também foi avaliado e obteve boa aceitação em universidades do Rio de Janeiro e em escolas na Suíça (estudo que gerou tese de doutorado, também defendida no Instituto). “Os resultados apontam para uma boa aceitação do jogo como estratégia de ensino por parte dos professores entrevistados, não apenas por seu caráter lúdico, mas também pelo desenvolvimento de importantes habilidades”, declara a Carolina. “Os resultados indicaram, portanto, que o jogo é motivador, estimula o raciocínio, gera o entrosamento e troca de idéias entre os alunos e, principalmente, torna lúdico o aprendizado em temas de biologia celular e molecular. Dessa forma, este jogo tem grande potencial para o uso na difusão de ciências entre jovens de diferentes faixas etárias e níveis de escolaridade”, finaliza.

CONTATO:

Serviço de Jornalismo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC)
21 2561 4830/ 2562 1500
Renata Fontoura – 21 9615 0648 begin_of_the_skype_highlighting              21 9615 0648      end_of_the_skype_highlighting
Marcelo Garcia– 21 8525 2389 begin_of_the_skype_highlighting              21 8525 2389      end_of_the_skype_highlighting
jornalismo@ioc.fiocruz.br
www.ioc.fiocruz.br

Richard Simonetti Lamenta em Carta à Revista Veja tom de Deboche na Reportagem Sobre o Filme Nosso Lar

Carta para a revista VEJA 1 de setembro de 2010*
fonte:http://www.richardsimonetti.com.br/artigos/exibir/136
Senhor redator.*


Como espírita, assinante dessa revista há muitos anos, lamento o tom de deboche que caracterizou sua reportagem sobre o filme Nosso Lar, o que, diga-se de passagem, também está presente em matérias sobre outras religiões. Nesse aspecto, VEJA é uma revista coerentemente debochada. Não respeita a crença de nenhum leitor.*

Pior são os erros de apreciação sobre a Doutrina Espírita, revelando ignorância do repórter, uma falha perigosa, porquanto coloca em dúvida outras matérias e informações. Como saber se os responsáveis estavam preparados para escrevê-las, evitando fantasias e especulações?*

Para sua apreciação, senhor redator, algumas “escorregadelas” do repórter:*

a) Grafa entre aspas o verbo desencarnar. Só teria sentido se ainda não houvesse sido dicionarizado. Por outro lado, noventa por cento dos brasileiros são espiritualistas, isto é, acreditam na existência e sobrevivência do Espírito. Este ser imortal desencarna, jamais morre. A minoria materialista, que acredita que tudo termina no túmulo, certamente terá surpresas quando “morrer”.*

b) Fala em cordilheira de ectoplasma onde se situaria Nosso Lar. De onde tirou isso? Ectoplasma é um fluido exteriorizado pelos médiuns para trabalhos de materialização. Os físicos, esses visionários cujas “fantasias” acabam confirmadas pela Ciência, falam hoje que há universos paralelos, que se interpenetram, semelhantes ao nosso. A partir daí, não é difícil imaginar o mundo espiritual descrito por André Luiz como parte de um universo paralelo com seres e coisas semelhantes à Terra, feitos de matéria num outro estado de vibração, não um mundo “ectoplasmático”, mas de quintaessência material. Nada de se admirar, portanto, que em cidades desse mundo existam pessoas com “uma rotina parecida com a dos vivos: comem, bebem, trabalham e
moram em casas modestas ou melhorzinhas”. Espirituoso esse “melhorzinhas”. Imagina o repórter que o Espírito é uma fumaça sem forma, sem consistência, habitando um nada?

c) Situa o aeróbus, um transporte coletivo que voa, como algo improvável. Menos mal que não tenha escrito impossível. De qualquer forma, ignora, certamente, que pesquisadores estão aperfeiçoando veículos dessa natureza, em alguns países, como solução para os problemas de trânsito e que no universo paralelo, o mundo espiritual, de matéria quintaessenciada, é muito
mais fácil resolver problemas relacionados com a gravidade. Ou, imagina que tudo flutua por lá?*

d) Diz jocosamente que “o visual da colônia dos espíritos de luz comprova: o brasileiro pode até se livrar do inferno, mas não escapa nem morto da arquitetura de Oscar Niemeyer. A cidade fantasmática de Nosso Lar é a cara de Brasília…” Não se deu ao trabalho de comparar datas e não percebeu que, mais apropriadamente, Brasília copiou Nosso Lar, visto que a cidade espiritual foi descrita por André Luiz em 1943, enquanto a construção de Brasília foi planejada e ocorreu no governo de Juscelino Kubistchek, de 1956 a 1961, inaugurada em 1960.*

Quanto ao mais, seria recomendável aos repórteres da VEJA o benefício de um estudo acurado e sem prejulgamento do livro que deu origem ao filme, psicografado por esse atestado vivo de integridade e amor à verdade, que foi o médium Chico Xavier, para compreenderem qual é o objetivo dessa magistral obra, como resume o Espírito Emmanuel, no prefácio:*

André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração.*

*Richard Simonetti*

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Os profissionais de educação física tornam-se cada vez mais importantes para a saúde das pessoas

Hoje (01) é comemorado o dia do Profissional de Educação Física. Tão importantes nas escolas, clubes, academias e empresas, os professores, educadores físicos ou personal trainers estão conquistando o seu espaço e mostrando que a atividade física é fundamental para uma boa saúde.

Uma prova disso é o convite feito ao personal trainer e body designer Xande Negão para participar do Talk Show Corpo, na 6ª edição da Beauty Fair - Feira Internacional de Cosméticos e Beleza no Expo Center Norte em São Paulo – SP. 

O evento aconteceu nos dias 28,29,30 e 31 de agosto e foi um sucesso. Xande Negão comenta com orgulho de sua participação. “Foi a primeira vez que um profissional de educação física foi convidado para a Beauty Fair e por isso me sinto mais honrado ainda. Foi um prazer enorme participar de um evento que é considerado o maior da América Latina no segmento de beleza”, afirma o personal.

Xande comenta ainda que espera ter cada vez mais oportunidades como essa para ele e seus colegas de profissão. “A educação física é essencial para uma vida com saúde e um corpo harmonioso. As pessoas precisam saber que nós, profissionais desta área, sabemos exatamente o que é indicado para cada tipo de organismo, sempre primando pela ética e transparência”, ressalta Xande.
O profissional de educação física é o único que, baseado em conceitos científicos, orienta os exercícios corretos, a intensidade, a frequência, a postura corporal e ajuda a melhorar o condicionamento físico e o desempenho muscular. “Nós trabalhamos com uma visão do todo, contribuindo tanto para a parte estética quanto para a saúde”, finaliza Xande.

Serviço: Xande Negão
Body Designer Carioca
Site: http://xandenegao.com.br
Blog: http://www.xandenegaoblog.blogspot.com
Twitter: http://twitter.com/negao_xande
Youtube: www.youtube.com/xandenegao1

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Cigarro ainda é primeira causa de morte evitável no planeta

 Cigarro ainda é primeira causa de morte evitável no planeta
Cerca de 17,5% dos brasileiros com mais de 15 anos são fumantes; Dia Nacional de Combate ao Fumo é comemorado no domingo

O cigarro já perdeu o status de glamour e poder que exalava, há algumas décadas, mas segue como um problema real para a saúde pública. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo ainda ocupa o topo da lista de causas de morte evitável no planeta. Neste domingo, dia 29 de agosto, quando é comemorado mais um Dia Nacional de Combate ao Fumo, a data serve de alerta para uma situação ainda bastante preocupante no País.

A OMS estima que um terço da população mundial adulta seja fumante, o que significa cerca de 1,2 bilhão de pessoas. As mortes devido ao uso de tabaco correspondem a 4,9 milhões ao ano, ou seja, 10 mil mortes ao dia.

Professora de Enfermagem em Saúde Pública do Complexo Educacional FMU, Valéria Leonello relata que pesquisas recentes indicam que o percentual de fumantes vem caindo no Brasil. No entanto, a situação ainda é alarmante. “Embora alguns países tenham um índice maior de tabagismo quando comparados ao Brasil, termos mais de 15% da população brasileira usuária de produtos derivados do tabaco é, no mínimo, preocupante”, afirma.

Segundo a professora do curso de Enfermagem e mestre em Saúde Pública, um estudo do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostra que 17,5% da população brasileira com mais de 15 anos usa produtos derivados do cigarro. “Isso representa um contingente de 25 milhões de pessoas”, frisa.

Para Valéria, a Lei Antifumo do Estado de São Paulo, em vigor há um ano, já apresenta resultados positivos. Ela comenta que foi constatada uma redução de até 73,5% nos níveis de monóxido de carbono em bares, restaurantes e casas noturnas, de acordo com um estudo do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas em cerca de 700 estabelecimentos.

“Os freqüentadores e funcionários desses estabelecimentos foram alguns dos grandes beneficiados pela lei. Os estudos estão começando a ser desenvolvidos, afinal, temos só um ano de aplicação da lei, mas vários meios de comunicação vêm fazendo enquetes com a população, que já considera a lei um suporte ou apoio para quem deixou ou quer deixar o hábito de fumar”, avalia a professora da FMU.

Aproveitando o Dia Nacional de Combate ao Fumo, Valéria aponta que deixar o vício do cigarro é uma decisão que, na maior parte dos casos, deve ser acompanhada com a procura por ajuda profissional e apoio de pessoas próximas. “Parar de fumar sem ajuda pode até ser possível, mas com ajuda e apoio é bem mais efetivo. Em geral, as pessoas que fumam têm muita dificuldade em deixar o vício”, diz.

Segundo a professora, apenas a informação não muda o comportamento das pessoas. “A decisão de parar de fumar tem que vir associada a uma série de outros elementos, como apoio psicossocial, acompanhamento médico, trabalhos grupais, etc. Esses recursos somados à informação fortalecem a capacidade do indivíduo em mudar esse hábito”, finaliza.



O Complexo Educacional FMU, que reúne as Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Faculdades Integradas de São Paulo

sábado, 31 de julho de 2010

OITO ANOS DE IMPUNIDADE / DIREITOS HUMANOS NO BRASIL

Publico aqui uma excepcional apresentação elaborada pela Marli Delucca, uma grande defensora dos direitos dos animais. Não dá para ver e não ficar triste.

Os slides falam por sí. Não deixem de ver. Marli, parabéns!!!

Fonte: http://www.slideshare.net/tetello/direitos-humanos-para-humanos-dir...

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Gato cego dá exemplo de vida em "A Odisseia de Homero"


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/774059-gato-cego-da-exemplo-de-vida-em-a-odisseia-de-homero.shtml

da Livraria da Folha
Divulgação
Gato superou as dificuldades da cegueira para ter uma vida normal
Gato superou as dificuldades da cegueira para ter uma vida normal
Quem imagina um felino sem a visão como um animal triste, medroso e incapaz, deve mudar de ideia ao conhecer "A Odisseia de Homero" (Gmt Sextante, 2010), da escritora norte-americana Gwen Cooper.
Cooper conta a história real de seu gato que, mesmo com deficiência visual, conseguiu encarar os desafios cotidianos e levar uma vida normal.
De acordo com a autora, a falta dos olhos nunca fez falta ao bichano. No livro, o leitor pode acompanhar a vida de superação do felino e como ele foi parar no centro das atenções para sua dona, a qual se deu conta do quanto estava sozinha em sua vida até então.
Ao longo das páginas de seu livro será possível descobrir como o animal era implicante, bagunceiro e temperamental, mas também dengoso e engraçado, como qualquer outro gato.
"A Odisseia de Homero" é a história de superação tanto para a dona como para Homero e mostra o amor incondicional que pode existir na relação entre um humano e seu mascote.
Gwen Cooper também é autora de "Diary of a South Beach Party Girl", ainda não publicado no Brasil.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Adolescentes realizam mais cirurgias de redução de estômago no Brasil

Absurdo! Isso é atuar sobre os efeitos e não causas! É necessário educar os pais para que as crianças tenham bons hábitos alimentares e não sejam jovens obesos. A geração Mac Donald é forte candidata a ter precocemente problemas no passado típico de idosos.

IARA BIDERMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A indicação de cirurgia para obesidade em adolescentes está crescendo no Brasil, mas ainda está longe de ser consenso entre especialistas.

Cinco por cento dessas operações já são feitas em menores de 20 anos. Em 2009, foram realizadas 30 mil
cirurgias bariátricas no país, segundo Thomas Szego, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.

Explicam essa alta tanto o aumento da obesidade na população quanto o aperfeiçoamento das técnicas que tornaram o método mais seguro, de acordo com Szego.

Como a legislação brasileira só permite a cirurgia a partir dos 16, esse número poderia ser ainda maior.

Para uma parte dos especialistas, aumentar as indicações é uma tendência.

"Vamos discutir as diretrizes no próximo encontro brasileiro de endocrinologia pediátrica", conta Paulo César Alves da Silva, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Um dos pontos mais polêmicos sobre a cirurgia em menores de 20 anos é a falta de dados sobre os efeitos a longo prazo. "Isso a gente não sabe, mas sabemos dos riscos da obesidade. A cirurgia é uma opção que vale a pena", afirma Silva.

As normas brasileiras determinam que a cirurgia só pode ser feita em casos de Índice de Massa Corporal acima de 40 e com a presença de doenças associadas como diabetes, hipertensão etc.

A equipe médica e os pais ou responsáveis devem assinar um documento declarando que concordam com o procedimento.

Para Arthur Belarmino Garrido Jr., coordenador da Unidade de Cirurgia da Obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo, os riscos da cirurgia em adolescentes são similares aos dos adultos.

Porém, há médicos que apontam para características específicas dessa faixa etária que complicam o tratamento cirúrgico da obesidade.

DOENÇA CRÔNICA

"A pessoa ainda está em fase de crescimento e podemos estar trocando uma doença crônica [a obesidade] por outra [desnutrição], sem saber o que vai acontecer mais tarde", pondera Rosana Radominski, presidente da Abeso (Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e da Síndrome Metabólica).

"Mutilar o aparelho digestivo em quem está em crescimento não é bom. Antes de partir para a cirurgia, eu tentaria o tratamento clínico para emagrecer pelo menos duas vezes", afirma o pediatria e nutrólogo Fábio Ancona Lopes, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

As questões psicológicas de uma operação que promove o emagrecimento ultrarrápido são ainda mais importantes na adolescência.

"Essa é a idade em que se manifestam vários distúrbios psiquiátricos, especialmente os transtornos alimentares. É perigoso reduzir o estômago se o problema de base não for tratado", analisa o psiquiatra Carlos Henrique Rodrigues dos Santos, do Grupo de Doenças Afetivas do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/773886-adolescentes-realizam-mais-cirurgias-de-reducao-de-estomago-no-brasil.shtml

Consumo de refrigerante diet pode estar ligado a risco de parto prematuro

24/07/2010 - 14h03
Consumo de refrigerante diet pode estar ligado a risco de parto prematuro
PUBLICIDADE

DA REUTERS

Uma nova pesquisa sugere que o hábito beber bebidas adoçadas artificialmente em excesso pode estar ligado a um risco maior de parto prematuro em mulheres grávidas.

"Pode ser não opcional para as grávidas o consumo elevado destes tipos de produtos", disse Thorhallur I. Halldorsson do Statens Serum Institut de Copenhagen, um dos pesquisadores do estudo.

As bebidas diet são amplamente promovidas como uma alternativa saudável a refrigerantes e sucos com açúcar, mas Halldorsson e seus colegas observam que há pouca pesquisa sobre a segurança do consumo regular de adoçantes artificiais em seres humanos.

Refrigerantes -tanto adoçados artificialmente como com açúcar- foram recentemente ligados a pressão arterial elevada, acrescentaram os investigadores, o que aumenta o risco de parto prematuro. Para investigar se poderia haver uma ligação direta, os investigadores avaliaram a dieta de cerca de 60.000 mulheres dinamarquesas, incluindo quantos refrigerantes consumiam a cada dia, em torno da 25ª semana de gravidez.

Cerca de 5% das mulheres deram à luz antes da 37ª semana.

As mulheres que tiveram pelo menos uma unidade de refrigerante adoçado artificialmente ao dia quando estavam grávidas tinham 38% de chance de ter parto prematuro em relação às mulheres que não beberam refrigerante diet, relataram os investigadores em um jornal americano da nutrição clínica.

As mulheres que tiveram pelo menos quatro por dia tiveram 80% mais chance de ter um bebê prematuro. A associação foi a mesma em mulheres com peso normal e acima do peso.

Os investigadores não relataram o risco real de bebês prematuros em cada grupo. No entanto, um em cada oito bebês -ou cerca de 13%- nasce muito cedo. Isto significa que, se beber refrigerante diet, de fato, aumenta o risco -que primeiro deve ser confirmado por outras equipes de investigação-, uma mulher que bebe pelo menos um refrigerante diet por dia teria um risco de 17%, e cerca de 22% se bebesse quatro ou mais.

Em comunicado, o Conselho de Controle de Calorias, um grupo de empresas que produzem e distribuem alimentos de baixa caloria, chamou a pesquisa de "enganosa".

"Este estudo pode alarmar indevidamente as mulheres grávidas. Embora seja contra o peso das evidências científicas que demonstram que os adoçantes de baixas calorias são seguros para uso durante a gravidez, a pesquisa mostrou que o sobrepeso e a obesidade podem afetar negativamente os resultados da gravidez", afirmou em comunicado Beth Hubrich, nutricionista do conselho.

"Além disso, adoçantes de baixa caloria podem ajudar mulheres grávidas a apreciar o gosto de doces, sem excesso de calorias, deixando espaço para alimentos e bebidas nutritivas -algo que pode ser prejudicial tanto para a mãe quanto para o bebê em desenvolvimento."

Como apenas o refrigerante diet foi ligado ao parto prematuro, não as bebidas com açúcar, os resultados sugerem que o adoçante artificial em si poderia explicar a relação, de acordo com os pesquisadores. No entanto, eles acrescentam que outras causas possíveis para a ligação não podem ser descartadas.

Os investigadores não avaliaram adoçantes artificiais específicos e Halldorsson notou que muitas bebidas contêm mais de uma dessas substâncias químicas. Apesar disso, ele e seus colegas dizem que há evidências indiretas que liga o aspartame ao parto prematuro em animais.

O aspartame se decompõe em metanol e outras substâncias no corpo, que por sua vez podem ser convertidas em substâncias tóxicas, como formaldeído e ácido fórmico, explicaram os pesquisadores. Estudos em primatas ligaram a baixa exposição ao metanol à gravidez e complicações do parto prematuro.

Enquanto as grávidas que consomem refrigerante não devem ficar alarmadas com as conclusões, Halldorsson disse, "o que estamos avaliando merece uma atenção maior".

Segundo o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas, as mulheres que normalmente utilizam a sacarina ou o aspartame podem continuar a fazê-lo "com moderação", durante a gravidez.

Publicado em: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/771874-consumo-de-refrigerante-diet-pode-estar-ligado-a-risco-de-parto-prematuro.shtml

quinta-feira, 22 de julho de 2010

SEGUNDA SEM CARNE

Convido a todos a participarem e divulgarem a SEGUNDA SEM CARNE.

Você que simpatiza com a ideia de não comer carne, ou mesmo que está diminuindo a quantidade, 
junte-se a muitos que em todas as partes do mundo apoiam essa importante ação.

Conheça o site SEGUNDA SEM CARNE:
http://www.svb.org.br/segundasemcarne/

Faça sua adesão através do link abaixo:

http://www.svb.org.br/segundasemcarne/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=8&Itemid=9

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Distúrbio do sono pode levar a morte


De acordo com uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira do Sono, 43% dos brasileiros sofrem de algum tipo de distúrbio enquanto dormem. A apnéia do sono é considerada um dos principais e atinge cerca de 4% das mulheres adultas e aproximadamente 9% dos homens adultos, principalmente em quem tem acima de 35 anos. Existem três tipos: a apnéia central, causada por uma rara disfunção do sistema nervoso central, neste caso a pessoa não faz nenhum esforço para respirar e por isso não há entrada nem saída de ar pelos pulmões; a obstrutiva, que acontece quando alguma região da garganta está obstruída; e a mista, no início não há esforço para respirar, mas quando a pessoa tenta não consegue porque há alguma obstrução. 

 Gerson I. Köhler, ortodontista e ortopedista-facial da Clínica Köhler Ortofacial, explica que o ronco é a demonstração sonora que indica a existência de alguma anormalidade na respiração. “Quando há obstrução da faringe o ar não chega até os pulmões, mesmo que haja o esforço respiratório. Se ocorrer o fechamento ou o colapso da faringe então ocorre a apnéia”, esclarece. Quem sofre desta síndrome não percebe, mas quando está dormindo simplesmente para de respirar. “As interrupções são breves, duram geralmente 10 segundos, e acontecem no mínimo cinco vezes a cada hora de sono. Há ainda a hipopnéia, que ao invés de interromper completamente a respiração, reduz o fluxo de ar de 30 a 50%”, acrescenta.

O ronco é o sintoma mais comum, mas não é o único. Irritabilidade, depressão, redução da libido, impotência sexual, dificuldade de concentração, problemas de memória, suor excessivo durante a noite, pressão alta e dores de cabeça pela manhã também são sinais de que alguma coisa está errada. “A sonolência diurna acontece porque a interrupção da respiração faz a pessoa acordar várias vezes durante a noite. Esta fragmentação do sono prejudica a sua qualidade e impede que ele progrida para as fases mais profundas, nas quais o descanso é maior”, ressalta Juarez Köhler, outro especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial da Clínica Köhler Ortofacial. 

A obesidade é um fator que prejudica a respiração, já que a gordura fecha o canal da faringe, órgão por onde passam os alimentos e o ar. Ela é responsável pela conexão entre o nariz e a boca e entre a laringe e o esôfago. Segundo Nilse Waltrick Köhler, fonoaudióloga e especialista em distúrbios miofuncionais da face da Clínica Köhler Ortofacial, o crescimento exagerado das amígdalas e a adenóide também podem causar esta síndrome. “A mal formação da mandíbula ou da faringe, a hipertrofia da língua, a diminuição da força dos músculos da faringe ou até mesmo a falta de coordenação dos músculos respiratórios são outros elementos que podem ser determinantes para causar a apnéia”, afirma. Os ossos da face também devem ser levados em consideração, principalmente nas pessoas que possuem o queixo e o maxilar pequenos.  
Classificada entre as doenças que mais matam no mundo, a apnéia do sono aumenta o risco de acidente vascular cerebral (AVC), infarto e causa batimentos cardíacos irregulares – chamado de arritmia cardíaca- e hipertensão arterial. Também aumenta as chances de desenvolver resistência a insulina, o que pode levar a diabetes tipo 2 e de sofrer acidentes no trabalho e de trânsito devido à da fadiga.  Segundo Gerson, a apnéia do sono diminui a qualidade de vida, principalmente devido à fragmentação do sono e a sonolência diurna. “É necessário um tratamento adequado para tratar este distúrbio e limitar os riscos de desenvolver estas doenças. O diagnóstico pode ser feito através da polissonografia, exame que permite testar durante o sono os potenciais elétricos da atividade cerebral, dos batimentos cardíacos, os movimentos dos olhos, a atividade muscular, o esforço respiratório, a saturação de oxigênio no sangue, entre outros parâmetros”, conclui.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Fone: 41 3224.4883
Endereço: Rua Comendador Araújo, 143, conj. 42, Centro, Curitiba/PR.

Liberado para Celíacos



Comprometida com a missão de garantir alimentos saudáveis e saborosos do campo à mesa do consumidor, a Urbano amplia a lista de alimentos permitida para celíacos –pessoas com resistência a glúten -   disponibilizando nos principais supermercados brasileiros Macarrão Urbano, produzido a partir do arroz, e Farinha de Arroz Urbano, uma opção deliciosa para empanar, preparar bolos, nhoques, pão e muitos outros alimentos deliciosos.

O Macarrão Urbano, produzido a partir da farinha de arroz, é uma saborosa opção para celíacos e para consumidores que cuidam da saúde e evitam o aumento do peso. O sabor e a consistência é a mesma do macarrão de trigo, porém o amido resistente do arroz oferece energia gradual ao organismo, que digerido lentamente, prolonga a sensação de saciedade e em quantidades balanceadas contribui para o controle do peso.

Um bolo, um nhoque, um frango empanado e muitas outras delicias podem ser incluídas na lista de alimentos dos celíacos e dos que buscam uma alimentação saudável quando preparadas com a Farinha de Arroz Urbano. Os empanados com este produto ficam mais crocantes, sequinhos e menos calóricos, pois absorvem menos gorduras que os outros tipos de farinha.

Para facilitar algumas receitas deliciosas com o Macarrão e com a Farinha Urbano estão disponíveis no site www.urbano.com.br .

terça-feira, 13 de julho de 2010

MOVIMENTO DE DEFESA ANIMAL

Com as eleições se aproximando falsos amigos dos animais estão de olho no nosso voto.  CUIDADO!!!

domingo, 20 de junho de 2010

PLANTA DO CERRADO BRASILEIRO COMBATE O VILITILGO

Mama Cadela, planta muito utilizada pela população do Cerrado como espécie medicinal, possui o principio ativo Brosimum gaudichaudii, eficaz no tratamento do vitiligo.

A mama-cadela (Brosimum gaudichaudii), planta nativa do cerrado do Planalto Central do Brasil é uma árvore com tronco sinuoso e casca cinzenta que pode atingir até 4m de altura, possui ramos tortuosos, com flores minúsculas de coloração verde-amareladas, os frutos possuem sucos e cheiros adocicados e ficam alaranjados quando maduros, alcançando 3 cm de diâmetro.

Utilização medicinal - A Mama-cadela é considerada a única planta reconhecida no combate ao vitiligo - doença caracterizada pela diminuição de melanina (pigmento que dá cor à pele), essa despigmentação ocorre geralmente em forma de manchas brancas (hipocromia) de diversos tamanhos e com destruição focal ou difusa. Pode ocorrer em qualquer segmento da pele, inclusive na retina (olhos). Os locais mais comuns são a face, mãos e genitais. Sua causa ainda não é bem compreendida, embora o fator auto-imune pareça ser importante. Contudo, estresse físico, emocional, e ansiedade são fatores comuns no desencadeamento ou agravamento da doença que pode surgir em qualquer idade, sendo mais comum em duas faixas etárias: 10-15 anos e 20-40 anos.
O princípio ativo encontrado na planta é uma furocumarina (substância fotossensibilizante) o "bergapteno" presente nas raízes, cascas e frutos verdes, também recomendada em estado natural na forma de chás.

A Sauad Farmacêutica, especializada em produtos fototerápicos, se preocupou em desenvolver um medicamento fitoterápico (encontrado em forma de comprimidos, pomadas e soluções tópicas) que contém derivados furanocumarinos - Brosimun Gaudichaudii Trécul - e tem ação fotossensibilizante direta sobre os melanócitos desencadeando a produção de melanina, substância esta responsável pela natural pigmentação das lesões.


www.sauad.com.br

terça-feira, 15 de junho de 2010

Justiça nega pedido de suspensão contra médico de Michael Jackson

Pois é, sempre tive a visão de que a justiça americana é bem mais "justa" e evoluida do que a justiça brasileira, mas essa notícia nivela as duas nas suas capacidades de produzirem injustiças. Quem sabe o culpado pela morte de Michael Jackson não tenha sido o mordomo? 


Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/eua_justi__a_m__sica_gente

Seg, 14 Jun, 09h17
 
LOS ANGELES (AFP) - Um juiz de Los Angeles negou um pedido para suspender temporariamente o médico de Michael Jackson de suas atividades no estado da Califórnia (oeste), onde o cantor morreu após uma overdose de sedativos há quase um ano.

O Conselho Médico da Califórnia havia pedido que o doutor Conrad Murray, de 57 anos, fosse suspenso no estado até a conclusão do processo pela morte do astro pop, no dia 25 de junho de 2009.

Os pais do famoso cantor, Katherine e Joe Jackson, assim como seus irmãos Jermaine e LaToya, assitiram à audiência. O juiz Michael Pastor fixou outra data para Murray comparecer ante a corte, no dia 23 de agosto.
"Querem parar este homem de ajudar as pessoas, algo que trabalhou forte para fazer pela vida toda", disse o advogado de Murray, Joseph Low.

Em uma audiência em fevereiro, o juiz Keith Schwartz ordenou que Murray não pode administrar nenhum tipo de sedativo, particularmente propofol, a anestesia que matou Jackson aos 50 anos em sua mansão de Beverly Hills.

A promotora Trina Saunders argumentou que "tem o direito e a obrigação de proteger o público", disse, ao defender o pedido contra Murray.

"Nós não estamos pedindo isto como uma suspensão, estamos pedindo isso como uma condição de sua fiança, não como uma medida disciplinar. Apenas durante o período de julgamento" por homicídio culposo pela morte de Michael Jackson.

Nos arredores do edifício do centro de Los Angeles dezenas de fãs de Jackson pediam justiça pela morte de seu ídolo.

Murray foi acusado em fevereiro de homicídio culposo de Jackson após o cantor ter uma overdose de medicamentos e uma intoxicação por propofol.

Seu falecimento foi constatato vinte minutos depois de receber a injeção de propofol, enquanto o doutor Murray havia se ausentado por alguns minutos para atender um telefonema.

sábado, 12 de junho de 2010

CÉREBRO DE CORRUPTO É DESTAQUE NO 6º CONGRESSO BRASILEIRO DE CÉREBRO, COMPORTAMENTO E EMOÇÕES

  
Neurocientistas revelam a semelhança entre o cérebro
de políticos corruptos e dependentes químicos. E discutem o que fazer no Brasil atual para inibir a corrupção na política

Existe alguma diferença no cérebro de corruptos que possa explicar este comportamento? Afinal, quais são as hipóteses para justificar as ações de políticos corruptos em todo o mundo. O assunto será hoje um dos grandes temas debatidos hoje entre os principais neurocientistas do país e dos Estados Unidos durante o 6º Congresso Brasileiro de Cérebro, Comportamento e Emoções, que acontece até o dia 12 de junho, em Gramado, no Rio Grande do Sul.

Veja abaixo os outros temas debatidos durante o congresso:

Efeitos cerebrais da separação da mãe na infância. Afinal, o que isso faz com o desenvolvimento da criança?

Qual o efeito da falta de sono no comportamento?

É possível esquecer um grande amor? Por que insistimos nesse comportamento?

Por que algumas memórias duram dois dias e outras meses ou anos?

A assessoria de imprensa do congresso atenderá os jornalistas durante todos os dias do evento, organizando entrevistas com os especialistas.

Informações para a imprensa

Tino - Projetos em Comunicação
Regiane Monteiro/Danilo Tovo/Vinicius Volpi/
Alessandra Homero
(11) 3170-3137
(11) 7493-7744/7492-3442/7492-8040/7491-6459
regiane@tinocomunicacao.com.br
danilo@tinocomunicacao.com.br
vinicius@tinocomunicacao.com.br
alessandra@tinocomunicacao.com.br

quinta-feira, 3 de junho de 2010

FOTOPROTEÇÃO É FUNDAMENTAL DURANTE O INVERNO


Efeitos dos raios solares sobre a pele não cessam nos dias mais frios, nublados ou chuvosos dessas estações. É preciso usar sempre um bom fotoprotetor, de preferência com hidratante

As pessoas se limitam a utilizar o protetor solar somente nos dias de verão, quando é mais perceptível a incidência dos raios solares sobre a pele. Mas esse engano pode custar caro ao longo do tempo, com o envelhecimento precoce das células e o risco de doenças mais simples, como viroses, infecções bacterianas e alergias, até o surgimento de câncer de pele.

Apesar da temperatura mais amena do inverno, com o sol muitas vezes escondido atrás das nuvens, os raios UVB e UVA continuam a prejudicar a pele, associados ao frio e à redução da umidade do ar, que causam ressecamento e irritações. "Por isso, é fundamental que a população se habitue a usar diariamente, a cada quatro horas em média, bons produtos para fotoproteção e hidratação, independentemente do clima ou do período do ano", afirma a dermatologista Silvana Coghi, integrante da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy Dermatology.

Segundo ela, na hora de escolher o produto é necessário observar não só o fator FPS, que protege contra os raios UVB, causadores de vermelhidão e de queimaduras. O produto deve ter também o PPD (Persistent Pigment Darkening), que determina a proteção em relação aos UVA, que atingem camadas mais profundas da pele, provocando a destruição das fibras de colágeno e, por consequência, perda de elasticidade e aumento das linhas de expressão e das rugas. "O PPD deve ser em média 30% (1/3) do fator de proteção UVB. Ou seja, se o FPS for 20, o PPD tem de ser no mínimo sete. Caso contrário, a pele não está realmente protegida", reforça a médica.

Os raios UVA atravessam vidros dos carros e janelas domésticas, estando presentes em doses muito altas nas câmaras de bronzeamento artificial. "Esta característica reforça a necessidade de atenção constante com a proteção da pele, pois, além de envelhecimento precoce, a exposição a eles pode gerar diversos tipos de alergias", explica Dra. Silvana.

Filtrum HT20

Diferente dos suncares (produtos mais utilizados no verão), o Filtrum HT, produzido pela Libbs Farmacêutica, é um dos poucos produtos no mercado que reúnem fotoproteção UVB média com FPS 20 e PPD12 com hidratante, sem os inconvenientes dos filtros solares comuns - que são oleosos e difíceis de se aplicar na pele.

Indicado para adultos com peles frágeis, normais a secas, bem como fotoenvelhecidas, o Filtrum HT funciona nas peles desidratadas já na primeira hora após sua aplicação, tendo potencial de hidratante de mais de 18% em função de seus ativos hidrossolúveis, que restabelecem a hidratação natural da pele, combinados a um polímero de alta afinidade com a água. Seu diferencial é que a pele fica hidratada sem aquele aspecto gorduroso, evitando o aparecimento de acne e de cravos. Nas peles envelhecidas por exposição solar, como tem fotoproteção moderada, o Filtrum inibe mais a formação de sunburn cells (células fragilizadas pelos raios solares) do que a proteção com produtos de FPS mais altos, se usados de forma irregular.

A formulação é ainda enriquecida com vitamina E, conhecida por seu potencial antioxidante, que garante proteção contra o envelhecimento precoce da pele.

Libbs Farmacêutica -- Presente no mercado de medicamentos éticos desde 1958, a empresa tem 1.356 funcionários e opera uma moderna fábrica e a unidade de química fina em Embu (SP). Distribuindo medicamentos em todo o País, é um dos poucos laboratórios farmacêuticos no Brasil que mantêm uma unidade industrial de química fina para produção de insumos para a indústria farmacêutica. Um dos maiores laboratórios farmacêuticos de capital nacional, a Libbs tem forte atuação também nas áreas cardiovascular, ginecológica, neuropsiquiátrica, gastroenterológica, respiratória, dermatológica e oncológica.