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domingo, 26 de junho de 2016

Benefícios do Chá de Amora

Fonte da imagem: www.motivacao.org

Amora é como mato, cresce com facilidade principalmente na região Sudeste do país. Então plante e nunca use adubos químicos.

Estudos clínicos mostraram:

O chá é anti inflamatório, diurético, antitussígeno, analgésico e antipirético . As raízes são utilizadas no tratamento de hipertensão arterial, reumatismo, problemas oculares e espasmos infantis. O fruto da amora é usado para doenças hepáticas e renais e suas folhas utilizadas para o tratamento de febre, dor de cabeça, beribéri, vômitos e dor estomacal causada pelo agente da cólera Os ramos jovens da árvore são usados para o tratamento de hipertensão e paralisia de braços e pernas.  Foi isolada uma substância denominada chalcomoracina de espécies de Morus, a qual apresentou considerável atividade antimicrobiana contra Staphylococcus aureus resistentes á meticilina. A potência da atividade inibitória contra o crescimento microbiano foi comparada à vancomicina.

Fonte :Estudo farmacobotânico das folhas de amoreira-preta, Morus nigra L., Moraceae

O Chá também ajuda em:

Sintomas da TPM
Diabetes
Ajuda Pré Menopousa
Colesterol
Ajuda perder peso
contra dores de cabeça frequentes, 
insônia,
alterações de líbido, 
depressão
enfermidades nos rins e no fígado.




Receita do chá de folhas de amora

Fonte: http://chabeneficios.com.br/cha-de-folhas-de-amora-conheca-seus-beneficios/
O chá é um dos meios mais eficazes de absorver as propriedades benéficas à saúde contidas nas folhas e nos frutos, e o chá de folhas amora não fica atrás: suas propriedades medicinais são potencializadas na infusão.  Para fazê-lo é muito fácil, basta acompanhar os seguintes passos:
  1. Em uma panela coloque um litro de água e desligue o fogo assim que começar a ferver.
  2. Coloque a água em um recipiente e acrescente uma colher de sopa de folhas de amoreira secas.
  3. Quando estiver morno coe e beba sem adoçar.
O chá pode ser guardado na geladeira ou em uma garrafa térmica, por não mais que 24h. Não são conhecidas contraindicações do chá de folha de amora, mas não é aconselhado o consumo de mais de três xícaras por dia por períodos longos.

Possui efeito vitalizante: como é riquíssimo em magnésio, potássio e fósforo, aumenta a resistência e dá energia, além de aumentar a imunidade. Fonte: http://www.dicasdemulher.com.br/cha-de-amora/

Vejam também:
Fonte: http://www.mulherup.com.br/saude-bem-estar/cha-das-folhas-de-amora-seus-beneficios-na-menopausa-queda-de-cabelo-rejuvenescimento-longevidade-entre-outros/

Resumindo os  Benefícios do chá de amora: Traduzido dos laudos japoneses.

Fonte:

1 – Combate ao Diabetes – Possui a DNJ, Inibidora da Taxa de Glicose com a liberação Natural de insulina;
2 – Rica em Proteínas e Sais Minerais;
3 – Previne a obesidade pela decomposição do açúcar no intestino delgado;
4 – Normalizador da elevação da Pressão Arterial;
5 – Melhora nas taxas de Colesterol e de Gorduras Neutras no Sangue;
6 – Melhora do funcionamento do Fígado e dos Rins;
7 – Inibidor do Câncer;
8 – Melhoria da Prisão de Ventre;
9 – Regulador do Intestino e Sistema Endócrino;
10- Efeito Bactericida e Anti-inflamatório;
11- Previne a Osteoporose.
12- Melhora a qualidade do sono
13- Ajudar a prevenir infecções urinárias


O Chá de amora apresenta muitos benefícios, porém tome cuidado quando lhe atribuem efeitos milagrosos como emagrecer vários quilos em um mês, ou curar doenças crônicas. Nunca substitua tratamentos sem orientação médica e se for usar o chá use como um coadjuvante e nunca dispense orientação médica.

Você também poderá tomar amora em cápsulas - Vejam este Link http://www.tuasaude.com/capsulas-de-amora/


domingo, 12 de junho de 2016

Os Benefícios à Saúde do Chá de Hibisco


Soja não é saudável


Açúcar Branco, energia ou veneno?



Bicarbonato, suas 1001 utilidades, e sua excepcional utilidade para a saúde.

Nossas postagens jamais substituem orientações médicas, e têm apenas caráter informativo.

Vegetarianos ganham cada vez mais adeptos


Lidando com o stress

Nunca coloque sua banana na geladeira!

Macrobiótica - receita para uma vida saudável


Pegou gripe! YANG nela.


Vegetarianismo X Ciência


Os benefícios à saúde da beterraba.


Macrobiótica Zen - Introdução


Umeboshi é vida



Sincronicidade, linguagem do divino para orientar nossa vida


quarta-feira, 8 de junho de 2016

Capacitação para Formação de Gerentes

Um conteúdo único.

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Otto Warburg - O Cientista, premio Nóbel que explicou o câncer antes de 1931



segunda-feira, 6 de junho de 2016

Mapeamento inédito mostra retrato mais detalhado sobre a situação da Mata Atlântica no estado de São Paulo

Como tratar a candidíase?

A Candidíase é um problema que vem do excesso de acidez no organismo.
O excesso de acidez está associado a diversos tipos de doença e é uma das causas do câncer.


Ela é resultado da proliferação do fungo Candida Albicans que se manifesta de varias formas no organismo, mas a candidíase vaginal é uma das piores formas de manifestação da proliferação desse fungo.

A medicina tradicional trata os efeitos do problema e não as causas. É necessário atuar sobre a causa, ou seja, tratar a acidez do organismo.



A macrobiótica explica que a acidez orgânica está associada ao excesso de YIN no organismo, devemos então consumir alimentos YANG.

Este blog tem uma serie de postagens sobre a Macrobiótica. Acesse pelo link ao final desta postagem.
 

Reajustes dos Planos de Saúde 13,57%

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Alimentação vegetariana


Recebí um ótimo artigo sobre alimentação vegetariana, trata-se de excelente material que vale a pena ser lido, conforme pode-se notar a redação ocorreu com português de Portugal, o que em nada prejudica o entendimento.


Alimentação Vegetariana

A alimentação vegetariana tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, apesar de continuar a ser minoritária entre nós. Aqui são apresentados argumentos de saúde, ambientais e económicos a favor do vegetarianismo, sendo a autora Bióloga e Vegetariana.
Irina Maia – Bióloga e Vegetariana


O vegetarianismo não é uma moda recente. Ao longo da história da humanidade houve pequenos grupos e povos inteiros, que por razões religiosas, económicas, culturais ou ambientais, seguiram uma dieta exclusivamente ou predominantemente vegetariana.

Moda recente é o destaque que os produtos de origem animal passaram a ter na nossa alimentação. Basta falarmos com os nossos pais e avós, para rapidamente percebermos que ainda há poucas décadas atrás, a carne e o peixe eram alimentos consumidos excepcionalmente em dias de festa e que o leite nem sequer fazia parte da sua dieta.

Uma vez que eram considerados “alimentos dos ricos”, assim que a melhoria nas condições de vida nos países desenvolvidos facilitou a acesso de mais pessoas a estes produtos, o seu consumo tornou-se generalizado e exagerado. Mas estes alimentos deveriam ter continuado a ser consumidos excepcionalmente, pois o seu consumo regular não é necessário à saúde e pelo contrário é causador de inúmeras doenças.



Perante o cenário actual de uma população obesa e doente, assistimos agora a um esforço das autoridades médicas, de educação da população para que readquira hábitos mais saudáveis de alimentação, com redução dos produtos de origem animal e com predomínio de produtos de origem vegetal.

Muitas pessoas seguem esse conselho até ao fim, tornando-se vegetarianos e deixando pura e simplesmente de comer animais ou produtos derivados de animais.

Apesar da dieta vegetariana ser cada vez mais tema de capa de revista, a maior parte das pessoas ainda encara o vegetarianismo com desconfiança. Consideram esta dieta anti-natural e receiam que ao retirarem a carne do seu menu ficarão sub-nutridos.

Os milhões de vegetarianos que vivem e viveram ao longo da história da humanidade são a prova viva de que é possível viver só de plantas. Mas se dúvidas existiam sobre se essa vida seria saudável, inúmeros estudos científicos recentes demonstraram que não só os vegetarianos não são mais doentes, como em média são mais saudáveis e vivem mais tempo do que aqueles que comem produtos animais.







A American Dietetic Association, publicou um artigo de revisão de todos os conhecimentos actuais sobre dieta vegetariana e concluiu que "dietas vegetarianas bem planeadas são saudáveis e nutricionalmente adequadas, sendo bastante benéficas na prevenção e tratamento de diversas doenças".

Mas como pode isso ser? Afinal de contas somos omnívoros!

É verdade, somos omnívoros. Mas o que significa isso exactamente?

Os nossos antepassados começaram por ser frugívoros (comiam apenas frutos), depois evoluíram para omnívoros, alargando a sua dieta a insectos e pequenos mamíferos e mais tarde tornaram-se pescadores e caçadores, passando a incluir no seu menu a carne de diversos animais. No entanto, durante a maior parte desse percurso evolutivo, os nossos antepassados basearam a sua dieta em plantas, sendo os produtos de origem animal um complemento da sua alimentação de onde retiravam calorias e proteínas extra.

Há quem atribua o desenvolvimento da nossa inteligência à ingestão de carne, mas foi o aumento progressivo dos cérebros dos nossos antepassados que criou a necessidade de ingestão de mais proteínas e gorduras, que a carne forneceu em abundância.

Milhões de anos depois, o ser humano inventou a agricultura e passou a produzir inúmeras variedades de cereais, leguminosas, oleaginosas, hortícolas e frutos, capazes de suprir as suas necessidades nutricionais e energéticas, de tal forma que hoje em dia, na maior parte do planeta, o ser humano já não precisa de comer carne para viver e ser saudável.







Ao contrário do que comummente se pensa, ser omnívoro não implica que se tenha de comer de tudo para se sobreviver, mas sim que se pode sobreviver com um leque variado de opções alimentares. Um omnívoro consegue viver só de carne ou só de plantas, se apenas tiver disponível uma dessas opções para se alimentar. O facto de termos inventado a agricultura, dá uma nova dimensão ao facto de sermos omnívoros, pois oferece-nos a liberdade de escolha dos alimentos.

E porque é que devemos escolher comer plantas em vez de animais?

Se no passado todos os produtos de origem animal eram produzidos de modo tradicional e extensivo, com aproveitamento de solos e paisagens não-aptas para a agricultura, hoje em dia a grande maioria desses produtos são produzidos industrialmente, com enorme desperdício de recursos naturais e com graves consequências ambientais e sociais.

Além das questões dos direitos e do bem-estar dos animais, que cada vez mais devem ser debatidas e consideradas na forma como produzimos os nossos alimentos, as questões relativas ao impacto ambiental da produção animal devem levar-nos a questionar os nossos hábitos, principalmente se nos consideramos ecologistas e pretendemos reduzir a nossa pegada ecológica no planeta.

“É ecologista? Então porque ainda come carne?” É a questão provocadora que tem gerado acesos debates entre aqueles que se consideram ecologistas.

Há aqueles que, perante os dados que apontam a produção animal como um dos maiores problemas ecológicos dos nossos dias, se tornaram vegetarianos para reduzirem o seu impacto ambiental no planeta e há aqueles que, achando que a ingestão de produtos animais faz parte da nossa ecologia, não pretendem mudar os seus hábitos alimentares, embora concordem que a produção industrial destes produtos é anti-ecológica.







Eis alguns dados perturbantes:

- Nos Estados Unidos, mais de metade de toda a água consumida é gasta na produção animal e outra estimativa aponta para que perto de 85% da água consumida no planeta seja gasta na produção animal. Para se produzir 1kg de batatas são necessários cerca de 50 litros de água e para se produzir 1 kg de trigo são necessários cerca de 42 litros, no entanto para se produzir 1kg de carne de vaca são necessários 43.000 litros de água!

- Os dejectos dos animais, que antes eram naturalmente integrados novamente nos solos, fertilizando-os, são agora produzidos em tamanha quantidade, que se tornaram um dos maiores problemas de poluição no mundo, contaminando de forma severa os solos e as águas.

- A criação de gado e a produção agrícola intensiva para alimentação desse gado, estão entre as principais causas de desertificação e de desflorestação do planeta.
Dois terços dos terrenos agrícolas são dedicados a pastagens e culturas para alimentar o gado. Estima-se que por cada quilo de carne que é produzido se percam 77 quilos de solo fértil e que 85% da erosão dos solos no mundo está associada a culturas destinadas à alimentação do gado e à produção de pastagens.

- Na actualidade, existe suficiente solo fértil, energia e água para alimentar mais do dobro da população humana existente. No entanto, entre as questões políticas e económicas que impedem milhões de pessoas de aceder aos alimentos produzidos, está também o facto de que metade dos cereais produzidos no mundo destina-se a alimentar animais para consumo em países desenvolvidos, em vez de servir de alimento aos seres humanos que passam fome em países sub-desenvolvidos.

- São necessários cerca de 7 kg de cereais e soja, para produzir 1 kg de carne nos Estados Unidos. Bastaria que os norte-americanos reduzissem o seu consumo de carne em 10%, para que mais 100.000.000 pessoas pudessem ser alimentadas com os cereais assim poupados. Foi demonstrado que se toda a população mundial fosse vegetariana, tudo aquilo que se dispende na produção animal poderia alimentar 10 biliões de pessoas, ou seja, mais do que a população humana que se prevê existir em 2050.

Devido à grande diversidade de ambientes que o ser humano ocupa, nem sempre este dispõe de terrenos férteis para agricultura ou de diversidade alimentar suficiente para poder alimentar-se exclusivamente de plantas e é preciso tomar isso em consideração, se se não quiser cair em fundamentalismos. Os animais herbívoros são capazes de transformar ervas, sem valor alimentar para o ser humano, em proteína e gordura de alto valor nutritivo e calórico e a sua importância na alimentação das pessoas que habitam regiões menos férteis e inaptas para a agricultura, não deve ser ignorada. No entanto, a produção industrial de animais para consumo, que nada tem que ver com o aproveitamento de recursos e muito pelo contrário é um desperdício de recursos, não deve de forma alguma ser colocada ao mesmo nível da produção extensiva e ao ar livre de produtos de origem animal.







Poucas pessoas se podem gabar de apenas consumirem produtos animais de origem biológica e extensiva. A maioria das pessoas, principalmente as que vivem em ambiente urbano nos países mais desenvolvidos, mesmo que ocasionalmente optem por comprar estes produtos, não deixam de consumir maioritariamente os de origem industrial, apoiando assim activamente este sistema de produção animal, com todas as consequências que ele acarreta para os animais, para o ambiente e para a humanidade. Estas pessoas, que são milhões em todo o planeta, deveriam interrogar-se mais sobre as opções que tomam na hora de encher o prato e pensar em como o gesto simples de trocar o bife por feijão ou lentilhas pode ajudar a salvar o mundo.


Vejam uma postagem muito esclarecedora sobre DEPRESSÃO - Imperdível




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Bibliografia:

"So You're an Environmentalist; Why Are You Still Eating Meat?", Jim Motavalli, E Magazine, January 3, 2002 (
www.alternet.org/story/12162)

"Meat-eating environmentalist? How can that be?", Lisa Rogers, Toronto Vegetarian Association (
www.veg.ca/lifelines/marapr/meat)

"Why environmentalists aren’t vegetarian", David Pye, VSUK Trustee, 35th World Vegetarian Congress (
www.ivu.org/congress/2002/texts/david2.hmtl)

"A paleontological perspective on the evolution of human diet", Peter Ungar and Mark Teaford (
www.cast.uark.edu/local/icaes/conferences/wburg/posters/pungar/satalk)

"Fruits of the Past", Colin Spencer (
www.viva.org.uk/guides/fruitsofthepast)

"Our Food Our World – The Realities of an Animal-Based Diet", EarthSave Foundation, Santa Cruz, 1992

"Diet for a Small Planet", Frances Moore, Lappe Ballantine Books, 20th Annv Edition, 1985

"The Food Revolution: How Your Diet Can Help Save Your Life and Our World", John Robbins, Conari Press, 2001

"Diet for a New America: How Your Food Choices Affect Your Health, Happiness and the Future of Life on Earth", John Robbins, H.J. Kramer, Reprint edition, 1998





Esse artigo foi recebido de:

Guia São Caetano, o maior portal da cidade.
Quer ver e ser visto? Passa lá!
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Benefícios do Alecrim

Alecrim - (Rosmarinus officinalis)

Alecrim
Alecrim é um arbusto perfumado conhecida por seu aroma característico. Existem diversas variedades que podem ser identificados por suas folhas sempre verdes em forma de agulha com espigas de flores azul pálido ou lilás que florescem entre a primavera eo verão. A planta é um símbolo de amor e fidelidade e, em tempos medievais era usado em casamentos.Segundo a lenda, se um homem não gosta do cheiro da erva, ele será um péssimo amante! Tradicionalmente, era utilizada medicinalmente para reforçar a memória.

Principais Usos Medicinais

Internamente - Alecrim auxilia a digestão e tem sido utilizado para problemas de estômago como a dispepsia, estimulante de apetite, cólicas, inchaço e constipação.Foi também pensado para ter um efeito desintoxicante no fígado e aumentar o fluxo da bile que auxilia a digestão. Estimula a circulação, melhorando o fluxo sanguíneo. aplicação na medicina tradicional utiliza a erva para tratar dores de cabeça, esgotamento nervoso, memória e concentração.
Externamente - óleo de alecrim ou infusão em água do banho pode ser esfregada na dor e dores musculares e é bom para dor ciática e inflamação. Se usar no banho, banhar-se pelo menos um par de horas antes de ir para a cama como a erva é um estimulante e pode mantê-lo acordado.
Outros Usos - A erva serve para estimular os folículos capilares e circulação do couro cabeludo e como infusão de cabelo um tônico feito das folhas é aplicado à cabeça, o que recondiciona os cabelos, o tom do couro cabeludo e fortalece o cabelo.

Ervas para Combinar / Suplemento

Alecrim pode ser combinado com flores de Limeira para combater dores de cabeça quando estão ligadas à pressão arterial elevada. Muitas vezes combinados com alfazema.

Peças Usadas

Flores - reuniram-se em plena floração e secas.


Folhas - folhas verdes colhidas em qualquer época do ano e secas.
Para secar, pendure em pequenos cachos em um local escuro e arejado - O melhor para secar em local arejado, quente para secar Rosemary rapidamente para que a fragrância é mantida.

Cuidados

Não tome em uma dieta normal durante a gravidez ou amamentação. Grandes quantidades podem irritar o estômago e os cuidados devem ser tomados quando tomar internamente.

Preparação e Dosagem

Melhor tomada como infusão ou Óleo Essencial - óleo essencial deve ser usada apenas topicamente, nunca ingeriu.
Para a digestão, dores de cabeça e estimulação da memória:
Infusão - 2-4 gramas de alecrim seco em 1 litro de água fervente. Deixe em infusão por 10 minutos. Coar e beber durante o dia (mais uma vez melhor não antes de dormir). Não tome mais de 4 gramas por dia.
Óleo Essencial - dilua três gotas de óleo essencial em 10 ml de óleo carreador e esfregar sobre templos para tratar dores de cabeça. Nunca use óleo direto na pele sem antes diluindo.
Para dores musculares e reumatismo - Para adicionar a seu banho de alecrim, adicione 4 colheres de sopa de ervas secas para 1 litro de água quente, deixe a infusão por 30 minutos e acrescentando a água do banho.
Rub - 3 gotas diluídas a 10 ml de óleo carreador e esfregar sobre músculos doloridos ou articulações.

Fonte desta postagem: http://www.digherbs.com/rosemary.html

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Estranho mas é verdade: beber água demais pode matar


Beber muita água é errado!

Abaixo transcrevo notícia importante publicada na Folha de São Paulo. Na macrobiótica bebemos pouca água. Uma boa mastigação  extrai água dos alimentos. Bons hábitos alimentares, pouca ou nenhuma proteína animal também diminuem a necessidade de tomar água. Vejam o artigo publicado na Folha de São Paulo.

Quando você perde água o corpo pede por água. Ficar tomando água sem vontade achando que vai melhorar a saúde não faz sentido. 

Mais importante é cuidar da qualidade da água que tomamos. A água deve ter PH acima de 7.  Água 


com PH acima de 7 é possui qualidades anti inflamatórias e protege a saúde. Água com PH baixo prejudica na acidificação do organismo, o que é base da maioria das doenças.

Pior agora que muitos estão tomando a água tratada do volume morto. Que qualidade essa água deve ter?

Coloquei num médico que trabalhava numa empresa onde trabalhei o apelido de Dr. Água, ele mandava todo mundo tomar copos e mais copos de água. Algo sem sentido e sem nenhuma base cientifica.  

 

Recomendação de beber 2 litros de água por dia é falha, diz estudo

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MARIANA VERSOLATO
Folha de São Paulo



Deixe de lado a obrigação de beber oito copos de água por dia e a culpa que aparecer quando essa "missão" não for cumprida.
Segundo texto publicado ontem no "British Medical Journal", escrito pela médica Margaret McCartney, de Glasgow, na Escócia, o conselho de beber cerca de 2 litros de água por dia é "nonsense".
"Não há evidências científicas dos benefícios de beber quantidades grandes de água, mas o mito de que não bebemos água o suficiente tem vários defensores", diz.
Ela cita o site do National Health Institute (organização de saúde do Reino Unido), que recomenda ingerir de seis a oito copos de água por dia para evitar a desidratação, e organizações como a Hydration for Health, criada pela empresa Danone, fabricante de garrafas de água, que dão conselhos semelhantes.
Os únicos benefícios já provados da alta ingestão de água são dirigidos para pacientes que têm histórico de pedras nos rins, mas não há evidências suficientes de que o líquido possa impedir que elas apareçam em quem nunca teve o problema.
Fora isso, essa imposição corre o risco de ser até prejudicial porque pode causar deficiência de sódio no sangue e fazer as pessoas se sentirem culpadas por não beberem água o suficiente.
Daniel Rinaldi, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia, afirma que a ingestão de água deve estar relacionada à sede, como um mecanismo de reposição de líquidos do corpo.
"Nosso organismo se autorregula. Não há mesmo evidências de que as pessoas precisam beber 2 litros de água diariamente."
As exceções valem para crianças e idosos, que podem não sentir sede.
Regiões muito secas ou épocas com calor excessivo também pedem mais líquidos. Mas o nefrologista afirma que a água não é a única fonte de hidratação do corpo.
"Muitos alimentos têm água e podem suprir essa necessidade", afirma.


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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Cirurgião cardíaco de 101 anos revela: O veganismo é a receita da longevidade

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Fonte: http:vego.co

O Dr. Ellsworth Wareham é um ex cirurgião cardíaco americano aposentado há apenas 5 anos, quando tinha 96 anos.

O médico de 101 anos ainda dirige, garante que suas articulações estão perfeitas e seu equilíbrio continua impecável. ”Eu não preciso de nenhuma bengala para andar” – brinca ele em entrevista a CCTV America.

Dr. Ellsworth mora em uma das cinco chamadas ”áreas azuis”, lugares onde as pessoas vivem muito mais tempo do que a média. De acordo com o portal american vegnews.com, estudos mostram que as pessoas que vivem nessas áreas praticam mais exercícios e são mais adeptas ao veganismo.

Segundo Dr. Ellsworth, o segredo da longevidade com uma saúde perfeita é o Veganismo. ”Eu nunca me importei com produtos de origem animal. Adotar o veganismo foi uma tarefa muito fácil pra mim”. ”Acontece que o #Veganismopode fazer você ter um estilo de vida absolutamente saudável” conclui ele.

#veggy
#vegetarianos
#longevidade





Boas ações flagradas por cameras

Muito bom vídeo. Tem muita gente bacana nesse mundo.
 








sábado, 13 de fevereiro de 2016

Os benefícios para a saúde do Óleo de Coco

Os benefícios de saúde do óleo de coco incluem cuidados do cabelo, cuidados com a pele, alívio do estresse, mantendo os níveis de colesterol, perda de peso, aumento da imunidade, uma boa digestão e metabolismo, alívio de problemas renais, doenças cardíacas, pressão alta, diabetes, HIV e câncer, dental cuidados e força dos ossos. Esses benefícios do óleo de coco pode ser atribuída à presença de ácido láurico, ácido cáprico e ácido caprílico, e suas propriedades como antioxidante, antimicrobiana, antifúngica, antibacteriana, calmante, etc




Como é o ácido láurico usado pelo nosso corpo?

O corpo humano converte em ácido láurico monolaurin que é reivindicada para ajudar a lidar com vírus e bactérias que causam doenças como herpes, gripe, citomegalovírus, e até HIV. Ela ajuda na luta contra bactérias nocivas como a Listeria monocytogenes e Helicobacter pylori, e protozoários nocivos, tais como giardia lamblia. Como resultado desses vários benefícios de saúde do óleo de coco, embora seu mecanismo exato de ação fosse desconhecido, tem sido amplamente utilizado em Ayurveda, o sistema tradicional indiana medicinal. O Centro de Pesquisa de coco tem várias referências compiladas na pesquisa científica feita em óleo de coco.


Antes de passarmos para os benefícios do óleo de coco em detalhes, vamos entender sua composição.
Composição do óleo de coco:
Óleo de coco é composto por mais de noventa por cento de gorduras saturadas (Não entre em pânico! Primeiro leia a última palavra. Sua opinião pode mudar), com traços de alguns ácidos graxos insaturados, como ácidos graxos monoinsaturados e ácidos graxos poliinsaturados. Óleo de coco virgem não é diferente disto. Vamos ter um estudo detalhado sobre isso.


 
Os ácidos graxos saturados: A maioria deles são triglicerídeos de cadeia média, que são bem assimilados pelo organismo. Ácido láurico é o principal colaborador, com mais de quarenta por cento de participação, seguido pelo ácido cáprico, ácido caprílico, ácido mirístico e palmítico.


Os ácidos graxos monoinsaturados e o Ácido oleico.

A Poly-fenóis: ácido gálico, que é o ácido fenólico. Estes polifenóis são supostamente responsáveis ​​pela fragrância e o gosto de óleo de coco e óleo de coco virgem é rico em polifenóis.

Certos derivados de ácido graxo como betaínas, Ethanolamide, etoxilados, ésteres graxos, Polissorbatos gordos, monoglicerídeos e Ésteres Poliol.

Cloretos graxos, sulfato de álcool graxo e sulfato de éter Fatty Álcool, todos os quais são derivados de álcoois graxos.

Vitamina E e vitamina K e minerais como o ferro.

Vamos agora explorar os benefícios do óleo de coco em detalhes:



Cuidados com o Cabelo:
Óleo de coco é um dos melhores alimentos naturais para o cabelo. Ela ajuda no crescimento saudável do cabelo proporcionando-lhes uma aparência brilhante. Massagem regular da cabeça com óleo de coco garante que seu couro cabeludo fique livre de caspa, piolhos, piolhos e ovos, mesmo se o seu couro cabeludo esteja seco. O óleo de coco é usado extensivamente na sub-continente indiano para o cuidado do cabelo. É um condicionador excelente e ajuda na recuperação do cabelo danificado. Ele também fornece as proteínas essenciais necessários para nutrir o cabelo danificado. É, portanto, utilizado como óleo de cuidado do cabelo e utilizado na fabricação de condicionadores diversos, e cremes para alívio caspa.Óleo de coco é normalmente aplicado topicamente para o cuidado do cabelo.




 
Cuidados com a pele:
Óleo de coco é excelente óleo de massagem para a pele também. Ele age como um hidratante eficaz em todos os tipos de peles, incluindo a pele seca. O benefício do óleo de coco sobre a pele é comparável à do óleo mineral. Além disso, diferentemente do óleo mineral, não há chance de ter quaisquer efeitos secundários adversos sobre a pele com a aplicação de óleo de coco. Óleo de coco, portanto, é uma solução segura para evitar ressecamento e descamação da pele. Também retarda rugas e flacidez da pele que normalmente tornam-se proeminentes com a idade. Óleo de coco também ajuda no tratamento de vários problemas de pele, incluindo psoríase, dermatite, eczema e outras infecções cutâneas. Portanto, o óleo de coco forma o ingrediente básico de vários produtos para o cuidado do corpo, tais como sabonetes, loções, cremes, etc. Óleo de coco também ajuda na prevenção de envelhecimento precoce e nas doenças degenerativas, devido a suas propriedades antioxidantes.


Doenças do coração:


Há uma disseminação equívocada entre muitas pessoas que o óleo de coco não é bom para o coração. Isso é porque ele contém uma grande quantidade de gorduras saturadas. No entanto, o óleo de coco é benéfica para o coração. Ele contém cerca de 50% de ácido láurico, que ajuda na prevenção de problemas cardíacos diversos, incluindo níveis elevados de colesterol e pressão arterial elevada. As gorduras saturadas presentes no óleo de coco não são prejudiciais, como acontece no caso de outros óleos vegetais. Ele não leva a aumento nos níveis de LDL. Também reduz a incidência de lesões nas artérias e, portanto, auxilia na prevenção da aterosclerose.


Perda de peso

Óleo de coco é muito útil na redução de peso. Ele contém a nível curto e médio ácidos graxos de cadeia que ajudam no controle do peso excessivo. Também é de fácil digestão e ajuda no funcionamento saudável da tiróide e nos sistemas de enzimas. Além disso, aumenta o metabolismo do corpo, removendo o estresse no pâncreas, gera queima de energia e ajuda as pessoas obesas a reduzirem o sobrepeso. Assim, pessoas que vivem em áreas costeiras tropicais, que comem o óleo de coco diáriamente como seu principal óleo de cozinha, normalmente não são gordas, obesas ou com sobrepeso.  



Digestão


Uso interno do óleo de coco ocorre principalmente como óleo de cozinha. Óleo de coco ajuda a melhorar o sistema digestivo e, assim, impede estômago e vários problemas de digestão relacionados, incluindo a síndrome do intestino irritável. As gorduras saturadas presentes no óleo de coco têm propriedades anti microbiana e ajudam a lidar com várias bactérias, fungos, parasitas, etc, que causar indigestão. O óleo de coco também ajuda na absorção de outros nutrientes como vitaminas, minerais e aminoácidos.


Imunidade:


Óleo de coco também é bom para o sistema imunológico. Ela fortalece o sistema imunológico, 
uma vez que contém lipídios antimicrobianos, ácido láurico, ácido cáprico e ácido caprílico que ação antifúngica, antibacteriana e antiviral. O corpo humano converte o ácido láurico monolaurin para ajudar a lidar com vírus e bactérias que causam doenças como herpes, gripe, citomegalovírus, e até HIV. O que ajuda na luta contra bactérias nocivas como a Listeria monocytogenes e Helicobacter pylori, e protozoários nocivos, tais como giardia lamblia.


Cura e Infecções


Quando aplicado sobre as infecções, forma uma camada química que protege a parte do corpo infectado de poeira externa, o ar, fungos, bactérias e vírus. Óleo de coco é mais eficaz em contusões, uma vez que acelera o processo de cicatrização, reparando tecidos danificados.


Infecções: 


O óleo de coco é muito eficaz contra uma variedade de infecções devido às suas propriedades antifúngica, antiviral e antibacteriana. De acordo com o Centro de Pesquisa de coco, óleo de coco mata vírus que causam gripe, sarampo, hepatite, herpes, SARS, etc Ele também mata as bactérias que causam úlceras, infecções de garganta, infecções do trato urinário, pneumonia, e gonorréia, etc óleo de coco é também eficaz em fungos e leveduras, que causam a candidíase, pé de atleta, assaduras, etc


Outros:


Fígado: A presença de triglicérides de cadeia média e ácidos graxos ajudam na prevenção de doenças do fígado, sendo facilmente convertidos em energia quando eles atingem o fígado, reduzindo assim a carga de trabalho do fígado e também impedindo a acumulação de gordura.


Rim: O óleo de coco ajuda na prevenção de doenças renais e da vesícula biliar.Também ajuda na dissolução de cálculos renais.


Pancreatite: O óleo de coco também é útil no tratamento de pancreatite.


Alívio do estresse: óleo de coco é muito reconfortante e, portanto, ajuda na eliminação de stress. Aplicação de óleo de coco na cabeça seguido de uma massagem suave ajuda a remover a fadiga mental.


Diabetes: O óleo de coco ajuda no controle de açúcar no sangue e melhora a secreção de insulina. Também ajuda na utilização eficaz de glicose no sangue, assim, auxiliando a prevenir e tratar diabetes.


Ossos: Como mencionado anteriormente, o óleo de coco melhora a capacidade do nosso corpo de absorver minerais importantes. Estes incluem o cálcio eo magnésio, que são necessários para o desenvolvimento dos ossos. Assim, o óleo de coco é muito útil para mulheres que são propensas a osteoporose após a meia-idade.


Assistência Odontológica: O cálcio é um elemento importante presente nos dentes.Uma vez que o óleo de coco facilita a absorção de cálcio pelo organismo, ajuda na obtenção de dentes fortes. Óleo de coco também pára a cárie dentária.
HIV e Câncer: Acredita-se que o óleo de coco tem um papel instrumental na redução da susceptibilidade viral de pacientes HIV e câncer. Pesquisa preliminar mostrou indicações do efeito do óleo de coco sobre a redução da carga viral de pacientes com HIV.


Finalmente, o óleo de coco é muitas vezes preferido por atletas e fisiculturistas e por aqueles que estão de dieta. A razão por trás disso é que o óleo de coco contém menos calorias do que outros óleos, seu teor de gordura é facilmente convertido em energia, não levando a uma acumulação de gordura no coração e artérias. Óleo de coco ajuda a impulsionar energia e resistência, e melhora o desempenho dos atletas.


Este artigo foi escrito por Kiran Patil



Livre tradução do original Health Benefits of Coconut Oil


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