Mostrando postagens com marcador hipertensão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador hipertensão. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Você sabe a medida exata do sal?



OMS divulga que brasileiro consome o dobro de sódio indicado
Diferente dos países desenvolvidos onde a principal fonte de sódio são os alimentos industrializados, a maior fonte de sódio do brasileiro é o sal de cozinha. A população brasileira consome duas vezes e meia mais sal do que o limite orientado, segundo dados da Organização Mundial da Saúde.

A nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão, Cintya Bassi esclarece as principais dúvidas sobre o sal. “O sódio é um mineral considerado essencial para o bom funcionamento do organismo, ligado a manutenção do equilíbrio de distribuição da água corporal, no equilíbrio osmótico e ácido-base e no transporte de moléculas”. A profissional afirma que o prejudicial ao organismo é o consumo excessivo de sal, pois o abuso do sódio proporciona o aumento da pressão arterial, doenças renais e cardiovasculares, além de interferir na absorção de micronutrientes como o cálcio.

É importante lembrar que o sal de adição (adicionado por cada pessoa nos alimentos) constitui apenas 25% do tempero consumido, e o brasileiro consome em média 11,75g diariamente, valor bem acima da recomendação médica. “Alguns alimentos, especialmente os industrializados, possuem muito sódio e normalmente tem relação com esse consumo aumentado de sal, por isso devemos controlar esses alimentos na dieta” . Ela orienta que o importante é não cortá-lo totalmente da dieta e sim consumi-lo de forma consciente. “O sal não deve ser eliminado da dieta e sim consumido com parcimônia, isso porque sua ausência no organismo também acarreta problemas como hipotensão, confusão mental, náuseas, vômito e fraqueza”.

A pressão arterial é uma doença de alta prevalência e com grande associação ao excesso de sal na dieta, isso acontece porque quando ocorre o consumo de grandes quantidades de sódio ele é absorvido pelo intestino e vai para o sangue, a água do corpo é sugada para os vasos e o organismo na tentativa de manter o equilíbrio e normalizar o fluxo, aumenta a pressão sanguínea. Os vasos sanguíneos reagem e se contraem para reduzir o fluxo, porém o bombeamento continua intenso. “Consequente a este problema, podem surgir outros diversos, como infarto, AVC, insuficiência renal e arritmia cardíaca” esclarece a profissional.

Para indivíduos hipertensos, alguns cuidados são importantes para alcançar o controle, como diminuir a ingestão do sal de adição. A nutricionista orienta que os alimentos, sejam preparados sem o acréscimo do tempero e que ele seja adicionado após o prato pronto, é importante reduzir o consumo de sal para cerca de 4g de sal (aproximadamente uma colher rasa de café) e em casos mais severos para 2g de sal ao dia, “Além disso, também é necessário mudar hábitos alimentares, substituindo os temperos industrializados pelo natural como alho, cebola, limão etc., e evitar o consumo de alimentos como enlatados e conservas preferindo sua forma in natura, frios e embutidos, queijos amarelos, carnes defumadas, salgadinhos e pratos prontos”, orienta a nutricionista.

Existem alimentos que podem contribuir para a redução da hipertensão, o alho é um deles, pois uma substância chamada alicina, parece estar associada a melhor elasticidade dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação, os bioflavonóides - encontrados na uva e na soja, possuem antioxidantes e auxilia o relaxamento dos vasos, alimentos fontes de fibras como aveia, pães e arroz integral, reduzem as taxas de colesterol e pressão arterial entre outros. Realizar um acompanhamento médico e nutricional é a melhor maneira de amenizar o sofrimento nessa fase e recuperar a saúde.

A OMS determina que o consumo de sal pelas crianças acima de dois anos, não deve ultrapassar 5g ao dia, porém um estudo recente apontou que a hipertensão arterial do adulto, constantemente tem origem na infância e um dos condicionantes são os maus hábitos alimentares empregados cada vez com maior rapidez e intensidade. “Quanto mais exposta ao sal, maior será a predileção da criança por alimentos salgados durante a vida, por isso é fundamental a formação de bons hábitos. Crianças costumam gostar de alimentos prontos, mas para se ter uma ideia uma porção de macarrão instantâneo sem acréscimo de tempero possui em média 2g de sódio, 100gr de frango empanado pronto 0,5g e uma unidade de hambúrguer 700mg”, orienta a nutricionista do Hospital e Maternidade São Cristóvão. Para estimular a mudança de hábitos, ainda em 2013 entra em vigor uma determinação do Ministério da Saúde, que determina a redução de sódio nos alimentos processados no Brasil.

Para quem busca mudar sua alimentação e diminuir o consumo de sal é importante ressaltar que as papilas gustativas se adaptam facilmente aos alimentos salgados, por isso acostumar-se com uma dieta com teor reduzido de sal, pode demorar até três meses. “Os alimentos de origem animal também são fontes de sódio, porém em menor quantidade, é o caso dos queijos, leite e carnes e os alimentos de origem vegetal apresentam baixa quantidade de sódio, sendo praticamente inexistente nas frutas e escasso em cereais e leguminosas”, finaliza a profissional do São Cristóvão.





quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O poder da berinjela em cápsulas

  
Essa planta surpreende cada vez mais os especialistas ao proporcionar diversos efeitos benéficos à saúde, como no tratamento e prevenção de doenças crônicas, além de auxiliar quem deseja emagrecer
Embora rica em proteínas, vitaminas (A, B1, B2, B5, C), minerais (cálcio, fósforo, ferro, potássio, magnésio), flavonoides, que atuam como antioxidantes, dentre outros componentes, a berinjela não é um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros, o que é reprovado por médicos e nutricionistas devido aos benefícios que todas essas substâncias juntas podem proporcionar à saúde.
A Nutricionista Especialista em Clínica Funcional, Esportiva e Materno-Infantil, Dra. Fernanda Granja, explica que a berinjela pode ajudar a diminuir o colesterol, a perder peso, diminuir taxas de gordura no corpo, auxiliar no tratamento de hipertesão, reumatismo, gota e artrite, além de propriedades laxantes e digestivas.

A berinjeja é originada da India, dizem historiadores, mas logo se espalhou para todo mundo. Desde então, sempre foi muito explorada nas várias opções de preparo. Porém, para quem não aprecia consumir esse alimento, pode optar por outras formas de usufruir das suas propriedades curativas e preventivas por meio dos nutracêuticos, tendência que começou no Japão e cresce consideravelmente em todo o mundo.

A NutraWay, por exemplo, especializada nutracêuticos, produtos naturais e suplementos alimentares, investe constantemente em pesquisas para oferecer ao consumidor alternativas práticas e eficazes para usufruir das propriedades dos alimentos e frutas. Um dos produtos mais procurados são justamente as cápsulas de berinjela, apresentadas em duas versões: potes com 60 e 120 cápsulas. Recomenda-se ingeri-la duas vezes ao dia. "É importante lembrar que a dosagem recomendada deve ser respeitada. O consumo indiscriminado pode causar disfunções como hipoglicemia, anemias dentre outros problemas", alerta a nutricionista.
As cápsulas também podem ajudar a quem deseja emagrecer. Isso porque a niacina - vitamina presente na berinjela - atua nas reações bioquímicas responsáveis pelos processos metabólicos de emagrecimento que fazem o corpo perder gorduras. "Contudo, é importante ressaltar que deve haver um diagnóstico médico, com doses controladas. Além disso, a indicação feita pelo vendedor, balconista, lojista ou qualquer pessoa não habilitada ou que não possua todas as informações necessárias em mãos, é prejudicial, sobretudo, para gestantes e crianças", conclui a especialista.

NutraWay - Fundada em 1981 em Hortolândia, a indústria é especializada em nutracêuticos, produtos naturais e suplementos alimentares de qualidade e excelência. É uma empresa comprometida a gerar maior qualidade de vida aos consumidores através de produtos e serviços de referência nacional.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Hospital Alemão Oswaldo Cruz inaugura Centro de Hipertensão

Além do novo Centro, Hospital oferece palestra gratuita de orientação à população em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial

O Hospital Alemão Oswaldo Cruz acaba de inaugurar o Centro de Hipertensão, voltado para o atendimento integrado de pacientes portadores de hipertensão arterial e suas complicações. Coordenado pelo dr. Luiz Aparecido Bortolotto e formado por uma equipe médica especializada na área de hipertensão arterial (cardiologistas e nefrologistas), além de enfermeiros e nutricionistas, o Centro permite um atendimento global do paciente hipertenso, com orientações direcionadas para o diagnóstico, fatores de risco e modos de tratamento da doença.


O Centro tem como objetivo ser referência no tratamento de hipertensão arterial, incluindo os casos de hipertensão arterial resistente, na qual há maior dificuldade em se obter o controle adequado, e hipertensão arterial secundária, cujo diagnóstico pode proporcionar a cura da hipertensão ou seu melhor controle e que tem dentre suas causas doenças da glândula supra-renal e da tireóide, apneia obstrutiva do sono e doenças vasculares dos rins.


Por meio de questionários e exames diagnósticos apropriados, o Centro de Hipertensão pode identificar as principais causas da falta de controle da pressão arterial e individualizar o tratamento. O novo Centro trabalhará, sempre que necessário, com outras equipes do Hospital, como as de Hemodinâmica, Urologia e Pneumologia, para tratamentos específicos.


No dia 03 de maio (terça-feira), em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial, o Hospital oferecerá também a palestra gratuita “Hipertensão Arterial: desvendando os mistérios de uma doença silenciosa”, ministrada pelo dr. Bortolotto para orientar a população.


No Brasil, a hipertensão arterial atinge cerca de 30% da população adulta, ou seja, quase 35 milhões de pessoas. A maioria dos hipertensos desconhece ser portador da doença, e um percentual significativo dos hipertensos não faz controle apropriado (fonte: Vigitel, 2010).

Serviço
Palestra “Hipertensão Arterial: desvendando os mistérios de uma doença silenciosa”
Data: 03 de maio de 2011 (terça-feira)
Local: Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Rua Treze de Maio, 1815
Auditório – 14º andar do bloco B
Horário: 15h30

terça-feira, 26 de abril de 2011

Hoje é o dia nacional de combate à hipertensão

A hipertensão mata mais 500.000 brasileiros por ano, fora o prejuizo imenso à qualidade de vida e custos enorme gerados.
Maus hábitos alimentares, vida sedentária, excesso de alimentos processados e diversos outros fatores contribuem para o avanço dessa epidemia.
Abaixo segue ótimo material extraido do site do ministério da saúde.





26/04/2011 , às 12h30

Fonte:http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&

Hipertensão arterial atinge 23,3% dos brasileiros


 Estudo do Ministério da Saúde mostra que a proporção aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas com mais de 55 anos
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%.

Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foram divulgados nesta terça-feira (26), Dia Nacional da Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP). Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF.

De acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade.

O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade.

“Existe uma certa estabilidade no número de hipertensos no país, em torno de 25%, considerando a população geral. Mas essa proporção dobra entre as pessoas acima dos 50 anos. Outra questão importante é o acesso à atenção primária, que justifica essa diferença entre homens e mulheres, ou seja, elas buscam mais os serviços de saúde do que eles”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

CAPITAIS – A variação entre as capitais é de 13,8%, em Palmas, a 29,2%, no Rio de Janeiro. Nos homens, as maiores frequências foram observadas no Distrito Federal (28,8%), Belo Horizonte (25,1%), e Recife (23,6%); e as menores, em Palmas (14,3%), Boa Vista (14,6%) e Manaus (15,3%).

Entre mulheres, os maiores percentuais foram no Rio de Janeiro (33,9%), Porto Alegre (29,5%) e João Pessoa (28,7%); e os menores, em Palmas (13,2%), Belém (17,4%) e Distrito Federal (18,1%).

TRATAMENTO – Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente todas as classes de medicamentos necessários para o controle da hipertensão arterial. O programa Aqui Tem Farmácia Popular também ampliou a gratuidade de medicamentos para hipertensos. Hoje, são mais de 15 mil farmácias e drogarias conveniadas ao programa.

Além disso, os serviços de saúde e as equipes de Saúde da Família (o Brasil conta atualmente com 31.974 equipes) estão orientados e capacitados para atuar na prevenção da hipertensão.

Essas equipes utilizam um nonograma (instrumento de medida), que facilita e agiliza a identificação da classificação de risco dos pacientes portadores de hipertensão arterial. Uma vez identificado o grau do risco, a equipe básica pode fazer o atendimento e encaminhamento adequado do paciente.

AÇÕES – O governo federal vem investindo nas ações de promoção da saúde, para prevenção e controle da hipertensão. No último dia 7 de abril, o Ministério da Saúde e as associações que representam os produtores de alimentos processados firmaram termo de compromisso para reduzir o sal nos alimentos industrializados. O acordo estabelece um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.

Também no dia 7 de abril, foi lançado o programa Academia da Saúde, iniciativa para promover hábitos saudáveis e estimular a promoção da saúde na população. O programa prevê a implantação de infraestruturas com espaços para a realização de atividades individuais e coletivas, e equipamentos para alongamentos e outras práticas físicas e de lazer, com a orientação de profissionais qualificados. As informações sobre como os municípios podem participar, envio de propostas e repasses dos recursos serão divulgadas em breve em Portaria do Ministério da Saúde.

HIPERTENSÃO – A pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial é igual ou superior a 14 por 9. A doença é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. Esse movimento acaba sobrecarregando vários órgãos, como coração, rins e cérebro. Se a hipertensão não for tratada, algumas das complicações são: entupimento de artérias, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.

Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal*

 
 
Sexo
Capitais / DF
Total (%)
Masculino (%)
Feminino (%)
Aracaju
22,0
19,2
24,3
Belém
17,5
17,6
17,4
Belo Horizonte
25,5
25,1
25,9
Boa Vista
18,8
14,6
22,9
Campo Grande
23,5
22,1
24,7
Cuiabá
22,0
19,2
24,6
Curitiba
23,0
20,8
24,9
Florianópolis
20,8
18,7
22,6
Fortaleza
21,1
19,7
22,2
Goiânia
21,5
20,0
22,9
João Pessoa
25,4
21,4
28,7
Macapá
19,4
16,9
21,7
Maceió
24,3
20,3
27,6
Manaus
18,1
15,3
20,6
Natal
22,1
18,6
25,0
Palmas
13,8
14,3
13,2
Porto Alegre
25,5
20,7
29,5
Porto Velho
18,3
17,8
18,9
Recife
24,9
23,6
25,9
Rio Branco
23,0
19,6
26,2
Rio de Janeiro
29,2
23,6
33,9
Salvador
21,2
17,9
23,9
São Luís
18,0
16,1
19,5
São Paulo
22,9
19,7
25,8
Teresina
21,0
17,0
24,3
Vitória
24,5
22,1
26,5
Distrito Federal
23,1
28,8
18,1
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra VIGITEL à distribuição da população adulta da cidade no Censo Demográfico de 2000 (ver Aspectos Metodológicos).




Percentual de indivíduos que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial no conjunto da população adulta das capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade*. VIGITEL, 2010.

 
 
Sexo
Variáveis
Total (%)
Masculino (%)
Feminino (%)
Idade (anos)
 
 
 
18 a 24
8,2
7,2
9,1
25 a 34
10,0
9,4
10,5
35 a 44
18,7
17,9
19,5
45 a 54
35,8
34,2
37,2
55 a 64
52,8
48,1
56,5
65 e mais
60,2
53,0
64,7
Anos de escolaridade
 
 
 
 0 a 8
30,0
24,4
34,8
 9 a 11
15,3
14,7
15,8
12 e mais
16,2
19,1
13,5
Total
23,3
20,7
25,5

Por Alethea Muniz – Ascom/MS
(61) 3315-3580/6246




Vejam também

http://www.saude.al.gov.br/audio/download/10509/hoje_e_dia_de_combate_a_hipertensao.mp3

sábado, 24 de abril de 2010

DICAS SOBRE CONSUMO DE SAL NO DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE À HIPERTENSÃO ARTERIAL


Adquira nossos Ebooks e Artigos a partir de R$ 1,00 real
Ajudem a manter nossos blogs e a ajudar aos animais 

Depósito em qualquer um dos Bancos




A hipertensão arterial acontece quando os níveis da pressão estão acima de valores de referência para a população geral. Apesar do valor normal de pressão arterial ser de 120x80 mmHg, considera-se alteração de pressão apenas quando os valores forem superior a 140x90 mmHg. No caso das crianças, os valores variam de idade para idade e são sempre mais baixos do que a referência nos adultos. Qualquer indivíduo pode apresentar esporadicamente níveis de pressão arterial altos sem que seja considerado hipertenso.

Somente a manutenção dos níveis permanentemente altos em múltiplas medições, em diferentes horários, em várias posições e condições (repouso, sentado ou deitado) caracteriza a hipertensão arterial. A medida da pressão arterial deve ser realizada apenas com aparelhos confiáveis. A doença é tão comum que até ganhou uma data, o 26 de abril, considerado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial.

Segundo Mauro Scharf, endocrinologista da DASA, que é representada em Mato Grosso pelas marcas Cedic/Cedilab, uma das maiores causadoras de hipertensão é a ingestão excessiva de sal. Uma pessoa saudável deve ingerir diariamente até, no máximo, cinco gramas de sal, o que representa uma colher de chá rasa. Mas o consumo médio no Brasil é de dez a doze gramas por dia. Scharf lembra que o excesso provém, em grande parte, dos alimentos processados, já que eles contêm sal na forma do seu princípio ativo, o sódio.

O especialista dá dicas sobre como diminuir a quantidade de consumo do sal. São elas: retirar o saleiro da mesa, controlar o uso do sal no cozimento, preferir sempre alimentos frescos, substituir o sal por temperos e ervas frescas ou secas (como alho, cebola, salsa e pimenta vermelha fresca, por exemplo), evitar os temperos prontos, temperar a salada de outras formas (com azeite de oliva, limão, vinagre, vinagre balsâmico e ervas, por exemplo). Também fazem parte das dicas evitar sopas prontas e embutidos, conservas salgadas, salgadinhos, frios salgados e queijos gordos. "Não esqueça também de sempre ler os rótulos dos alimentos e escolher as versões com pouco sódio", enfatiza Scharf.

O médico também sugere que se consuma adoçantes como estévia, sucralose, frutose e aspartame, já que os mais comuns têm sódio. Para as comidas enlatadas, como milho e palmito em conserva, a dica é remover o excesso de sal deixando-as de molho em água fresca por uma hora.



Sobre a DASA

A DASA é a maior empresa de medicina diagnóstica e saúde preventiva da América Latina em termos de receita bruta e população e a quinta maior rede no mundo. Com mais de 11,5 mil colaboradores, atende aproximadamente 55 mil pacientes

Postagem em destaque

Cansado de pagar caro por produtos de qualidade duvidosa?