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quarta-feira, 21 de setembro de 2022
domingo, 3 de julho de 2016
quarta-feira, 29 de junho de 2016
segunda-feira, 4 de março de 2013
Cáscara Sagrada ou Chá de Sene. O que é melhor para emagrecer?
Abaixo destaque um interessante e verdadeiro comentário sobre a Cáscara Sagra e o Chá de Sene. Mas antes deixo o meu depoimento e experiência sobre as duas ervas.
Considero a Cáscara sagrada um dos melhores laxantes do mundo. Ela não dá cólicas e solta o intestino naturalmente. A receita é tomar duas cápsulas com um copo de água antes de dormir. No entanto, não se deve recorrer com frequência a essa receita, pois se você tem o intestino preguiçoso procure corrigir o mau pela raiz. Veja a minha postagem DICAS PARA O BOM FUNCIONAMENTO DO INTESTINO .
Já minha experiência com chá de Sene é pessima. Esse chá dá muitas colicas. Eu não uso e a quem quiser usar recomendo muita cautela e que comece com pequenas doses.
Abaixo um texto extraído de site CÁSCARA SAGRADA. Se quiser saber mais sobre essa erva consulte esse link.
Fonte: site: Cascara Sagrada
A cada dia que passa a Cáscara Sagrada é mais e mais comparada com o Chá de Sene.
Acontece que as duas plantas têm indicações semelhantes mas são, na verdade, muito diferentes. A combinação de Cáscara Sagrada e Sene pode levar a um estado grave de dores abdominais e desidratação, com quadro de diarréia.
Os Efeitos Colaterais da Cáscara Sagrada são bastante debatidos, mas não é possível prevê-los com precisão, porque variam muito de acordo com o organismo de cada pessoa individualmente.
Já as afirmações de que Cáscara Sagrada Emagrece, devem ser vistas da seguinte maneira: A Cáscara Sagrada emagrece, mas graças a seu efeito laxatixo, ou seja, ela emagrece, na mesma proporção que outro laxante também emagreceria.
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As postagens do Blog tem apenas carater informativo e jamais substituirão orientações médicas.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Adolescentes realizam mais cirurgias de redução de estômago no Brasil
Absurdo! Isso é atuar sobre os efeitos e não causas! É necessário educar os pais para que as crianças tenham bons hábitos alimentares e não sejam jovens obesos. A geração Mac Donald é forte candidata a ter precocemente problemas no passado típico de idosos.
IARA BIDERMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A indicação de cirurgia para obesidade em adolescentes está crescendo no Brasil, mas ainda está longe de ser consenso entre especialistas.
Cinco por cento dessas operações já são feitas em menores de 20 anos. Em 2009, foram realizadas 30 mil
cirurgias bariátricas no país, segundo Thomas Szego, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.
Explicam essa alta tanto o aumento da obesidade na população quanto o aperfeiçoamento das técnicas que tornaram o método mais seguro, de acordo com Szego.
Como a legislação brasileira só permite a cirurgia a partir dos 16, esse número poderia ser ainda maior.
Para uma parte dos especialistas, aumentar as indicações é uma tendência.
"Vamos discutir as diretrizes no próximo encontro brasileiro de endocrinologia pediátrica", conta Paulo César Alves da Silva, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Um dos pontos mais polêmicos sobre a cirurgia em menores de 20 anos é a falta de dados sobre os efeitos a longo prazo. "Isso a gente não sabe, mas sabemos dos riscos da obesidade. A cirurgia é uma opção que vale a pena", afirma Silva.
As normas brasileiras determinam que a cirurgia só pode ser feita em casos de Índice de Massa Corporal acima de 40 e com a presença de doenças associadas como diabetes, hipertensão etc.
A equipe médica e os pais ou responsáveis devem assinar um documento declarando que concordam com o procedimento.
Para Arthur Belarmino Garrido Jr., coordenador da Unidade de Cirurgia da Obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo, os riscos da cirurgia em adolescentes são similares aos dos adultos.
Porém, há médicos que apontam para características específicas dessa faixa etária que complicam o tratamento cirúrgico da obesidade.
DOENÇA CRÔNICA
"A pessoa ainda está em fase de crescimento e podemos estar trocando uma doença crônica [a obesidade] por outra [desnutrição], sem saber o que vai acontecer mais tarde", pondera Rosana Radominski, presidente da Abeso (Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e da Síndrome Metabólica).
"Mutilar o aparelho digestivo em quem está em crescimento não é bom. Antes de partir para a cirurgia, eu tentaria o tratamento clínico para emagrecer pelo menos duas vezes", afirma o pediatria e nutrólogo Fábio Ancona Lopes, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
As questões psicológicas de uma operação que promove o emagrecimento ultrarrápido são ainda mais importantes na adolescência.
"Essa é a idade em que se manifestam vários distúrbios psiquiátricos, especialmente os transtornos alimentares. É perigoso reduzir o estômago se o problema de base não for tratado", analisa o psiquiatra Carlos Henrique Rodrigues dos Santos, do Grupo de Doenças Afetivas do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/773886-adolescentes-realizam-mais-cirurgias-de-reducao-de-estomago-no-brasil.shtml
IARA BIDERMAN
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A indicação de cirurgia para obesidade em adolescentes está crescendo no Brasil, mas ainda está longe de ser consenso entre especialistas.
Cinco por cento dessas operações já são feitas em menores de 20 anos. Em 2009, foram realizadas 30 mil
cirurgias bariátricas no país, segundo Thomas Szego, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.
Explicam essa alta tanto o aumento da obesidade na população quanto o aperfeiçoamento das técnicas que tornaram o método mais seguro, de acordo com Szego.
Como a legislação brasileira só permite a cirurgia a partir dos 16, esse número poderia ser ainda maior.
Para uma parte dos especialistas, aumentar as indicações é uma tendência.
"Vamos discutir as diretrizes no próximo encontro brasileiro de endocrinologia pediátrica", conta Paulo César Alves da Silva, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
Um dos pontos mais polêmicos sobre a cirurgia em menores de 20 anos é a falta de dados sobre os efeitos a longo prazo. "Isso a gente não sabe, mas sabemos dos riscos da obesidade. A cirurgia é uma opção que vale a pena", afirma Silva.
As normas brasileiras determinam que a cirurgia só pode ser feita em casos de Índice de Massa Corporal acima de 40 e com a presença de doenças associadas como diabetes, hipertensão etc.
A equipe médica e os pais ou responsáveis devem assinar um documento declarando que concordam com o procedimento.
Para Arthur Belarmino Garrido Jr., coordenador da Unidade de Cirurgia da Obesidade do Hospital das Clínicas de São Paulo, os riscos da cirurgia em adolescentes são similares aos dos adultos.
Porém, há médicos que apontam para características específicas dessa faixa etária que complicam o tratamento cirúrgico da obesidade.
DOENÇA CRÔNICA
"A pessoa ainda está em fase de crescimento e podemos estar trocando uma doença crônica [a obesidade] por outra [desnutrição], sem saber o que vai acontecer mais tarde", pondera Rosana Radominski, presidente da Abeso (Associação Brasileira para Estudos da Obesidade e da Síndrome Metabólica).
"Mutilar o aparelho digestivo em quem está em crescimento não é bom. Antes de partir para a cirurgia, eu tentaria o tratamento clínico para emagrecer pelo menos duas vezes", afirma o pediatria e nutrólogo Fábio Ancona Lopes, professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
As questões psicológicas de uma operação que promove o emagrecimento ultrarrápido são ainda mais importantes na adolescência.
"Essa é a idade em que se manifestam vários distúrbios psiquiátricos, especialmente os transtornos alimentares. É perigoso reduzir o estômago se o problema de base não for tratado", analisa o psiquiatra Carlos Henrique Rodrigues dos Santos, do Grupo de Doenças Afetivas do Hospital das Clínicas de São Paulo.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/773886-adolescentes-realizam-mais-cirurgias-de-reducao-de-estomago-no-brasil.shtml
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
BALA DE COLÁGENO: TUDO SOBRE O "DOCE" QUE PROMETE COMBATER A FLACIDEZ
A bala de colágeno parece ser o "santo milagreiro" para as vaidosas que querem resultado rápido e sem muito esforço. Porém, sabe-se pouco deste cosmético.
Criada para uso estético, a bala pode ser elaborada com vários princípios ativos. "Depende do objetivo: emagrecer ou enrijecer", comenta a dermatologista do Hospital Bandeirantes, Suzy Rabello que concedeu a entrevista sobre o assunto e esclarece algumas dúvidas. Veja a seguir.
1. Qual a principal função dessas balas?
Aumentar a sensação de saciedade (diminuir o apetite). É importante saber que qualquer forma de proteína em nosso corpo é digerida até pequenas partículas, denominadas aminoácidos. Destes aminoácidos, o nosso organismo produzirá as proteínas que naquele momento são necessárias, e não necessariamente colágeno!
2. Para quais mulheres é indicada?
Para qualquer mulher e homens também, auxiliando na redução do apetite, mas não devendo deixar de se mencionar a importância da reeducação alimentar e das atividades físicas no processo.
3. Quanto tempo para um resultado visível?
Os resultados não são percebidos de forma tão fácil, até porque no processo são associados outros tipos de terapia, como cremes, massagens e aparelhos para estimulação do colágeno e da melhora da flacidez. Não se deve apenas usar balas de colágeno e esperar uma mudança espetacular.
4. Há efeitos colaterais?
Não há efeitos colaterais.
5. No que mais elas podem contribuir?
Como podemos incluir outras substâncias em sua formulação (por exemplo, produtos para ajudar a reduzir gordura) é possível contribuir para perda de peso.
6. Quantas podem ser consumidas por dia?
Sugere-se de 2 a 3 balas por dia.
7. Elas são manipuladas ou já existem industrializadas?
São manipuladas.
8. Quais efeitos apresentam balas manipuladas com ervas fototerápicas?
Devem ter os mesmos efeitos das ervas já que a bala é apenas o veículo para o organismo. Por exemplo, o chá verde tem a função de acelerar o metabolismo e, consequentemente, emagrecer, e as balas manipuladas com esta erva proporcionarão o mesmo resultado.
9. Precisa de receita médica para comprar? Quanto elas custam?
Não há necessidade de receita, desde que sejam apenas de colágeno.
O preço, em média, é de R$ 120 por 60 balas.
10. Podem ser encontradas em quais sabores?
Vários sabores, como as balas de goma.
SOBRE O HOSPITAL BANDEIRANTES
Localizado no bairro da Liberdade, região central da capital paulista, o Hospital Bandeirantes tem 34 anos de existência e é referência em atendimentos de alta complexidade, com know-how nas áreas de atenção cardiovascular, oncologia, transplantes e cirurgias especializadas. Faz parte do Grupo Saúde Bandeirantes, junto com o Hospital Leforte, no Morumbi, o Hospital Glória, na Liberdade, Hospital Lacan, para atendimento psiquiátrico, em São Bernardo do Campo, e Regional do Vale do Paraíba, em Taubaté.
Na primeira semana de novembro, o Hospital Bandeirantes inaugurou dois andares da sua nova ala. No início de 2010, os outros pavimentos do novo prédio terão suas obras concluídas. Com isso, o HB passará a ter mais de 30 mil metros quadrados, com Centro de Oncologia, ressonância magnética e medicina nuclear com pet scan e mais 120 leitos, totalizando 280, sendo 80 de UTI. O investimento para a ampliação é de R$ 45 milhões.
O Hospital Bandeirantes possui a certificação ONA 3 - Excelência da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Esse selo de qualidade garante a segurança e a melhoria contínua dos serviços prestados, que seguem padrões nacionalmente reconhecidos.
Apenas 37 hospitais brasileiros possuem o ONA 3, sendo cerca de 10 na capital paulista e, entre eles, o Hospital Bandeirantes. BALA DE COLÁGENO: TUDO SOBRE O "DOCE" QUE PROMETE COMBATER A FLACIDEZ
Criada para uso estético, a bala pode ser elaborada com vários princípios ativos. "Depende do objetivo: emagrecer ou enrijecer", comenta a dermatologista do Hospital Bandeirantes, Suzy Rabello que concedeu a entrevista sobre o assunto e esclarece algumas dúvidas. Veja a seguir.
1. Qual a principal função dessas balas?
Aumentar a sensação de saciedade (diminuir o apetite). É importante saber que qualquer forma de proteína em nosso corpo é digerida até pequenas partículas, denominadas aminoácidos. Destes aminoácidos, o nosso organismo produzirá as proteínas que naquele momento são necessárias, e não necessariamente colágeno!
2. Para quais mulheres é indicada?
Para qualquer mulher e homens também, auxiliando na redução do apetite, mas não devendo deixar de se mencionar a importância da reeducação alimentar e das atividades físicas no processo.
3. Quanto tempo para um resultado visível?
Os resultados não são percebidos de forma tão fácil, até porque no processo são associados outros tipos de terapia, como cremes, massagens e aparelhos para estimulação do colágeno e da melhora da flacidez. Não se deve apenas usar balas de colágeno e esperar uma mudança espetacular.
4. Há efeitos colaterais?
Não há efeitos colaterais.
5. No que mais elas podem contribuir?
Como podemos incluir outras substâncias em sua formulação (por exemplo, produtos para ajudar a reduzir gordura) é possível contribuir para perda de peso.
6. Quantas podem ser consumidas por dia?
Sugere-se de 2 a 3 balas por dia.
7. Elas são manipuladas ou já existem industrializadas?
São manipuladas.
8. Quais efeitos apresentam balas manipuladas com ervas fototerápicas?
Devem ter os mesmos efeitos das ervas já que a bala é apenas o veículo para o organismo. Por exemplo, o chá verde tem a função de acelerar o metabolismo e, consequentemente, emagrecer, e as balas manipuladas com esta erva proporcionarão o mesmo resultado.
9. Precisa de receita médica para comprar? Quanto elas custam?
Não há necessidade de receita, desde que sejam apenas de colágeno.
O preço, em média, é de R$ 120 por 60 balas.
10. Podem ser encontradas em quais sabores?
Vários sabores, como as balas de goma.
SOBRE O HOSPITAL BANDEIRANTES
Localizado no bairro da Liberdade, região central da capital paulista, o Hospital Bandeirantes tem 34 anos de existência e é referência em atendimentos de alta complexidade, com know-how nas áreas de atenção cardiovascular, oncologia, transplantes e cirurgias especializadas. Faz parte do Grupo Saúde Bandeirantes, junto com o Hospital Leforte, no Morumbi, o Hospital Glória, na Liberdade, Hospital Lacan, para atendimento psiquiátrico, em São Bernardo do Campo, e Regional do Vale do Paraíba, em Taubaté.
Na primeira semana de novembro, o Hospital Bandeirantes inaugurou dois andares da sua nova ala. No início de 2010, os outros pavimentos do novo prédio terão suas obras concluídas. Com isso, o HB passará a ter mais de 30 mil metros quadrados, com Centro de Oncologia, ressonância magnética e medicina nuclear com pet scan e mais 120 leitos, totalizando 280, sendo 80 de UTI. O investimento para a ampliação é de R$ 45 milhões.
O Hospital Bandeirantes possui a certificação ONA 3 - Excelência da Organização Nacional de Acreditação (ONA). Esse selo de qualidade garante a segurança e a melhoria contínua dos serviços prestados, que seguem padrões nacionalmente reconhecidos.
Apenas 37 hospitais brasileiros possuem o ONA 3, sendo cerca de 10 na capital paulista e, entre eles, o Hospital Bandeirantes. BALA DE COLÁGENO: TUDO SOBRE O "DOCE" QUE PROMETE COMBATER A FLACIDEZ
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
É POSSÍVEL EMAGRECER UTILIZANDO ESTRATÉGIAS PESSOAIS - "COACHING" -, APONTA PESQUISA DA UNIFESP
Sem a ajuda de medicamentos e com estratégias alcançáveis, as voluntárias do estudo perderam quatro quilos em dez meses, reduziram as medidas e elevaram a auto-estima
Ao contrário do que muitas mulheres pensam, é possível perder peso sem a ajuda de medicamentos. E não é tão difícil assim. Basta apenas mudar alguns hábitos não só alimentares, mas, principalmente, comportamentais.
A conclusão é de um estudo, realizado pelo setor de Medicina Comportamental do Departamento de Psicobiologia da UNIFESP, que estabeleceu um programa de Coaching - processo que se utiliza de estratégias de metas, focando os recursos pessoais do indivíduo. A finalidade foi fazer com que os participantes, com a ajuda do profissional de saúde (o coach), definissem metas compatíveis e alcançáveis para melhorar a imagem corporal.
A pesquisa intitulada "A estratégia do coaching na melhora da imagem corporal", desenvolvida pela mestranda Eliana Melcher Martins, com a orientação de José Roberto Leite e co-orientação da bióloga Rita Mattei Persoli, acompanhou 40 mulheres com obesidade, com peso médio de 84 quilos e índice de massa corpórea (IMC) de 32. As participantes, que eram voluntárias, não podiam apresentar transtornos neurológicos ou psiquiátricos, sem acompanhamento médico, problemas ortopédicos e endocrinológicos, alem de não estarem fazendo uso de nenhum medicamento.
Ao invés de elevador, a escada
Durante dez meses de acompanhamento com encontros quinzenais, as mulheres receberam orientação nutricional, psicológica e foram incentivadas a praticar exercícios físicos. Além de evitar temperos industrializados e gordurosos, também foram incentivadas a mudar o comportamento e trabalhar a auto-estima. "Em média, as mulheres acompanhadas apresentavam ansiedade leve, baixa auto-estima e compulsão alimentar moderada, fator preponderante para o ganho de peso", explica Rita Mattei.
De acordo com psicóloga Eliana Martins, para as mulheres que não têm tempo de praticar exercícios, trocar o elevador pelas escadas e caminhar mais, descendo uma estação de metrô ou do ponto de ônibus antes de chegar ao seu destino, foram algumas das ações recomendadas durante a participação do estudo.
Ao final do estudo, que recebeu o apoio da Associação Fundo de Incentivo a Psicofarmacologia (AFIP), os resultados evidenciaram redução nos escores para depressão, ansiedade e compulsão alimentar. Houve redução significativa das medidas fisiológicas (peso, IMC, cintura, quadril). Em média, a perda de peso foi de quatro quilos e o IMC baixou de 32 para 30.
A idade e a busca pelo corpo perfeito
Rita explica que "Em sua busca pelo corpo perfeito, muitas mulheres deixam de considerar o fator idade se esquecem que o metabolismo se torna mais lento com o passar dos anos", afirma. "Por conta disso, elas buscam recursos farmacológicos, muitos com efeitos colaterais graves".
Rita acredita que a mídia, de forma geral, e a sociedade são cruéis quando o assunto é imagem. "Fortalecer emocionalmente o indivíduo para aprender a lidar com a vida e com a idade, utilizando as ferramentas naturais para manter-se saudável, é essencial para evitar distorção da imagem", afirma. "O coaching pode ser um instrumento útil na prática clínica com mulheres insatisfeitas com seu aspecto físico".
Ao contrário do que muitas mulheres pensam, é possível perder peso sem a ajuda de medicamentos. E não é tão difícil assim. Basta apenas mudar alguns hábitos não só alimentares, mas, principalmente, comportamentais.
A conclusão é de um estudo, realizado pelo setor de Medicina Comportamental do Departamento de Psicobiologia da UNIFESP, que estabeleceu um programa de Coaching - processo que se utiliza de estratégias de metas, focando os recursos pessoais do indivíduo. A finalidade foi fazer com que os participantes, com a ajuda do profissional de saúde (o coach), definissem metas compatíveis e alcançáveis para melhorar a imagem corporal.
A pesquisa intitulada "A estratégia do coaching na melhora da imagem corporal", desenvolvida pela mestranda Eliana Melcher Martins, com a orientação de José Roberto Leite e co-orientação da bióloga Rita Mattei Persoli, acompanhou 40 mulheres com obesidade, com peso médio de 84 quilos e índice de massa corpórea (IMC) de 32. As participantes, que eram voluntárias, não podiam apresentar transtornos neurológicos ou psiquiátricos, sem acompanhamento médico, problemas ortopédicos e endocrinológicos, alem de não estarem fazendo uso de nenhum medicamento.
Ao invés de elevador, a escada
Durante dez meses de acompanhamento com encontros quinzenais, as mulheres receberam orientação nutricional, psicológica e foram incentivadas a praticar exercícios físicos. Além de evitar temperos industrializados e gordurosos, também foram incentivadas a mudar o comportamento e trabalhar a auto-estima. "Em média, as mulheres acompanhadas apresentavam ansiedade leve, baixa auto-estima e compulsão alimentar moderada, fator preponderante para o ganho de peso", explica Rita Mattei.
De acordo com psicóloga Eliana Martins, para as mulheres que não têm tempo de praticar exercícios, trocar o elevador pelas escadas e caminhar mais, descendo uma estação de metrô ou do ponto de ônibus antes de chegar ao seu destino, foram algumas das ações recomendadas durante a participação do estudo.
Ao final do estudo, que recebeu o apoio da Associação Fundo de Incentivo a Psicofarmacologia (AFIP), os resultados evidenciaram redução nos escores para depressão, ansiedade e compulsão alimentar. Houve redução significativa das medidas fisiológicas (peso, IMC, cintura, quadril). Em média, a perda de peso foi de quatro quilos e o IMC baixou de 32 para 30.
A idade e a busca pelo corpo perfeito
Rita explica que "Em sua busca pelo corpo perfeito, muitas mulheres deixam de considerar o fator idade se esquecem que o metabolismo se torna mais lento com o passar dos anos", afirma. "Por conta disso, elas buscam recursos farmacológicos, muitos com efeitos colaterais graves".
Rita acredita que a mídia, de forma geral, e a sociedade são cruéis quando o assunto é imagem. "Fortalecer emocionalmente o indivíduo para aprender a lidar com a vida e com a idade, utilizando as ferramentas naturais para manter-se saudável, é essencial para evitar distorção da imagem", afirma. "O coaching pode ser um instrumento útil na prática clínica com mulheres insatisfeitas com seu aspecto físico".
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Este texto é baseado no vídeo abaixo Fonte: https://youtu.be/76IXKgCj-1o?si=i6e9JuLTRvHZvu4o




