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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
O poder da berinjela em cápsulas
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
Hospital Alemão Oswaldo Cruz inaugura Centro de Hipertensão
Além do novo Centro, Hospital oferece palestra gratuita de orientação à população em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial
O Hospital Alemão Oswaldo Cruz acaba de inaugurar o Centro de Hipertensão, voltado para o atendimento integrado de pacientes portadores de hipertensão arterial e suas complicações. Coordenado pelo dr. Luiz Aparecido Bortolotto e formado por uma equipe médica especializada na área de hipertensão arterial (cardiologistas e nefrologistas), além de enfermeiros e nutricionistas, o Centro permite um atendimento global do paciente hipertenso, com orientações direcionadas para o diagnóstico, fatores de risco e modos de tratamento da doença.
O Centro tem como objetivo ser referência no tratamento de hipertensão arterial, incluindo os casos de hipertensão arterial resistente, na qual há maior dificuldade em se obter o controle adequado, e hipertensão arterial secundária, cujo diagnóstico pode proporcionar a cura da hipertensão ou seu melhor controle e que tem dentre suas causas doenças da glândula supra-renal e da tireóide, apneia obstrutiva do sono e doenças vasculares dos rins.
Por meio de questionários e exames diagnósticos apropriados, o Centro de Hipertensão pode identificar as principais causas da falta de controle da pressão arterial e individualizar o tratamento. O novo Centro trabalhará, sempre que necessário, com outras equipes do Hospital, como as de Hemodinâmica, Urologia e Pneumologia, para tratamentos específicos.
No dia 03 de maio (terça-feira), em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial, o Hospital oferecerá também a palestra gratuita “Hipertensão Arterial: desvendando os mistérios de uma doença silenciosa”, ministrada pelo dr. Bortolotto para orientar a população.
No Brasil, a hipertensão arterial atinge cerca de 30% da população adulta, ou seja, quase 35 milhões de pessoas. A maioria dos hipertensos desconhece ser portador da doença, e um percentual significativo dos hipertensos não faz controle apropriado (fonte: Vigitel, 2010).
Serviço
Palestra “Hipertensão Arterial: desvendando os mistérios de uma doença silenciosa”
Data: 03 de maio de 2011 (terça-feira)
Local: Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Rua Treze de Maio, 1815
Auditório – 14º andar do bloco B
Horário: 15h30
O Hospital Alemão Oswaldo Cruz acaba de inaugurar o Centro de Hipertensão, voltado para o atendimento integrado de pacientes portadores de hipertensão arterial e suas complicações. Coordenado pelo dr. Luiz Aparecido Bortolotto e formado por uma equipe médica especializada na área de hipertensão arterial (cardiologistas e nefrologistas), além de enfermeiros e nutricionistas, o Centro permite um atendimento global do paciente hipertenso, com orientações direcionadas para o diagnóstico, fatores de risco e modos de tratamento da doença.
O Centro tem como objetivo ser referência no tratamento de hipertensão arterial, incluindo os casos de hipertensão arterial resistente, na qual há maior dificuldade em se obter o controle adequado, e hipertensão arterial secundária, cujo diagnóstico pode proporcionar a cura da hipertensão ou seu melhor controle e que tem dentre suas causas doenças da glândula supra-renal e da tireóide, apneia obstrutiva do sono e doenças vasculares dos rins.
Por meio de questionários e exames diagnósticos apropriados, o Centro de Hipertensão pode identificar as principais causas da falta de controle da pressão arterial e individualizar o tratamento. O novo Centro trabalhará, sempre que necessário, com outras equipes do Hospital, como as de Hemodinâmica, Urologia e Pneumologia, para tratamentos específicos.
No dia 03 de maio (terça-feira), em comemoração ao Dia Nacional de Combate à Hipertensão Arterial, o Hospital oferecerá também a palestra gratuita “Hipertensão Arterial: desvendando os mistérios de uma doença silenciosa”, ministrada pelo dr. Bortolotto para orientar a população.
No Brasil, a hipertensão arterial atinge cerca de 30% da população adulta, ou seja, quase 35 milhões de pessoas. A maioria dos hipertensos desconhece ser portador da doença, e um percentual significativo dos hipertensos não faz controle apropriado (fonte: Vigitel, 2010).
Serviço
Palestra “Hipertensão Arterial: desvendando os mistérios de uma doença silenciosa”
Data: 03 de maio de 2011 (terça-feira)
Local: Hospital Alemão Oswaldo Cruz – Rua Treze de Maio, 1815
Auditório – 14º andar do bloco B
Horário: 15h30
terça-feira, 26 de abril de 2011
Hoje é o dia nacional de combate à hipertensão
A hipertensão mata mais 500.000 brasileiros por ano, fora o prejuizo imenso à qualidade de vida e custos enorme gerados.
Maus hábitos alimentares, vida sedentária, excesso de alimentos processados e diversos outros fatores contribuem para o avanço dessa epidemia.
Abaixo segue ótimo material extraido do site do ministério da saúde.
26/04/2011 , às 12h30
Fonte:http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&
Estudo do Ministério da Saúde mostra que a proporção aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas com mais de 55 anos
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%.
Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foram divulgados nesta terça-feira (26), Dia Nacional da Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP). Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF.
De acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade.
O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade.
“Existe uma certa estabilidade no número de hipertensos no país, em torno de 25%, considerando a população geral. Mas essa proporção dobra entre as pessoas acima dos 50 anos. Outra questão importante é o acesso à atenção primária, que justifica essa diferença entre homens e mulheres, ou seja, elas buscam mais os serviços de saúde do que eles”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
CAPITAIS – A variação entre as capitais é de 13,8%, em Palmas, a 29,2%, no Rio de Janeiro. Nos homens, as maiores frequências foram observadas no Distrito Federal (28,8%), Belo Horizonte (25,1%), e Recife (23,6%); e as menores, em Palmas (14,3%), Boa Vista (14,6%) e Manaus (15,3%).
Entre mulheres, os maiores percentuais foram no Rio de Janeiro (33,9%), Porto Alegre (29,5%) e João Pessoa (28,7%); e os menores, em Palmas (13,2%), Belém (17,4%) e Distrito Federal (18,1%).
TRATAMENTO – Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente todas as classes de medicamentos necessários para o controle da hipertensão arterial. O programa Aqui Tem Farmácia Popular também ampliou a gratuidade de medicamentos para hipertensos. Hoje, são mais de 15 mil farmácias e drogarias conveniadas ao programa.
Além disso, os serviços de saúde e as equipes de Saúde da Família (o Brasil conta atualmente com 31.974 equipes) estão orientados e capacitados para atuar na prevenção da hipertensão.
Essas equipes utilizam um nonograma (instrumento de medida), que facilita e agiliza a identificação da classificação de risco dos pacientes portadores de hipertensão arterial. Uma vez identificado o grau do risco, a equipe básica pode fazer o atendimento e encaminhamento adequado do paciente.
AÇÕES – O governo federal vem investindo nas ações de promoção da saúde, para prevenção e controle da hipertensão. No último dia 7 de abril, o Ministério da Saúde e as associações que representam os produtores de alimentos processados firmaram termo de compromisso para reduzir o sal nos alimentos industrializados. O acordo estabelece um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.
Também no dia 7 de abril, foi lançado o programa Academia da Saúde, iniciativa para promover hábitos saudáveis e estimular a promoção da saúde na população. O programa prevê a implantação de infraestruturas com espaços para a realização de atividades individuais e coletivas, e equipamentos para alongamentos e outras práticas físicas e de lazer, com a orientação de profissionais qualificados. As informações sobre como os municípios podem participar, envio de propostas e repasses dos recursos serão divulgadas em breve em Portaria do Ministério da Saúde.
HIPERTENSÃO – A pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial é igual ou superior a 14 por 9. A doença é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. Esse movimento acaba sobrecarregando vários órgãos, como coração, rins e cérebro. Se a hipertensão não for tratada, algumas das complicações são: entupimento de artérias, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.
Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal*
* Percentual ponderado para ajustar a distribuição sociodemográfica da amostra VIGITEL à distribuição da população adulta da cidade no Censo Demográfico de 2000 (ver Aspectos Metodológicos).


Percentual de indivíduos que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial no conjunto da população adulta das capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade*. VIGITEL, 2010.
Por Alethea Muniz – Ascom/MS
(61) 3315-3580/6246
Vejam também
http://www.saude.al.gov.br/audio/download/10509/hoje_e_dia_de_combate_a_hipertensao.mp3
Maus hábitos alimentares, vida sedentária, excesso de alimentos processados e diversos outros fatores contribuem para o avanço dessa epidemia.
Abaixo segue ótimo material extraido do site do ministério da saúde.
26/04/2011 , às 12h30
Hipertensão arterial atinge 23,3% dos brasileiros
Estudo do Ministério da Saúde mostra que a proporção aumenta com a idade, atingindo mais de 50% das pessoas com mais de 55 anos
Pesquisa do Ministério da Saúde mostra que a proporção de brasileiros diagnosticados com hipertensão arterial aumentou nos últimos cinco anos, passando de 21,6%, em 2006, para 23,3%, em 2010. Em relação ao ano passado, no entanto, o levantamento aponta recuo de 1,1 ponto percentual – em 2009, a proporção foi de 24,4%.
Os dados fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e foram divulgados nesta terça-feira (26), Dia Nacional da Prevenção e Controle da Hipertensão Arterial. O Vigitel é realizado anualmente, desde 2006, pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP). Em 2010, foram entrevistados 54.339 adultos, nas 26 capitais e no DF.
De acordo com a pesquisa, o diagnóstico de hipertensão é maior em mulheres (25,5%) do que em homens (20,7%). Nos dois sexos, no entanto, o diagnóstico de hipertensão arterial se torna mais comum com a idade, alcançando cerca de 8% dos indivíduos entre os 18 e os 24 anos de idade e mais de 50% na faixa etária de 55 anos ou mais de idade.
O estudo aponta que a associação inversa entre nível de escolaridade e diagnóstico é mais marcada na população feminina: enquanto 34,8% das mulheres com até oito anos de escolaridade referem diagnóstico de hipertensão arterial, a mesma condição é observada em apenas 13,5% das mulheres com doze ou mais anos de escolaridade.
“Existe uma certa estabilidade no número de hipertensos no país, em torno de 25%, considerando a população geral. Mas essa proporção dobra entre as pessoas acima dos 50 anos. Outra questão importante é o acesso à atenção primária, que justifica essa diferença entre homens e mulheres, ou seja, elas buscam mais os serviços de saúde do que eles”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
CAPITAIS – A variação entre as capitais é de 13,8%, em Palmas, a 29,2%, no Rio de Janeiro. Nos homens, as maiores frequências foram observadas no Distrito Federal (28,8%), Belo Horizonte (25,1%), e Recife (23,6%); e as menores, em Palmas (14,3%), Boa Vista (14,6%) e Manaus (15,3%).
Entre mulheres, os maiores percentuais foram no Rio de Janeiro (33,9%), Porto Alegre (29,5%) e João Pessoa (28,7%); e os menores, em Palmas (13,2%), Belém (17,4%) e Distrito Federal (18,1%).
TRATAMENTO – Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente todas as classes de medicamentos necessários para o controle da hipertensão arterial. O programa Aqui Tem Farmácia Popular também ampliou a gratuidade de medicamentos para hipertensos. Hoje, são mais de 15 mil farmácias e drogarias conveniadas ao programa.
Além disso, os serviços de saúde e as equipes de Saúde da Família (o Brasil conta atualmente com 31.974 equipes) estão orientados e capacitados para atuar na prevenção da hipertensão.
Essas equipes utilizam um nonograma (instrumento de medida), que facilita e agiliza a identificação da classificação de risco dos pacientes portadores de hipertensão arterial. Uma vez identificado o grau do risco, a equipe básica pode fazer o atendimento e encaminhamento adequado do paciente.
AÇÕES – O governo federal vem investindo nas ações de promoção da saúde, para prevenção e controle da hipertensão. No último dia 7 de abril, o Ministério da Saúde e as associações que representam os produtores de alimentos processados firmaram termo de compromisso para reduzir o sal nos alimentos industrializados. O acordo estabelece um plano de redução gradual na quantidade de sódio presente em 16 categorias de alimentos, começando por massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.
Também no dia 7 de abril, foi lançado o programa Academia da Saúde, iniciativa para promover hábitos saudáveis e estimular a promoção da saúde na população. O programa prevê a implantação de infraestruturas com espaços para a realização de atividades individuais e coletivas, e equipamentos para alongamentos e outras práticas físicas e de lazer, com a orientação de profissionais qualificados. As informações sobre como os municípios podem participar, envio de propostas e repasses dos recursos serão divulgadas em breve em Portaria do Ministério da Saúde.
HIPERTENSÃO – A pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial é igual ou superior a 14 por 9. A doença é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. Esse movimento acaba sobrecarregando vários órgãos, como coração, rins e cérebro. Se a hipertensão não for tratada, algumas das complicações são: entupimento de artérias, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto.
Percentual de adultos (≥ 18 anos) que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial, por sexo, segundo as capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal*
| | | Sexo | |
| Capitais / DF | Total (%) | Masculino (%) | Feminino (%) |
| Aracaju | 22,0 | 19,2 | 24,3 |
| Belém | 17,5 | 17,6 | 17,4 |
| Belo Horizonte | 25,5 | 25,1 | 25,9 |
| Boa Vista | 18,8 | 14,6 | 22,9 |
| Campo Grande | 23,5 | 22,1 | 24,7 |
| Cuiabá | 22,0 | 19,2 | 24,6 |
| Curitiba | 23,0 | 20,8 | 24,9 |
| Florianópolis | 20,8 | 18,7 | 22,6 |
| Fortaleza | 21,1 | 19,7 | 22,2 |
| Goiânia | 21,5 | 20,0 | 22,9 |
| João Pessoa | 25,4 | 21,4 | 28,7 |
| Macapá | 19,4 | 16,9 | 21,7 |
| Maceió | 24,3 | 20,3 | 27,6 |
| Manaus | 18,1 | 15,3 | 20,6 |
| Natal | 22,1 | 18,6 | 25,0 |
| Palmas | 13,8 | 14,3 | 13,2 |
| Porto Alegre | 25,5 | 20,7 | 29,5 |
| Porto Velho | 18,3 | 17,8 | 18,9 |
| Recife | 24,9 | 23,6 | 25,9 |
| Rio Branco | 23,0 | 19,6 | 26,2 |
| Rio de Janeiro | 29,2 | 23,6 | 33,9 |
| Salvador | 21,2 | 17,9 | 23,9 |
| São Luís | 18,0 | 16,1 | 19,5 |
| São Paulo | 22,9 | 19,7 | 25,8 |
| Teresina | 21,0 | 17,0 | 24,3 |
| Vitória | 24,5 | 22,1 | 26,5 |
| Distrito Federal | 23,1 | 28,8 | 18,1 |
Percentual de indivíduos que referem diagnóstico médico de hipertensão arterial no conjunto da população adulta das capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal, por sexo, segundo idade e anos de escolaridade*. VIGITEL, 2010.
| | | Sexo | |
| Variáveis | Total (%) | Masculino (%) | Feminino (%) |
| Idade (anos) | | | |
| 18 a 24 | 8,2 | 7,2 | 9,1 |
| 25 a 34 | 10,0 | 9,4 | 10,5 |
| 35 a 44 | 18,7 | 17,9 | 19,5 |
| 45 a 54 | 35,8 | 34,2 | 37,2 |
| 55 a 64 | 52,8 | 48,1 | 56,5 |
| 65 e mais | 60,2 | 53,0 | 64,7 |
| Anos de escolaridade | | | |
| 0 a 8 | 30,0 | 24,4 | 34,8 |
| 9 a 11 | 15,3 | 14,7 | 15,8 |
| 12 e mais | 16,2 | 19,1 | 13,5 |
| Total | 23,3 | 20,7 | 25,5 |
Por Alethea Muniz – Ascom/MS
(61) 3315-3580/6246
Vejam também
http://www.saude.al.gov.br/audio/download/10509/hoje_e_dia_de_combate_a_hipertensao.mp3
sábado, 24 de abril de 2010
DICAS SOBRE CONSUMO DE SAL NO DIA NACIONAL DE PREVENÇÃO E COMBATE À HIPERTENSÃO ARTERIAL
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A hipertensão arterial acontece quando os níveis da pressão estão acima de valores de referência para a população geral. Apesar do valor normal de pressão arterial ser de 120x80 mmHg, considera-se alteração de pressão apenas quando os valores forem superior a 140x90 mmHg. No caso das crianças, os valores variam de idade para idade e são sempre mais baixos do que a referência nos adultos. Qualquer indivíduo pode apresentar esporadicamente níveis de pressão arterial altos sem que seja considerado hipertenso.
Somente a manutenção dos níveis permanentemente altos em múltiplas medições, em diferentes horários, em várias posições e condições (repouso, sentado ou deitado) caracteriza a hipertensão arterial. A medida da pressão arterial deve ser realizada apenas com aparelhos confiáveis. A doença é tão comum que até ganhou uma data, o 26 de abril, considerado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial.
Segundo Mauro Scharf, endocrinologista da DASA, que é representada em Mato Grosso pelas marcas Cedic/Cedilab, uma das maiores causadoras de hipertensão é a ingestão excessiva de sal. Uma pessoa saudável deve ingerir diariamente até, no máximo, cinco gramas de sal, o que representa uma colher de chá rasa. Mas o consumo médio no Brasil é de dez a doze gramas por dia. Scharf lembra que o excesso provém, em grande parte, dos alimentos processados, já que eles contêm sal na forma do seu princípio ativo, o sódio.
O especialista dá dicas sobre como diminuir a quantidade de consumo do sal. São elas: retirar o saleiro da mesa, controlar o uso do sal no cozimento, preferir sempre alimentos frescos, substituir o sal por temperos e ervas frescas ou secas (como alho, cebola, salsa e pimenta vermelha fresca, por exemplo), evitar os temperos prontos, temperar a salada de outras formas (com azeite de oliva, limão, vinagre, vinagre balsâmico e ervas, por exemplo). Também fazem parte das dicas evitar sopas prontas e embutidos, conservas salgadas, salgadinhos, frios salgados e queijos gordos. "Não esqueça também de sempre ler os rótulos dos alimentos e escolher as versões com pouco sódio", enfatiza Scharf.
O médico também sugere que se consuma adoçantes como estévia, sucralose, frutose e aspartame, já que os mais comuns têm sódio. Para as comidas enlatadas, como milho e palmito em conserva, a dica é remover o excesso de sal deixando-as de molho em água fresca por uma hora.
Sobre a DASA
A DASA é a maior empresa de medicina diagnóstica e saúde preventiva da América Latina em termos de receita bruta e população e a quinta maior rede no mundo. Com mais de 11,5 mil colaboradores, atende aproximadamente 55 mil pacientes
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Este texto é baseado no vídeo abaixo Fonte: https://youtu.be/76IXKgCj-1o?si=i6e9JuLTRvHZvu4o
