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quarta-feira, 29 de junho de 2016
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Alimentos Geneticamente Modificados
Fonte: http://www.e-macrobiotica.com/artigos_e_multimedia/artigos/alimentacao/
por Francisco Varatojo
Os alimentos transgénicos ou alimentos geneticamente manipulados começaram a ser introduzidos em maior escala no mercado mundial, particularmente no mercado americano, em 1996 e desde então os consumidores dos principais países europeus têm-se manifestado abertamente contra a introdução destes alimentos no mercado, particularmente sem uma conveniente rotulação que identifique claramente se os ingredientes utilizados num determinado produto alimentar foram ou não geneticamente manipulados.Em Portugal, país de brandos costumes, pouco se tem falado ou escrito sobre o assunto e não existe um verdadeiro movimento que discuta o potencial perigo deste tipo de alimentos para a saúde humana e ambiental.
Por tudo o que tenho lido e estudado sobre o assunto sou manifestamente contra a utilização de alimentos transgénicos e penso que corremos um enorme risco ao permitirmos que eles entrem em nossas casas, na maioria das vezes de uma forma totalmente escamoteada. Neste momento no mercado americano estão disponíveis transgénicos do milho, feijão soja, batatas, abóbora, papaia assim como leite e outros produtos lácteos derivados de vacas tratadas com uma hormona geneticamente manipulada (rBST) e existem já uma grande variedade de enzimas geneticamente manipuladas que são utilizadas pela indústria de processamento alimentar.
Caso não saiba, o feijão soja e os derivados do milho por exemplo, são utilizados em centenas de produtos existentes nas prateleiras dos supermercados, como margarinas, bolachas, iogurtes, chocolates, etc.
Na realidade a manipulação genética é uma experiência científica à escala mundial em que todos somos cobaias e da qual não se sabe minimamente quais vão ser os resultados. Enquanto que um produto farmacêutico requer muitas vezes 15 anos de testes rigorosos para ser aprovado (e ainda assim muitas vezes é retirado do mercado) os alimentos GM não foram sujeitos a um escrutínio rigoroso, tendo em consideração os efeitos a médio e a longo prazo na saúde e no ambiente. Isto, porque quem parece lucrar com todo este processo são meia dúzia de multinacionais que exercem uma enorme influência junto de governos e da "elite" intelectual e económica mundial. Segundo um artigo recente da "Time" já se testaram cerca de 4500 plantas GM e para as companhias de biotecnologia isto representa um aumento de vendas de 75 milhões de dólares para 1,5 biliões de dólares anuais em apenas dois anos.
A filosofia subjacente à manipulação genética é de que a natureza não é perfeita e de que a ciência pode substituir o seu papel, com melhores resultados: podemos ter melhores colheitas, evitar a fome no Mundo e ter espécies vegetais mais resistentes a pragas. Infelizmente, nenhum destes pressupostos está provado e os problemas mencionados existem e continuarão a existir enquanto não se alterarem muitas das realidades económicas e sociais modernas.
As colheitas GM são imprevisíveis e existem numerosos artigos nos principais jornais médicos avisando das suas possíveis consequências. O "New England Journal of Medicine" (um dos mais prestigiados jornais médicos mundiais) alertou para o risco do aumento de alergias mortais e criticou a FDA (Food and Drug Administration) por favorecer a indústria em detrimento da protecção do consumidor.
O que são na realidade os alimentos geneticamente manipulados?
São alimentos cujos genes foram modificados ou manipulados pelos humanos de forma a que exibem características que não teriam no seu estado natural. A engenharia genética cruza espécies que naturalmente não se cruzariam. Assim, por exemplo, cruzaram-se genes de um peixe em morangos e em tomates.
As culturas onde se utiliza mais manipulação genética são o feijão soja, o milho, colza e algodão. A maioria dos organismos GM existem em duas variedades: "resistente aos insectos" e "tolerante aos herbicidas". As culturas resistentes aos insectos são também chamadas "pesticidas plantas" porque a planta é considerada (e regulada) como um novo insecticida. A planta à medida que cresce produz uma toxina de insecto em cada célula e durante toda a estação de crescimento. Quando comemos milho GM resistente a insectos, por exemplo, estamos a comer um pesticida.
Antigamente, um agricultor tinha que ter cuidado com a utilização de herbicidas porque estes podiam destruir a colheita. Agora a cultura é alterada geneticamente de forma que não seja danificada pelo produto químico. Como resultado, os agricultores podem utilizar muito mais pesticidas, que vão terminar no nosso prato à hora das refeições.
Ao mesmo tempo, quando os organismos GO são libertados no ambiente qualquer estrago que produzam é irreversível. Os organismos GO são organismos vivos, pelo que se podem multiplicar, mutar, reproduzir-se com outros organismos vivos, durante muitas gerações. Potencialmente, a poluição biológica produzida pelos organismos geneticamente manipulados é muito mais perigosa do que a poluição química ou nuclear.
A mim, estas técnicas assustam-me, porque acredito que existe uma ordem natural à qual não devemos e não podemos fugir. Brincarmos a Deus é perigoso, letal e demonstra uma enorme arrogância para com uma Natureza que é misteriosa, mas generosa, justa e perfeita. Existem formas de alimentar todo o mundo, se para tal, utilizarmos métodos de agricultura e estilos de vida mais equilibrados e sustentáveis.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Alimentação x TPM: uma combinação de sucesso
Ansiedade, depressão, alteração no humor (e comportamento), dores nas mamas... humm!! Apresentamos alguns dos sintomas bem conhecido pelas mulheres que as acompanham - pelo menos - uma vez por mês com a famosa tensão pré-menstrual, também conhecida pela sigla TPM.
A TPM severa deve ser tratada com medicamentos. Entretanto, a TPM leve ou moderada pode se beneficiar com alguns cuidados que podem ser adotados na identificação dos sintomas: exercícios físicos simples, como caminhada, arrumar os armários ou até mesmo cuidar do jardim. Além de, claro, uma boa alimentação.
Durante a TPM, é imprescindível que a mulher tenha cuidado com a alimentação. A compulsão pela comida poderá piorar os sintomas, principalmente os físicos por reterem mais água no organismo e, como conseqüência, aumentar o inchaço e a dor.
O nutrólogo Máximo Asinelli ensina alguns cuidados que podem amenizar os sintomas:
- Faça pequenas refeições ao dia, ao invés de três grandes;
- Limite suas calorias em 1200 a 1500. Fuja dos carboidratos, frituras e doces;
- Aumente a ingestão de verduras e frutas que contenham nutrientes importantes para o organismo;
- Beba muita água;
- Reduza a ingestão de sal. Ele faz com que o organismo retenha maior quantidade de líquidos, o que aumenta o inchaço generalizado e as dores;
- Prefira os alimentos que atuam como diuréticos. Aqueles que fazem o corpo eliminar mais água, como: morangos, melancia, alcachofra, aspargo, salsa e agrião;
- Aumente a ingestão de vitamina B. Ela facilita a produção de serotonina (também conhecido como hormônio da felicidade) pelo organismo. Coma germe de trigo, fígado, melão, arroz integral, aveia, ovos, amendoim e nozes.
- Alimentos ricos em cálcio: leite e seus derivados ajudam a diminuir as contrações uterinas e intestinais.
- Alimentos ricos em fibras, como legumes, verduras e pão integral melhoram o intestino e aliviam as cólicas menstruais.
E o mais importante: ame-se. Quem ama, cuida.
Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037)
Médico Nutrólogo
Site: www.clinicaasinelli.com
Blog: http://maximoasinelli.wordpress.com
Blog: http://www.bemparana.com.br/maximosaude
Email: maximoasinelli@terra.com.br
Fone: 41 3015-6001
Endereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba/PR.
A TPM severa deve ser tratada com medicamentos. Entretanto, a TPM leve ou moderada pode se beneficiar com alguns cuidados que podem ser adotados na identificação dos sintomas: exercícios físicos simples, como caminhada, arrumar os armários ou até mesmo cuidar do jardim. Além de, claro, uma boa alimentação.
Durante a TPM, é imprescindível que a mulher tenha cuidado com a alimentação. A compulsão pela comida poderá piorar os sintomas, principalmente os físicos por reterem mais água no organismo e, como conseqüência, aumentar o inchaço e a dor.
O nutrólogo Máximo Asinelli ensina alguns cuidados que podem amenizar os sintomas:
- Faça pequenas refeições ao dia, ao invés de três grandes;
- Limite suas calorias em 1200 a 1500. Fuja dos carboidratos, frituras e doces;
- Aumente a ingestão de verduras e frutas que contenham nutrientes importantes para o organismo;
- Beba muita água;
- Reduza a ingestão de sal. Ele faz com que o organismo retenha maior quantidade de líquidos, o que aumenta o inchaço generalizado e as dores;
- Prefira os alimentos que atuam como diuréticos. Aqueles que fazem o corpo eliminar mais água, como: morangos, melancia, alcachofra, aspargo, salsa e agrião;
- Aumente a ingestão de vitamina B. Ela facilita a produção de serotonina (também conhecido como hormônio da felicidade) pelo organismo. Coma germe de trigo, fígado, melão, arroz integral, aveia, ovos, amendoim e nozes.
- Alimentos ricos em cálcio: leite e seus derivados ajudam a diminuir as contrações uterinas e intestinais.
- Alimentos ricos em fibras, como legumes, verduras e pão integral melhoram o intestino e aliviam as cólicas menstruais.
E o mais importante: ame-se. Quem ama, cuida.
Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037)
Médico Nutrólogo
Site: www.clinicaasinelli.com
Blog: http://maximoasinelli.wordpress.com
Blog: http://www.bemparana.com.br/maximosaude
Email: maximoasinelli@terra.com.br
Fone: 41 3015-6001
Endereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba/PR.
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
GORDURA TRANS E SAL EM CREAM CRACKER E ÁGUA E SAL
Pesquisa da PRO TESTE constata que esses biscoitos não são saudáveis
A PRO TESTE Associação de Consumidores avaliou 15 marcas de biscoitos cream cracker e água e sal disponíveis no mercado brasileiro. Embora a maioria tenha se saído bem no teste, a conclusão é que estes produtos estão muito longe da sua fama de alimentos saudáveis e devem ser consumidos com moderação.
Há algumas marcas que devem ser evitadas, devido à presença de gordura trans. E foram detectados casos em que a quantidade de sal no produto ultrapassa o limite aconselhado para manter a saúde.
O teste verificou que não há quase nenhuma diferença na composição e na quantidade de calorias dos biscoitos água e sal e cream cracker. Além disso, a crença popular de que o primeiro tipo é mais saudável não procede. Um exemplo disso é o fato de que há mais produtos água e sal com gordura trans do que cream cracker.
No aspecto nutricional, os biscoitos Mabel (nas duas versões) apresentaram o pior problema do teste: contêm quantidade significativa de gordura trans. A Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda o consumo de gordura trans, mas, como nem sempre é possível ter uma dieta livre dessa gordura, considera 2 g o limite máximo de ingestão diária para uma dieta saudável.
Uma porção de 30 g (equivalente a seis biscoitos) destes produtos apresenta mais de 1 g de gordura trans, ou seja, mais da metade do que a OMS considera admissível para um dia inteiro.
A presença de muito sal foi outro problema detectado em três produtos: o água e sal da Adria e as duas versões do Tostines. Uma porção de cada um deles ultrapassa 10% do consumo diário de sal recomendado para um adulto.
Quanto a veracidade das informações do rótulo, a PRO TESTE encontrou alguns problemas. Adria, Fortaleza e Mabel ou têm letras muito pequenas em seus rótulos ou não mostram contraste com o fundo, o que dificulta ainda mais a leitura. Há produtos que falham nos dados sobre a presença de fibras, gorduras saturadas e trans.
Esses biscoitos também não são mais saudáveis que o pão. Além de proporcionar uma sensação de saciedade maior, o pãozinho tem menos gorduras e mais benefícios. Enquanto a economia de calorias com essa troca não ultrapassa 15%, a quantidade de gordura ingerida no biscoito é 150% maior e a de fibras é pelo menos 45% inferior.
Alguns têm muitos fragmentos de insetos
Não foram encontrados micro-organismos nos biscoitos avaliados.
No entanto, alguns produtos apresentam outro problema de higiene: alta quantidade de fragmentos de insetos. Foram eles: Água e Sal das marcas Richester Superiore, Triunfo, Duchen e o Cream Cracker Aymoré.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
ALIMENTAÇÃO CORRETA GARANTE DISPOSIÇÃO NO VERÃO
Água, frutas, legumes, verduras e cereais integrais podem fazer a diferença em dias mais quentes
O verão ainda não chegou, mas as temperaturas estão cada vez mais elevadas. Como consequência, grande parte das pessoas tem menos disposição e sente mal estar físico. O motivo para isso pode estar na alimentação, já que o organismo tem um trabalho maior para manter a temperatura corporal e, enquanto ele faz a digestão, desvia parte da energia para esse processo, gerando uma sensação de peso.
A professora do curso de Nutrição da Universidade Nove de Julho (UNINOVE) e mestre em Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Danielle Melo da Costa Leite, ressalta que o ideal é evitar as comidas muito gordurosas e de difícil digestão - como os vendidos em fastfoods -, as frituras e as bebidas alcoólicas, que provocam a desidratação.
"A hidratação adequada precisa ser uma das principais preocupações de uma pessoa. Devemos ingerir cerca de dois litros de líquidos por dia. Com relação aos alimentos, é necessário priorizar o consumo das frutas - em estado natural ou em forma de suco -, dos cereais integrais e das saladas de legumes e de verduras que, além de refrescarem, geram maior disposição e contribuem para a manutenção da forma física, pois são pouco calóricos", exemplifica a professora.
Torna-se mais fácil iniciar uma dieta para a redução de peso nesse período mais quente do ano, em virtude da predisposição do organismo em consumir menos calorias. Além disso, a maior ingestão de líquidos dá a sensação de saciedade e ainda contribui para a redução do apetite para alimentos "gordos".
Comer fora de casa nessa época também requer alguns cuidados. "Devemos nos preocupar com a segurança dos alimentos. Por isso, o ideal é evitar o consumo de sanduíches com maionese e os comercializados por ambulantes, pois podem não estar refrigerados da forma adequada, em até 5°C", alerta Danielle.
De acordo com a nutricionista, os alimentos fora da temperatura adequada podem gerar bactérias que causam diarréia, vômito e dores abdominais, provocando, inclusive, um quadro de desidratação.
O verão ainda não chegou, mas as temperaturas estão cada vez mais elevadas. Como consequência, grande parte das pessoas tem menos disposição e sente mal estar físico. O motivo para isso pode estar na alimentação, já que o organismo tem um trabalho maior para manter a temperatura corporal e, enquanto ele faz a digestão, desvia parte da energia para esse processo, gerando uma sensação de peso.
A professora do curso de Nutrição da Universidade Nove de Julho (UNINOVE) e mestre em Ciência e Tecnologia dos Alimentos, Danielle Melo da Costa Leite, ressalta que o ideal é evitar as comidas muito gordurosas e de difícil digestão - como os vendidos em fastfoods -, as frituras e as bebidas alcoólicas, que provocam a desidratação.
"A hidratação adequada precisa ser uma das principais preocupações de uma pessoa. Devemos ingerir cerca de dois litros de líquidos por dia. Com relação aos alimentos, é necessário priorizar o consumo das frutas - em estado natural ou em forma de suco -, dos cereais integrais e das saladas de legumes e de verduras que, além de refrescarem, geram maior disposição e contribuem para a manutenção da forma física, pois são pouco calóricos", exemplifica a professora.
Torna-se mais fácil iniciar uma dieta para a redução de peso nesse período mais quente do ano, em virtude da predisposição do organismo em consumir menos calorias. Além disso, a maior ingestão de líquidos dá a sensação de saciedade e ainda contribui para a redução do apetite para alimentos "gordos".
Comer fora de casa nessa época também requer alguns cuidados. "Devemos nos preocupar com a segurança dos alimentos. Por isso, o ideal é evitar o consumo de sanduíches com maionese e os comercializados por ambulantes, pois podem não estar refrigerados da forma adequada, em até 5°C", alerta Danielle.
De acordo com a nutricionista, os alimentos fora da temperatura adequada podem gerar bactérias que causam diarréia, vômito e dores abdominais, provocando, inclusive, um quadro de desidratação.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
COGUMELOS COMESTÍVEIS SERÃO AS ATRAÇÕES DA EMBRAPA EM FEIRA BOTÂNICA NESTE FINAL DE SEMANA
Técnica que torna o cultivo mais barato será tema de curso em outubro deste ano.
Brasília, 28 de agosto de 2009 - Deliciosos e nutritivos, os cogumelos comestíveis serão os destaques da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 42 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, na 128ª Feira Botânica do Shopping CasaPark, de hoje a domingo em Brasília, DF. A novidade é a técnica que a Embrapa adaptou da China para o Brasil capaz de baratear o cultivo desses fungos que, por seu alto preço no mercado, infelizmente, ainda ficam bem longe da maioria do povo brasileiro.A técnica, denominada Jun-Cao, torna o cultivo de cogumelos mais econômico e ambientalmente mais saudável, pois utiliza substrato de capim, junto com outros nutrientes, ao invés de troncos de madeira e serragem, como nos meios de cultivo tradicionais. Para repassá-la ao setor produtivo, a pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Arailde Urben, promove dois cursos por ano, treinando cerca de 100 produtores de todo o Brasil.Este ano, já foi realizado um curso em maio e o próximo vai acontecer no período de 20 a 24 de outubro na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em Brasília, DF (mais informações podem ser obtidas no site: http://www.cenargen.embrapa.br/cursos.html).As pesquisas coordenadas pela pesquisadora Arailde Urben desde 1996 levaram à formação do Banco de Cogumelos para Uso Humano, que hoje conta com mais de 300 espécies desses fungos.Os cogumelos são alimentos muito nutritivos - com quantidade de proteínas quase equivalente a da carne e acima de alguns vegetais e frutas, ricos em vitaminas e carboidratos, e com baixo teor de gordura. Além disso, suas propriedades medicinais vêm sendo investigadas desde a década de 70, especialmente no Japão, China, França e Estados Unidos, e hoje já se sabe que podem ser importantes aliados do sistema imunológico.Infelizmente, pelo seu alto preço no mercado, o consumo desses produtos no país - cerca de 30 gramas por habitante - ainda é muito baixo quando comparado com outros países, como por exemplo, a França onde o consumo chega a 2 kg por habitante, a Itália, onde se consome cerca de 1,3 kg, e a Alemanha, na qual o consumo alcança 4 kg. "É importante que a população conheça os benefícios desses alimentos para a nutrição e a saúde e passem a incluí-los em sua dieta alimentar", afirma. Para isso, ela promove, no mínimo, dois cursos por ano na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia para produtores de todo o Brasil.
Produtores treinados na Embrapa vão mostrar os seus produtos na feira botânica
Muitos dos ex-alunos da pesquisadora Arailde Urben já se tornaram produtores de cogumelos em várias regiões brasileiras e dois deles, do Distrito Federal, vão expor os seus produtos junto com a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia na 128ª Feira Botânica do CasaPark. Gilsérgio dos Santos Silva, produtor de champignon de Paris e cogumelo do sol, fez o curso em 2003 e 2006. Já Marcelo Canfran Simões fez o curso em 2004 e hoje comanda a empresa "Cogumelos Amazônia" para comercialização de cogumelo do sol.Os dois produtores afirmam que o consumo desses produtos em Brasília tem crescido muito nos últimos anos e que a produção não atende à demanda local. Por isso, a maioria dos cogumelos comercializados na cidade vem de São Paulo, que é o estado que mais produz no Brasil hoje. Segundo eles, é muito importante aumentar a produção desses fungos no Distrito Federal para que fiquem mais baratos para o consumidor.Produtores atuais e futuros animem-se: A Embrapa já abriu vagas para o próximo curso de cultivo de cogumelosE para quem está pensando em se tornar um produtor de cogumelos ou já é e quer reciclar os seus conhecimentos, a Embrapa tem uma boa notícia: o próximo curso de cultivo de cogumelos comestíveis a partir da técnica Jun-Cao, sob a coordenação da pesquisadora Arailde Urben, acontece no período de 20 a 24 de outubro, em Brasília.
Mais informações sobre o curso podem ser obtidas no site: http://www.cenargen.embrapa.br/cursos.html
Brasília, 28 de agosto de 2009 - Deliciosos e nutritivos, os cogumelos comestíveis serão os destaques da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, uma das 42 unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, na 128ª Feira Botânica do Shopping CasaPark, de hoje a domingo em Brasília, DF. A novidade é a técnica que a Embrapa adaptou da China para o Brasil capaz de baratear o cultivo desses fungos que, por seu alto preço no mercado, infelizmente, ainda ficam bem longe da maioria do povo brasileiro.A técnica, denominada Jun-Cao, torna o cultivo de cogumelos mais econômico e ambientalmente mais saudável, pois utiliza substrato de capim, junto com outros nutrientes, ao invés de troncos de madeira e serragem, como nos meios de cultivo tradicionais. Para repassá-la ao setor produtivo, a pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Arailde Urben, promove dois cursos por ano, treinando cerca de 100 produtores de todo o Brasil.Este ano, já foi realizado um curso em maio e o próximo vai acontecer no período de 20 a 24 de outubro na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia em Brasília, DF (mais informações podem ser obtidas no site: http://www.cenargen.embrapa.br/cursos.html).As pesquisas coordenadas pela pesquisadora Arailde Urben desde 1996 levaram à formação do Banco de Cogumelos para Uso Humano, que hoje conta com mais de 300 espécies desses fungos.Os cogumelos são alimentos muito nutritivos - com quantidade de proteínas quase equivalente a da carne e acima de alguns vegetais e frutas, ricos em vitaminas e carboidratos, e com baixo teor de gordura. Além disso, suas propriedades medicinais vêm sendo investigadas desde a década de 70, especialmente no Japão, China, França e Estados Unidos, e hoje já se sabe que podem ser importantes aliados do sistema imunológico.Infelizmente, pelo seu alto preço no mercado, o consumo desses produtos no país - cerca de 30 gramas por habitante - ainda é muito baixo quando comparado com outros países, como por exemplo, a França onde o consumo chega a 2 kg por habitante, a Itália, onde se consome cerca de 1,3 kg, e a Alemanha, na qual o consumo alcança 4 kg. "É importante que a população conheça os benefícios desses alimentos para a nutrição e a saúde e passem a incluí-los em sua dieta alimentar", afirma. Para isso, ela promove, no mínimo, dois cursos por ano na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia para produtores de todo o Brasil.
Produtores treinados na Embrapa vão mostrar os seus produtos na feira botânica
Muitos dos ex-alunos da pesquisadora Arailde Urben já se tornaram produtores de cogumelos em várias regiões brasileiras e dois deles, do Distrito Federal, vão expor os seus produtos junto com a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia na 128ª Feira Botânica do CasaPark. Gilsérgio dos Santos Silva, produtor de champignon de Paris e cogumelo do sol, fez o curso em 2003 e 2006. Já Marcelo Canfran Simões fez o curso em 2004 e hoje comanda a empresa "Cogumelos Amazônia" para comercialização de cogumelo do sol.Os dois produtores afirmam que o consumo desses produtos em Brasília tem crescido muito nos últimos anos e que a produção não atende à demanda local. Por isso, a maioria dos cogumelos comercializados na cidade vem de São Paulo, que é o estado que mais produz no Brasil hoje. Segundo eles, é muito importante aumentar a produção desses fungos no Distrito Federal para que fiquem mais baratos para o consumidor.Produtores atuais e futuros animem-se: A Embrapa já abriu vagas para o próximo curso de cultivo de cogumelosE para quem está pensando em se tornar um produtor de cogumelos ou já é e quer reciclar os seus conhecimentos, a Embrapa tem uma boa notícia: o próximo curso de cultivo de cogumelos comestíveis a partir da técnica Jun-Cao, sob a coordenação da pesquisadora Arailde Urben, acontece no período de 20 a 24 de outubro, em Brasília.
Mais informações sobre o curso podem ser obtidas no site: http://www.cenargen.embrapa.br/cursos.html
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Este texto é baseado no vídeo abaixo Fonte: https://youtu.be/76IXKgCj-1o?si=i6e9JuLTRvHZvu4o
