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domingo, 28 de março de 2010

APM ALERTA O PÚBLICO LEIGO SOBRE ATIVIDADE FÍSICA EM EXCESSO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS PARA O SONO

  
O Departamento de Neurologia da Associação Paulista de Medicina realiza, em 17 de abril de 2010, das 9h30 às 12h, palestra gratuita sobre distúrbios do sono. Prestará esclarecimento a respeito de diversos problemas, além de fazer alerta sobre os prejuízos do excesso de exercícios físicos.

É importante ressaltar que os exercícios físicos, quando bem aplicados sempre trazem benefícios, especialmente para o sono. A síndrome do excesso de treinamento, ou overtrainning, que normalmente afeta atletas, e as atividades sem orientação qualificada, comprometem os sistemas fisiológico, imunológico e até mesmo psicológico. Em decorrência disso, o indivíduo pode sofrer alterações no sono, além dos distúrbios alimentares como anorexia e bulimia, na busca pelo corpo perfeito.

"Com a prática da atividade física excessiva, o individuo não satisfaz todas as fases do sono ou passa por elas de forma truncada, acordando diversas vezes durante a noite. O resultado é que, no dia seguinte, fica sem energia para desenvolver até atividades rotineiras. É este o alerta que queremos estender ao público leigo", comenta a dra. Luciana Mara Lorenzini, especialista em fisiologia e fisioterapia aplicada à cardiologia e à pneumologia pela Faculdade de Medicina do ABC, membro do Grupo de Pesquisa Avançada em Medicina do Sono - Prof. Dr. Rubens Reimão - HCFMUSP.

Na ausência do sono reparador e do descanso, há maiores dificuldades para dormir, inclusive com pesadelos, e até mesmo lesões físicas, como dores articulares, que muitas vezes impedem a realização de atividades simples.

Exercício físico de quatro a seis horas antes do horário de dormir pode ser prejudicial, pois algumas fases do sono diminuem e outras aumentam, comprometendo a qualidade e o descanso do indivíduo. Para mais informações, (11) 3188-4251 ou eventos@apm.org.br

Exercício físico em excesso e conseqüências para o sono

Data: 17 de abril de 2010
Horário: 9h30 às 12h
Local: Associação Paulista de Medicina
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, 278 - São Paulo - SP

Informações/Inscrições: (11) 3188-4251 / eventos@apm.org.br

quarta-feira, 3 de março de 2010

ANTES, DURANTE E DEPOIS DA GESTAÇÃO: MALHAR É A MELHOR FORMA

Vejam abaixo reliese do grupo Athena. Vale a pena ler com atenção e repassar para seus contatos, principalmente para aquelas que estão entrando nessa bela fase da vida, que trás alguns desconfortos, mas inúmeras alegrias. Minimize os desconfortos da gravidez e mantenha-se saudável praticando atividade física adequada e assistida por profissionais de sua confiança.


Vejam também no excelente site Treino Total a postagem: Exercícios físicos na gravidez exigem acompanhamento http://www.treinototal.com.br/revista/2010/02/05/exercicios-fisicos-na-gravidez-exige-acompanhamento/


Em tempo de grandes investimentos na imagem pessoal, a gestação pode gerar ansiedade em algumas mulheres, especialmente naquelas que rotineiramente travam uma batalha com a balança. Com o nascimento do bebê, são deixados de 5 a 6 quilos para trás, mas os demais vão demandar alguns cuidados para desaparecer. "Nesse aspecto, sempre largam na frente aquelas que mantiveram uma rotina de atividade física durante a gravidez", ressalta Ana Cléia Fonseca, professora da Contours, rede de academias para mulheres.



Deu Positivo - Logo após a confirmação, a gestante deve consultar o médico para verificar se pode realizar exercícios e que modalidades são indicadas para o seu caso. "Mesmo aquelas que já mantêm a prática regular devem ouvir seu obstetra", complementa Ana Cléia. Uma vez liberados, os exercícios devem ser monitorados por um profissional de educação física, especialmente no primeiro trimestre da gravidez.



Usualmente são indicados 30 minutos de atividades, 5 vezes por semana. Os benefícios ultrapassam a manutenção do peso saudável: "Mulheres que se exercitam tendem a ter um melhor trabalho de parto. Além disso, o exercício melhora a circulação; reduz os riscos de diabetes gestacional, complicações obstétricas e trabalho de parto prematuro; e diminui a sensação de fadiga", destaca a professora de educação física. Completam o rol de vantagens a melhora na auto-estima e redução da ansiedade - típica dessa fase feminina.



É importante que a cliente informe à academia e ao instrutor que está grávida. "Na Contours, elas participam do circuito, que engloba atividades aeróbica e de musculação. Contudo, os exercícios são adaptados e cada cliente é acompanhada de perto", descreve Ana Cléia. A academia orienta ainda que as grávidas busquem orientação nutricional. "Essa dobradinha é imbatível para quem quer viver a gravidez de maneira saudável", explica a professora.



Após o nascimento do bebê, o retorno à academia é muito importante para a correção da flacidez abdominal e do contorno do corpo, mas requer liberação médica. Normalmente ocorre em duas semanas após o parto normal e em seis semanas quando a paciente é submetida à cesariana. Seja qual for o procedimento, quanto antes a atividade física for retomada, mais rápida será a resposta.



Carla Furtado

AthenaPress
Unidade do Grupo Athena

(61) 3326 2066 e (61) 8473 3509

www.grupoathena.com.br

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Atividade física combate câncer




Fonte: http://abiliodiniz.uol.com.br/Artigo.aspx?Id=262

Apenas 15 minutos diários de exercícios físicos são suficientes para reduzir a taxa de mortalidade em pacientes com câncer de próstata, aponta estudo realizado por pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard. Segundo a coordenadora do estudo, Stacey Kenfield, a pesquisa realizada com 2.686 pacientes constatou que os homens que mantiveram pelo menos 3 horas semanais de atividades físicas vigorosas (como correr, andar de bicicleta, nadar ou jogar tênis) apresentaram redução de 35% no risco de mortalidade pela doença. “Esse é o primeiro grande estudo populacional a examinar os exercícios em relação à mortalidade em sobreviventes de câncer de próstata. Não conhecemos os efeitos moleculares exatos que a atividade física tem sobre a doença, mas sabemos que os exercícios influenciam um número de hormônios que se estima estarem envolvidos com a doença, além de melhorar a função imunológica e reduzir inflamações”, disse a pesquisadora.

Com relação às caminhadas, embora o estudo não mostre os efeitos específicos na mortalidade por câncer de próstata, os pesquisadores observaram que os pacientes que andaram mais de quatro horas por semana tiveram um risco 23% menor de mortalidade por qualquer causa quando comparados com os que andaram menos de 20 minutos por semana. E aqueles que andaram mais de 90 minutos em um ritmo normal para acelerado apresentaram risco de morte 51% menor do que aqueles que andaram menos e em ritmo menos intenso.

Informações: Agência FAPESP

terça-feira, 28 de julho de 2009

EXAGERO EM ATIVIDADES FÍSICAS PODE CAUSAR QUEDA CAPILAR

O peso em excesso pode acelerar quedas de cabelos em pessoas predispostas à calvície genética, principalmente mulheres. Isto porque a gordura periférica corporal acaba sendo uma fonte de hormônios que causam queda capilar. Sendo assim, nos indivíduos obesos, sensíveis a estes hormônios, a queda pode aparecer.

O contrário pode ser verdadeiro, já que pessoas que praticam atividades físicas de forma intensa, por período de tempo prolongado e diariamente, podem sofrer alterações hormonais que também causam queda capilar genética na mesma proporção que os obesos. Isto por conta de alguns sistemas de proteção corporal que, para manter alguns equilíbrios metabólicos quando a porcentagem de gordura corporal fica muito abaixo do que é considerado normal, usam de outras formas para produzir os mesmos hormônios que levam à queda nos obesos, porém em maior quantidade.

Por isso, concluímos que tanto obesos quanto pessoas com baixíssimo percentual de massa gorda podem sofrer quedas capilares hormonais com maior frequência do que os indivíduos cujo índice de massa corporal está dentro dos padrões ideais.

Casos especiais de quedas capilares em atletas podem ocorrer, devido ao estresse corporal, pelo exagero de desgaste físico. Nestes casos, a queda hormonal de origem genética não é levada em consideração, apesar de ser também afetada pelo esforço excessivo, como já citado. Porém, como caso especial, o que devo salientar é que pessoas que não repõem seus nutrientes de forma correta após uma atividade física desgastante podem desencadear quedas por estresse físico. Isto é valido também para aqueles que, após exercícios extenuantes, não respeitam o tempo de recuperação de seus organismos.

Para evitar este tipo de problema, é fundamental a orientação de educadores físicos e nutricionistas comprometidos com o bem-estar de seus orientados. Não só por conta de tratar pessoas com excesso de peso, mas também para corrigir excessos físicos que poderão se mostrar primeiramente nos cabelos, porém que, no futuro, poderão se mostrar também em outras regiões do corpo e comprometer a saúde.

Dr. Ademir Jr. (CRM 92.693) é médico dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia, da Sociedade Brasileira de Termalismo, e da Sociedade Brasileira de Medicina Estética. Presidente do Grupo de Assistência a Problemas Capilares - GAPCA e Presidente do Grupo de Apoio a Portadoras de Síndrome dos Ovários Policísticos - GAPSOP. Professor de Anatomia e Fisiologia da pele no curso de Pós-Graduação em Cosmetologia das Faculdades Oswaldo Cruz - SP/SP. Autor dos Livros: "Socorro, Estou ficando careca", publicado pela Editora MG em 2005, "Tem alguma coisa errada comigo - Como entender, diagnosticar e tratar a Síndrome dos ovários Policísticos", publicado pela Editora MG em 2004 e "É outono para meus cabelos - Histórias de mulheres que enfrentam a queda capilar" - Editado pela Editora Summus.

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