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quarta-feira, 12 de agosto de 2026
domingo, 9 de agosto de 2026
Otto Warburg - O Cientista, premio Nóbel que explicou o câncer antes de 1931
Nossas postagens jamais substituem orientações médicas, e têm apenas caráter informativo.
terça-feira, 20 de maio de 2025
sábado, 3 de agosto de 2024
O Milagre do chá verde
Algum outro alimento ou bebida relatado pode ter tantos benefícios à saúde como o chá verde?
terça-feira, 5 de dezembro de 2023
segunda-feira, 26 de setembro de 2022
COMO EVITAR A FORMAÇÃO DE CÉLULAS CANCEROSAS
Este é um artigo muito sério e contém as pesquisas do Hospital Johns Hopkins de Nova York, o centro mais avançado de pesquisa sobre câncer.
quinta-feira, 15 de setembro de 2022
Leite de Sucuuba eficaz contra o câncer
Estou começando a pesquisar sobre a Sucuuba e achei dentre outras a reportagem abaixo.
Estranho como esse tipo de notícia aparece e some.
No entanto, parece que as pessoas continuam se beneficiando.
Ontem estive falando com uma pessoa que tem um amigo que conseguiu se livrar de câncer de próstata com essa planta.
Ao final adiciono alguns vídeos sobre este poderoso fitoterápico
Vale a pena ler!
Fonte: GLOBO
Estranho como esse tipo de notícia aparece e some.
No entanto, parece que as pessoas continuam se beneficiando.
Ontem estive falando com uma pessoa que tem um amigo que conseguiu se livrar de câncer de próstata com essa planta.
Ao final adiciono alguns vídeos sobre este poderoso fitoterápico
Vale a pena ler!
Fonte: GLOBO
Pesquisa em RR mostra que Sucuuba previne o câncer
sábado, 8 de janeiro de 2022
Atitudes para dominar ou evitar o câncer
O Câncer é uma doença decorrente em mais de 90% dos casos de maus hábitos que levam a uma alimentação ácida.
Otto Warburg - O Cientista, premio Nóbel que explicou o câncer antes de 1931 explicou a causa do câncer. Ocorre que a medicina tradicional nunca deu muita importância a isso, e como de costume foca mais em atuar sobre os efeitos do câncer e não nas causas.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Planta usada para chá pode virar 1º quimioterápico brasileiro
Em 25 de Abril de 2009 tivemos uma postagem neste blog sobre a Aveloz,
vejam agora abaixo essa excelente notícia. Planta usada para chá pode virar 1º quimioterápico brasileiro
Planta usada para chá pode virar 1º quimioterápico brasileiro
CLÁUDIA COLLUCCIda Folha de S.Paulo
Uma planta usada tradicionalmente em chás medicinais e nas populares "garrafadas" (bebida que reúne várias ervas) está sendo testada no tratamento do câncer. Estudos iniciais desenvolvidos no Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, em São Paulo, mostram que ela conseguiu estabilizar o quadro clínico de uma doente terminal e que também foi eficaz no alívio das dores.
Encontrada no Norte e no Nordeste do país, a avelós (Euphorbia tirucalli) produz uma seiva semelhante ao látex, que é muita tóxica e cáustica. Se cai nos olhos, pode cegar.
O primeiro passo dos pesquisadores foi então isolar apenas as substâncias benéficas da planta e transformá-las em uma pílula, chamada de AM10.
Se a eficácia da droga for comprovada nos próximos estudos, ela poderá se transformar no primeiro medicamento oncológico nacional.
Tudo começou há seis anos, quando o empresário nordestino Everaldo Telles viu um parente melhorar após usar a planta para tratar um câncer. Ele decidiu investir em pesquisas e, com o farmacêutico Luiz Pianowski, iniciou a fase pré-clínica (testes em células de cultura e animais).
"Nos testes in vitro e com animais a droga funcionou bem contra as células de tumores", afirma Pianowski. Nessa fase, os estudos foram feitos na Universidade Federal do Ceará e na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
O Einstein entrou na história há um ano, na fase 1 da pesquisa clínica. A droga foi testada em sete pacientes oncológicos terminais, que já haviam recebido todo tipo de tratamento disponível sem obter resposta.
O intuito do estudo foi descobrir a dose máxima da substância tolerada pelo organismo, não de medir sua eficácia.
Ainda assim, uma paciente do grupo de estudo, com câncer metastático, teve a doença estabilizada. "Não sabemos se isso ocorreu por causa da droga ou porque a doença é de progressão lenta", diz o médico Auro Del Giglio, gerente da oncologia no Einstein e um dos coordenadores da pesquisa.
Os outros pacientes tratados com avelós relataram melhora da dor. "Talvez a droga seja um bom analgésico, e não um anticancerígeno. Pesquisas desse tipo geram muita expectativa."
Del Giglio diz que as pessoas não devem usar a planta inadvertidamente. "O látex é extremamente tóxico."
A fase 2 da pesquisa avaliará 40 pacientes oncológicos de outras cinco instituições, entre elas o Instituto Arnaldo Vieira de Carvalho e a Faculdade de Medicina do ABC. Será testada a atividade do princípio ativo nas células tumorais.
A avelós causa um processo chamado de apoptose celular, uma espécie de suicídio das células.
Purificada, ela age inibindo enzimas relacionadas à multiplicação dos tumores.
Segundo Pianowski, há diversos relatos de pessoas com câncer, que estavam desenganadas pelos médicos e que se curaram após usarem a planta.
"Não esperamos que ela cure todos os tipos de câncer. Mas certamente será eficaz para diversos deles. Várias drogas oncológicas começaram assim."
A cura para o Câncer. Conheça a respeito da Avelos

Essa é uma postagem feita originalmente em 25 de Abril de 2009, que estou re-editando.
Vejam o vídeo sobre a comprovação científica da eficiência da Planta Avelos contra o câncer.
Vejam também
http://avelos.com.br
sábado, 23 de julho de 2016
quarta-feira, 3 de abril de 2013
08 de abril - Dia Mundial de Luta Contra o Câncer
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| Estudo Fase III de Nexavar® confirma aumento de sobrevida em pacientes com câncer na tireoide | |
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segunda-feira, 18 de março de 2013
Pacientes com linfoma de Hodgkin ganham nova opção de terapia
As novas "terapias-alvo" são mais eficientes e menos tóxicas do que os tratamentos convencionais
O mundo vive um novo momento na luta contra o câncer e busca por "terapias-alvo" mais eficientes e menos tóxicas do que os tratamentos convencionais. Nos últimos anos diversos medicamentos novos passaram a integrar a prescrição para o tratamento de vários tipos de tumores. Um exemplo é o Herceptin, terapia que vem aumentando significativamente a sobrevida de pacientes com um tipo específico de câncer de mama.
A novidade é o Adcetris (brentuximab vedotin), utilizado para o tratamento de adultos com linfoma de Hodgkin (um tipo de câncer com origem em células sanguíneas no sistema linfático) quando as células tumorais apresentam positividade para a proteína CD30. O fármaco vem sendo utilizado em pacientes com Linfoma de Hodgkin cuja doença tenha progredido após o transplante autólogo de células-tronco ou depois de dois tratamentos de quimioterapia naqueles que não puderam receber um transplante por alguma razão.
"Os pacientes com o Linfoma de Hodgkin que receberam Adcetris apresentaram uma resposta significativa para a terapia e estamos otimistas com os resultados. Esses novos medicamentos representam uma evolução sem precedentes na luta contra diversos tumores que antes recebiam apenas tratamentos paliativos", destaca o Onco-Hematologista Celso Massumoto.
No Linfoma de Hodgkin, o Adcetris foi investigado num estudo principal em 102 doentes com LH com positividade para CD30, que tinham recebido previamente um transplante autólogo de células-tronco e cujo câncer recidivara ou não respondera a tratamento prévio. No estudo do Linfoma de Hodgkin, 75% dos doentes (76 num total de 102) apresentaram uma resposta parcial ou completa ao tratamento. Observou-se uma resposta completa em 33% dos doentes (34 de 102). Os dados relativos a 40 doentes demonstraram que 55% dos doentes (22 de 40) responderam ao tratamento. Observou-se uma resposta completa em 23% desses doentes (9 de 40).
Os efeitos colaterais mais comuns causados pelo Adcetris foram uma diminuição contagem dos leucócitos (neutropenia), danos nos nervos (neuropatia sensorial periférica), náuseas, fadiga, anemia, infecção de vias respiratórias, diarréia, febre, tosse, vômitos e baixos níveis de plaquetas no sangue (trombocitopenia).
Aumenta incidência de câncer de mama entre mulheres jovens
Nos últimos 30 anos, mais mulheres que vivem nos Estados Unidos com idade entre 25 e 39 anos foram diagnosticadas com câncer de mama com metástase, informa pesquisa publicada no final de fevereiro no site http://www.breastcancer.org/. São 1,53 casos para cada 100 mil mulheres em 1976 e 2,90 para 100 mil em 2009, crescimento médio de casos de 2,1% ao ano. Isso significa que 800 mulheres com menos de 40 anos são diagnosticadas com câncer com metástase a cada ano. A doença com metástase em mulheres jovens tende a ser mais agressiva e de tratamento mais difícil.
A pesquisa não traz a comprovação do motivo deste crescimentos de casos entre as jovens, mas sugere uma combinação de fatores como a causa. Uma delas seria o fato de as mulheres terem o primeiro filho mais tarde, após os 30 anos, o que eleva a chance de aparecimento da doença. O consumo de bebidas alcoólicas e de cigarro e o aumento da obesidade também são fatores de risco
Embora o crescimento da incidência da doença com metástase seja assustador, os números ainda são pequenos. Mas o importante é as mulheres desta faixa etária terem o conhecimento destas informações e, desta forma, não aceitar que o seu médico descarte a incidência da doença apenas pelo fator idade se estiver com algum sintoma, como inchaço e vermelhidão.
Conforme o oncologista do Instituto do Câncer Mãe de Deus, Stephen Stefani, a triagem não costuma ser recomendada em pacientes jovens, até porque a mama ainda é muito densa e a mamografia pode não ser confiável. A recomendação vigente para mulheres jovens sem sintomas é fazer a revisão com o médico e discutir vantagens e desvantagens de outros exames mais complexos. Se a paciente tem qualquer sintoma, como nódulos ou secreção mamária, não é mais triagem, passa a ser investigação, esclarece Dr. Stefani. Segundo ele, a recomendação sempre é que as seja feita avaliação médica.
Existem diferenças nas taxas de incidência da doença entre as regiões do Brasil. As maiores incidências ocorrem nas regiões Sul e Sudeste. A medida utilizada para quantificar esta incidência chama-se taxa bruta , que corresponde ao número de casos para cada 100mil mulheres. Na região Sudeste, esta taxa é de 64.54 casos/100mil mulheres; região Sul, 64.3/100mil mulheres; região Centro-Oeste, 37,68/100mil mulheres; região Nordeste, 30,11/100mil mulheres e região Norte com a menor incidência, 16,62/100mil mulheres. Estas diferenças provavelmente são decorrentes do fato já conhecida de quanto maior o desenvolvimento da região maior a incidência de câncer de mama. Isto reflete uma sociedade mais industrializada com consumo cada vez maior de uma alimentação inadequada e excesso de peso. Esses números referem-se a mulheres de todas as faixas etárias. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que o diagnóstico em mulheres entre 25 e 39 anos subiu de 3% para 17% do total de casos nos últimos anos
É importante manter alguns hábitos para reduzir os riscos da doença, tais como:
- dieta leve, evitando alimentos com açúcar e processados;
- pratique exercícios regulares
- evite o álcool
- não fume
Referência: http://www.breastcancer.org/research-news/20130228
Dados Nacionais: Instituto Nacional do Câncer
Porto Alegre, 18 de março de 2013
A pesquisa não traz a comprovação do motivo deste crescimentos de casos entre as jovens, mas sugere uma combinação de fatores como a causa. Uma delas seria o fato de as mulheres terem o primeiro filho mais tarde, após os 30 anos, o que eleva a chance de aparecimento da doença. O consumo de bebidas alcoólicas e de cigarro e o aumento da obesidade também são fatores de risco
Embora o crescimento da incidência da doença com metástase seja assustador, os números ainda são pequenos. Mas o importante é as mulheres desta faixa etária terem o conhecimento destas informações e, desta forma, não aceitar que o seu médico descarte a incidência da doença apenas pelo fator idade se estiver com algum sintoma, como inchaço e vermelhidão.
Conforme o oncologista do Instituto do Câncer Mãe de Deus, Stephen Stefani, a triagem não costuma ser recomendada em pacientes jovens, até porque a mama ainda é muito densa e a mamografia pode não ser confiável. A recomendação vigente para mulheres jovens sem sintomas é fazer a revisão com o médico e discutir vantagens e desvantagens de outros exames mais complexos. Se a paciente tem qualquer sintoma, como nódulos ou secreção mamária, não é mais triagem, passa a ser investigação, esclarece Dr. Stefani. Segundo ele, a recomendação sempre é que as seja feita avaliação médica.
Existem diferenças nas taxas de incidência da doença entre as regiões do Brasil. As maiores incidências ocorrem nas regiões Sul e Sudeste. A medida utilizada para quantificar esta incidência chama-se taxa bruta , que corresponde ao número de casos para cada 100mil mulheres. Na região Sudeste, esta taxa é de 64.54 casos/100mil mulheres; região Sul, 64.3/100mil mulheres; região Centro-Oeste, 37,68/100mil mulheres; região Nordeste, 30,11/100mil mulheres e região Norte com a menor incidência, 16,62/100mil mulheres. Estas diferenças provavelmente são decorrentes do fato já conhecida de quanto maior o desenvolvimento da região maior a incidência de câncer de mama. Isto reflete uma sociedade mais industrializada com consumo cada vez maior de uma alimentação inadequada e excesso de peso. Esses números referem-se a mulheres de todas as faixas etárias. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostram que o diagnóstico em mulheres entre 25 e 39 anos subiu de 3% para 17% do total de casos nos últimos anos
É importante manter alguns hábitos para reduzir os riscos da doença, tais como:
- dieta leve, evitando alimentos com açúcar e processados;
- pratique exercícios regulares
- evite o álcool
- não fume
Referência: http://www.breastcancer.org/research-news/20130228
Dados Nacionais: Instituto Nacional do Câncer
Porto Alegre, 18 de março de 2013
quinta-feira, 12 de abril de 2012
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Semana Rosa&Azul passa pelo Galeão e leva informação sobre prevenção do câncer de mama para mais de 250 pessoas
| Evento promovido pela Azul em parceria com a Femama e Embraer leva informação e conscientização sobre a doença em nove aeroportos de importantes cidades do País | |
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Cigarro ainda é primeira causa de morte evitável no planeta
Cigarro ainda é primeira causa de morte evitável no planeta
Cerca de 17,5% dos brasileiros com mais de 15 anos são fumantes; Dia Nacional de Combate ao Fumo é comemorado no domingo
O cigarro já perdeu o status de glamour e poder que exalava, há algumas décadas, mas segue como um problema real para a saúde pública. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo ainda ocupa o topo da lista de causas de morte evitável no planeta. Neste domingo, dia 29 de agosto, quando é comemorado mais um Dia Nacional de Combate ao Fumo, a data serve de alerta para uma situação ainda bastante preocupante no País.
A OMS estima que um terço da população mundial adulta seja fumante, o que significa cerca de 1,2 bilhão de pessoas. As mortes devido ao uso de tabaco correspondem a 4,9 milhões ao ano, ou seja, 10 mil mortes ao dia.
Professora de Enfermagem em Saúde Pública do Complexo Educacional FMU, Valéria Leonello relata que pesquisas recentes indicam que o percentual de fumantes vem caindo no Brasil. No entanto, a situação ainda é alarmante. “Embora alguns países tenham um índice maior de tabagismo quando comparados ao Brasil, termos mais de 15% da população brasileira usuária de produtos derivados do tabaco é, no mínimo, preocupante”, afirma.
Segundo a professora do curso de Enfermagem e mestre em Saúde Pública, um estudo do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostra que 17,5% da população brasileira com mais de 15 anos usa produtos derivados do cigarro. “Isso representa um contingente de 25 milhões de pessoas”, frisa.
Para Valéria, a Lei Antifumo do Estado de São Paulo, em vigor há um ano, já apresenta resultados positivos. Ela comenta que foi constatada uma redução de até 73,5% nos níveis de monóxido de carbono em bares, restaurantes e casas noturnas, de acordo com um estudo do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas em cerca de 700 estabelecimentos.
“Os freqüentadores e funcionários desses estabelecimentos foram alguns dos grandes beneficiados pela lei. Os estudos estão começando a ser desenvolvidos, afinal, temos só um ano de aplicação da lei, mas vários meios de comunicação vêm fazendo enquetes com a população, que já considera a lei um suporte ou apoio para quem deixou ou quer deixar o hábito de fumar”, avalia a professora da FMU.
Aproveitando o Dia Nacional de Combate ao Fumo, Valéria aponta que deixar o vício do cigarro é uma decisão que, na maior parte dos casos, deve ser acompanhada com a procura por ajuda profissional e apoio de pessoas próximas. “Parar de fumar sem ajuda pode até ser possível, mas com ajuda e apoio é bem mais efetivo. Em geral, as pessoas que fumam têm muita dificuldade em deixar o vício”, diz.
Segundo a professora, apenas a informação não muda o comportamento das pessoas. “A decisão de parar de fumar tem que vir associada a uma série de outros elementos, como apoio psicossocial, acompanhamento médico, trabalhos grupais, etc. Esses recursos somados à informação fortalecem a capacidade do indivíduo em mudar esse hábito”, finaliza.
O Complexo Educacional FMU, que reúne as Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Faculdades Integradas de São Paulo
Cerca de 17,5% dos brasileiros com mais de 15 anos são fumantes; Dia Nacional de Combate ao Fumo é comemorado no domingo
O cigarro já perdeu o status de glamour e poder que exalava, há algumas décadas, mas segue como um problema real para a saúde pública. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabagismo ainda ocupa o topo da lista de causas de morte evitável no planeta. Neste domingo, dia 29 de agosto, quando é comemorado mais um Dia Nacional de Combate ao Fumo, a data serve de alerta para uma situação ainda bastante preocupante no País.
A OMS estima que um terço da população mundial adulta seja fumante, o que significa cerca de 1,2 bilhão de pessoas. As mortes devido ao uso de tabaco correspondem a 4,9 milhões ao ano, ou seja, 10 mil mortes ao dia.
Professora de Enfermagem em Saúde Pública do Complexo Educacional FMU, Valéria Leonello relata que pesquisas recentes indicam que o percentual de fumantes vem caindo no Brasil. No entanto, a situação ainda é alarmante. “Embora alguns países tenham um índice maior de tabagismo quando comparados ao Brasil, termos mais de 15% da população brasileira usuária de produtos derivados do tabaco é, no mínimo, preocupante”, afirma.
Segundo a professora do curso de Enfermagem e mestre em Saúde Pública, um estudo do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca) mostra que 17,5% da população brasileira com mais de 15 anos usa produtos derivados do cigarro. “Isso representa um contingente de 25 milhões de pessoas”, frisa.
Para Valéria, a Lei Antifumo do Estado de São Paulo, em vigor há um ano, já apresenta resultados positivos. Ela comenta que foi constatada uma redução de até 73,5% nos níveis de monóxido de carbono em bares, restaurantes e casas noturnas, de acordo com um estudo do Instituto do Coração (Incor) do Hospital das Clínicas em cerca de 700 estabelecimentos.
“Os freqüentadores e funcionários desses estabelecimentos foram alguns dos grandes beneficiados pela lei. Os estudos estão começando a ser desenvolvidos, afinal, temos só um ano de aplicação da lei, mas vários meios de comunicação vêm fazendo enquetes com a população, que já considera a lei um suporte ou apoio para quem deixou ou quer deixar o hábito de fumar”, avalia a professora da FMU.
Aproveitando o Dia Nacional de Combate ao Fumo, Valéria aponta que deixar o vício do cigarro é uma decisão que, na maior parte dos casos, deve ser acompanhada com a procura por ajuda profissional e apoio de pessoas próximas. “Parar de fumar sem ajuda pode até ser possível, mas com ajuda e apoio é bem mais efetivo. Em geral, as pessoas que fumam têm muita dificuldade em deixar o vício”, diz.
Segundo a professora, apenas a informação não muda o comportamento das pessoas. “A decisão de parar de fumar tem que vir associada a uma série de outros elementos, como apoio psicossocial, acompanhamento médico, trabalhos grupais, etc. Esses recursos somados à informação fortalecem a capacidade do indivíduo em mudar esse hábito”, finaliza.
O Complexo Educacional FMU, que reúne as Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Faculdades Integradas de São Paulo
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
AUMENTA O NÚMERO DE CASOS DE CÂNCER NA TERCEIRA IDADE
Na terceira idade, qualquer doença pode representar um risco maior. Nos casos de câncer, isso não é diferente. O alerta deve ser feito porque a expectativa de vida vem aumentando e, conseqüentemente, o número de casos de câncer nos idosos.
Em 2006, no Brasil, de acordo com o IBGE, a expectativa de vida era de 72 anos. A expectativa é que, em 2030, a expectativa chegue a 78 anos.
Dados da ONU revelaram que as pessoas com mais de 65 anos de idade tem 11 vezes mais probabilidade de desenvolver câncer do que uma pessoa mais jovem. Outro dado informa que uma em cada três mulheres e um em cada quatro homens, entre 60 e 79 anos, irão desenvolver algum tipo de câncer.
O tumor de pele é o tipo de câncer com mais incidência nos idosos. O Brasil é o segundo país com maior número de pessoas com esse tipo de câncer, perdendo apenas para a Austrália.
De acordo com Amândio Soares, médico oncologista e diretor da Oncomed, os hábitos e estilo de vida são fatores que aumentam o risco de se contrair um tipo de câncer. O idoso tem características diferentes do adulto e o tratamento do câncer na terceira idade necessita ser diferenciado. "A abordagem da fisioterapia, desde a prevenção até o tratamento de patologias que limitam a funcionalidade do idoso, é um fator diferencial. Portanto, há necessidade de uma equipe interdisciplinar para tratar e prevenir as complicações decorrentes do tratamento da patologia", pontua.
Mas a prevenção é o fator mais importante. Os homens, acima de 40 anos, devem fazer o exame de próstata todos os anos. E as mulheres, também nessa faixa etária, precisam fazer uma mamografia anualmente e ir regularmente ao ginecologista.
Serviço:
Oncomed - Centro de Prevenção e Tratamento de Doenças Neoplásicas
Funcionamento: segunda à sexta-feira, de 8h às 20h
Telefone: 31 3299 1300
Rua Bernardo Guimarães, 3106 - Barro Preto
Belo Horizonte - MG
Em 2006, no Brasil, de acordo com o IBGE, a expectativa de vida era de 72 anos. A expectativa é que, em 2030, a expectativa chegue a 78 anos.
Dados da ONU revelaram que as pessoas com mais de 65 anos de idade tem 11 vezes mais probabilidade de desenvolver câncer do que uma pessoa mais jovem. Outro dado informa que uma em cada três mulheres e um em cada quatro homens, entre 60 e 79 anos, irão desenvolver algum tipo de câncer.
O tumor de pele é o tipo de câncer com mais incidência nos idosos. O Brasil é o segundo país com maior número de pessoas com esse tipo de câncer, perdendo apenas para a Austrália.
De acordo com Amândio Soares, médico oncologista e diretor da Oncomed, os hábitos e estilo de vida são fatores que aumentam o risco de se contrair um tipo de câncer. O idoso tem características diferentes do adulto e o tratamento do câncer na terceira idade necessita ser diferenciado. "A abordagem da fisioterapia, desde a prevenção até o tratamento de patologias que limitam a funcionalidade do idoso, é um fator diferencial. Portanto, há necessidade de uma equipe interdisciplinar para tratar e prevenir as complicações decorrentes do tratamento da patologia", pontua.
Mas a prevenção é o fator mais importante. Os homens, acima de 40 anos, devem fazer o exame de próstata todos os anos. E as mulheres, também nessa faixa etária, precisam fazer uma mamografia anualmente e ir regularmente ao ginecologista.
Serviço:
Oncomed - Centro de Prevenção e Tratamento de Doenças Neoplásicas
Funcionamento: segunda à sexta-feira, de 8h às 20h
Telefone: 31 3299 1300
Rua Bernardo Guimarães, 3106 - Barro Preto
Belo Horizonte - MG
sábado, 12 de dezembro de 2009
ESTUDO BRASILEIRO SOBRE IMPACTO DE MUTAÇÃO GENÉTICA EM CASOS DE CÂNCER VENCE PRÊMIO INTERNACIONAL
Pesquisa iniciada em 2004, e coordenada pela Dra. Patricia Ashton-Prolla, do Rio Grande do Sul, analisa em fase atual a prevalência de uma mutação que levaria o câncer a três grupos: mulheres com câncer de mama em diferentes idades; crianças com tumores cerebrais, sarcomas e carcinomas adrenocorticais; e pacientes com fraco histórico familiar de câncer
Um dos mais importantes reconhecimentos mundiais da área em pesquisa científica associada ao câncer de mama foi recebido por um grupo de pesquisadores brasileiros coordenado pela Dra. Patricia Ashton-Prolla, professora do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e geneticista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre: o GlaxoSmithKline Oncology International Ethnic Research Initiative (GSK ERI). O anúncio oficial acontece durante o San Antonio Breast Cancer Symposium, um dos mais importantes encontros mundiais na área de Oncologia, entre os dias 9 e 13 de dezembro, no estado do Texas, EUA.
O estudo intitulado "Risk of cancer associated with the inherited TP53 mutation p.R337H: contribution to overall cancer burden in Brazil" (Risco de câncer associado com a mutação germinativa p.R337H em TP53: contribuição para o câncer no Brasil) será desenvolvido ao longo de dois anos e visa avaliar o impacto da mutação p.R337H no gene TP53. Mutações nesse gene geralmente estão associadas à Síndrome de Li-Fraumeni (LFS), em que indivíduos afetados têm um risco de 50% de desenvolver câncer até os 40 anos e de 90% até a idade de 60 anos.
Segundo Ashton-Prolla, o risco de câncer associado à mutação p.R337H não está bem definido, mas parece ser um pouco menor do que na LFS clássica. Além disso, ela destaca que, aparentemente, a maioria das pessoas que carregam esta mutação tem tumores em idade mais tardia, e, portanto, podem não ser facilmente reconhecidos como pessoas em risco para câncer hereditário. E completa: "No início, essa mutação foi associada unicamente a um tumor raro da infância, o carcinoma adrenocortical. Hoje, evidências comprovam que diversos outros tumores estão associados à mutação p.R337H, inclusive o câncer de mama."
O estudo brasileiro
O estudo premiado reunirá dados dos três estados brasileiros com as maiores taxas de incidência de câncer no país - Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul - e vai recrutar pacientes nos seguintes grupos: mulheres com câncer de mama em diferentes idades; crianças com tumores cerebrais, sarcomas e carcinomas adrenocorticais e pacientes com fraco histórico familiar de câncer que normalmente não seriam encaminhadas para avaliação genética pelas diretrizes atuais.
Na fase inicial dessa linha de pesquisa, o grupo identificou a presença da mutação em cerca de 0,3% de mulheres da população geral submetidas a rastreamento mamográfico para câncer de mama em Porto Alegre. Essa alta prevalência na região é comparável a dados preliminares de outro grupo paranaense que passou a identificar essa mutação pelo teste do pezinho e aponta que um em cada 300 recém-nascidos é portador da mutação p.R337H.
Uma análise genética muito detalhada de 12 famílias afetadas realizada por vários pesquisadores do nosso grupo demonstrou um "efeito fundador" para a mutação: todas as famílias derivam de um ancestral comum. A hipótese atual é de que a mutação tenha origem européia e se concentre em indivíduos de áreas entre os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Entre as cerca de 80 famílias que têm essa mutação, quase a totalidade são brasileiras.
"É preciso verificar se a mutação é realmente tão comum, no Sul e Sudeste Brasileiro, e entender melhor qual a contribuição desta mutação para o desenvolvimento de vários tipos de câncer, especialmente aqueles comumente associados à Síndrome de Li-Fraumeni, como o câncer de mama", explica a coordenadora do estudo, Dra. Patricia Ashton-Prolla.
Segundo o Dr. Císio Brandão, gerente médico oncologista da GlaxoSmithKline do Brasil, essa premiação para um cientista brasileiro enfatiza pelo segundo ano consecutivo, o potencial de pesquisa e pesquisadores que nós temos no Brasil e o compromisso da GSK em incentivá-los no desenvolvimento da pesquisa em nosso país. No ano de 2007, dois dos ganhadores do prêmio ERI foram os médicos brasileiros: Sergio Simon e Clarissa Mathias. "Essa premiação tem iniciativa da GSK e todos os trabalhos que concorrem ao prêmio provém de diferentes partes do mundo, incluindo Ásia, Pacífico, Japão, Rússia, Índia e China, sendo avaliados por um comitê independente da GSK, o que torna o processo totalmente ético e transparente, características inerentes a GSK", enfatiza Brandão.
O reconhecimento
Nessa segunda edição do prêmio GSK ERI, o projeto dos pesquisadores de reconhecida experiência na área dos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro competiram com 80 pesquisas oriundas de vários países do mundo, chegando à final com outros 27 trabalhos concorrentes.
"Esse prêmio representa um marco importante na jovem área da oncogenética e uma oportunidade ímpar para consolidação de nossa linha de pesquisa, além de proporcionar maior visibilidade para este importante problema. Se esta mutação realmente for tão frequente em nossa população, poderá ser responsável por uma parcela significativa dos casos de câncer na região. Além disso, a definição dos riscos associados a diversos tipos de câncer nos portadores ajudará a delinear qual a melhor estratégia para redução destes riscos", diz a geneticista, pontuando, por fim, que o estudo poderá identificar outros marcadores biológicos que indiquem quais tumores poderão se desenvolver em um indivíduo portador da mutação, e em qual faixa etária.
Doutora pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e com experiência de mais de dez anos em oncogenética, Patricia Ashton-Prolla é professora do Departamento de Genética da UFRGS, médica do Serviço de Genética e chefe do Centro de Pesquisa Experimental do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). A especialista já publicou mais de 30 artigos originais e é membro ativo das seguintes entidades: Sociedade Brasileira de Genética Médica, na coordenação do departamento científico sobre o aconselhamento genético; Rede Nacional de Câncer Familial (Instituto Nacional do Câncer - INCA) e do grupo de trabalho sobre Li-Fraumeni e síndromes relacionadas da IARC-WHO (International Agency for Research on Cancer).
O Prêmio
Criado recentemente, em 2007, pela GlaxoSmithKline, o GSK Oncology International Ethnic Research Initiative nasceu tendo como base um estudo conduzido pela School of Public Health and Health Sciences da Universidade de Massachusetts que revelou a grande proporção de mulheres jovens, provenientes de populações etnicamente variadas (não caucasianas), que apresentavam tipos de tumores de mama mais agressivos. A partir daí, foi pensado um programa de apoio a pesquisas independentes focadas em melhorar o entendimento epidemiológico e genético do câncer de mama em populações com esse perfil.
Um dos mais importantes reconhecimentos mundiais da área em pesquisa científica associada ao câncer de mama foi recebido por um grupo de pesquisadores brasileiros coordenado pela Dra. Patricia Ashton-Prolla, professora do Departamento de Genética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e geneticista do Hospital de Clínicas de Porto Alegre: o GlaxoSmithKline Oncology International Ethnic Research Initiative (GSK ERI). O anúncio oficial acontece durante o San Antonio Breast Cancer Symposium, um dos mais importantes encontros mundiais na área de Oncologia, entre os dias 9 e 13 de dezembro, no estado do Texas, EUA.
O estudo intitulado "Risk of cancer associated with the inherited TP53 mutation p.R337H: contribution to overall cancer burden in Brazil" (Risco de câncer associado com a mutação germinativa p.R337H em TP53: contribuição para o câncer no Brasil) será desenvolvido ao longo de dois anos e visa avaliar o impacto da mutação p.R337H no gene TP53. Mutações nesse gene geralmente estão associadas à Síndrome de Li-Fraumeni (LFS), em que indivíduos afetados têm um risco de 50% de desenvolver câncer até os 40 anos e de 90% até a idade de 60 anos.
Segundo Ashton-Prolla, o risco de câncer associado à mutação p.R337H não está bem definido, mas parece ser um pouco menor do que na LFS clássica. Além disso, ela destaca que, aparentemente, a maioria das pessoas que carregam esta mutação tem tumores em idade mais tardia, e, portanto, podem não ser facilmente reconhecidos como pessoas em risco para câncer hereditário. E completa: "No início, essa mutação foi associada unicamente a um tumor raro da infância, o carcinoma adrenocortical. Hoje, evidências comprovam que diversos outros tumores estão associados à mutação p.R337H, inclusive o câncer de mama."
O estudo brasileiro
O estudo premiado reunirá dados dos três estados brasileiros com as maiores taxas de incidência de câncer no país - Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul - e vai recrutar pacientes nos seguintes grupos: mulheres com câncer de mama em diferentes idades; crianças com tumores cerebrais, sarcomas e carcinomas adrenocorticais e pacientes com fraco histórico familiar de câncer que normalmente não seriam encaminhadas para avaliação genética pelas diretrizes atuais.
Na fase inicial dessa linha de pesquisa, o grupo identificou a presença da mutação em cerca de 0,3% de mulheres da população geral submetidas a rastreamento mamográfico para câncer de mama em Porto Alegre. Essa alta prevalência na região é comparável a dados preliminares de outro grupo paranaense que passou a identificar essa mutação pelo teste do pezinho e aponta que um em cada 300 recém-nascidos é portador da mutação p.R337H.
Uma análise genética muito detalhada de 12 famílias afetadas realizada por vários pesquisadores do nosso grupo demonstrou um "efeito fundador" para a mutação: todas as famílias derivam de um ancestral comum. A hipótese atual é de que a mutação tenha origem européia e se concentre em indivíduos de áreas entre os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Entre as cerca de 80 famílias que têm essa mutação, quase a totalidade são brasileiras.
"É preciso verificar se a mutação é realmente tão comum, no Sul e Sudeste Brasileiro, e entender melhor qual a contribuição desta mutação para o desenvolvimento de vários tipos de câncer, especialmente aqueles comumente associados à Síndrome de Li-Fraumeni, como o câncer de mama", explica a coordenadora do estudo, Dra. Patricia Ashton-Prolla.
Segundo o Dr. Císio Brandão, gerente médico oncologista da GlaxoSmithKline do Brasil, essa premiação para um cientista brasileiro enfatiza pelo segundo ano consecutivo, o potencial de pesquisa e pesquisadores que nós temos no Brasil e o compromisso da GSK em incentivá-los no desenvolvimento da pesquisa em nosso país. No ano de 2007, dois dos ganhadores do prêmio ERI foram os médicos brasileiros: Sergio Simon e Clarissa Mathias. "Essa premiação tem iniciativa da GSK e todos os trabalhos que concorrem ao prêmio provém de diferentes partes do mundo, incluindo Ásia, Pacífico, Japão, Rússia, Índia e China, sendo avaliados por um comitê independente da GSK, o que torna o processo totalmente ético e transparente, características inerentes a GSK", enfatiza Brandão.
O reconhecimento
Nessa segunda edição do prêmio GSK ERI, o projeto dos pesquisadores de reconhecida experiência na área dos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro competiram com 80 pesquisas oriundas de vários países do mundo, chegando à final com outros 27 trabalhos concorrentes.
"Esse prêmio representa um marco importante na jovem área da oncogenética e uma oportunidade ímpar para consolidação de nossa linha de pesquisa, além de proporcionar maior visibilidade para este importante problema. Se esta mutação realmente for tão frequente em nossa população, poderá ser responsável por uma parcela significativa dos casos de câncer na região. Além disso, a definição dos riscos associados a diversos tipos de câncer nos portadores ajudará a delinear qual a melhor estratégia para redução destes riscos", diz a geneticista, pontuando, por fim, que o estudo poderá identificar outros marcadores biológicos que indiquem quais tumores poderão se desenvolver em um indivíduo portador da mutação, e em qual faixa etária.
Doutora pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e com experiência de mais de dez anos em oncogenética, Patricia Ashton-Prolla é professora do Departamento de Genética da UFRGS, médica do Serviço de Genética e chefe do Centro de Pesquisa Experimental do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA). A especialista já publicou mais de 30 artigos originais e é membro ativo das seguintes entidades: Sociedade Brasileira de Genética Médica, na coordenação do departamento científico sobre o aconselhamento genético; Rede Nacional de Câncer Familial (Instituto Nacional do Câncer - INCA) e do grupo de trabalho sobre Li-Fraumeni e síndromes relacionadas da IARC-WHO (International Agency for Research on Cancer).
O Prêmio
Criado recentemente, em 2007, pela GlaxoSmithKline, o GSK Oncology International Ethnic Research Initiative nasceu tendo como base um estudo conduzido pela School of Public Health and Health Sciences da Universidade de Massachusetts que revelou a grande proporção de mulheres jovens, provenientes de populações etnicamente variadas (não caucasianas), que apresentavam tipos de tumores de mama mais agressivos. A partir daí, foi pensado um programa de apoio a pesquisas independentes focadas em melhorar o entendimento epidemiológico e genético do câncer de mama em populações com esse perfil.
domingo, 6 de dezembro de 2009
AGRIÃO X CÂNCER - POR DRA. SYLVANA BRAGA
O agrião em saladas e sucos auxilia no combate ao câncer, além de ajudar em dezenas de outros tratamentos medicinais
Dra. Sylvana Braga*
À capacidade de autopreservação do ser humano em relação ao ambiente externo e às ameaças de micro-organismos hostis a sua constituição fisiológica e física chamamos de imunidade.
Isto abrange o sistema imunológico de nosso corpo constituído pelos vasos linfáticos, baço, timo, e, sobretudo pelas células de defesa como os linfócitos B e T. Já as células NK (do inglês Natural killer), semelhantes aos linfócitos, atuam diretamente contra as células cancerígenas.
Uma das grandes fontes de proteção contra diversos tipos de câncer reside no Agrião - devido à suas propriedades purificadoras para vários órgãos do corpo como estômago, fígado e pulmão. Ao contrário de muitas outras hortaliças, ele permite que toda sua estrutura seja utilizada para tratamentos medicinais, além de reunir outras características terapêuticas como o combate a infecções e a ao excesso de ácido úrico.
Rico em Vitaminas B3 e B6, Betacaroteno, Manganês, Zinco, o Agrião ainda possui inúmeras fibras em sua constituição para o melhor funcionamento do trato intestinal.
*Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Dra. Sylvana Braga*
À capacidade de autopreservação do ser humano em relação ao ambiente externo e às ameaças de micro-organismos hostis a sua constituição fisiológica e física chamamos de imunidade.
Isto abrange o sistema imunológico de nosso corpo constituído pelos vasos linfáticos, baço, timo, e, sobretudo pelas células de defesa como os linfócitos B e T. Já as células NK (do inglês Natural killer), semelhantes aos linfócitos, atuam diretamente contra as células cancerígenas.
Uma das grandes fontes de proteção contra diversos tipos de câncer reside no Agrião - devido à suas propriedades purificadoras para vários órgãos do corpo como estômago, fígado e pulmão. Ao contrário de muitas outras hortaliças, ele permite que toda sua estrutura seja utilizada para tratamentos medicinais, além de reunir outras características terapêuticas como o combate a infecções e a ao excesso de ácido úrico.
Rico em Vitaminas B3 e B6, Betacaroteno, Manganês, Zinco, o Agrião ainda possui inúmeras fibras em sua constituição para o melhor funcionamento do trato intestinal.
*Dra. Sylvana Braga (www.sylvanabraga.com.br) é médica ortomolecular, nutrologista, reumatologista e fisiatra com clínica no Rio de Janeiro e em São Paulo.
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Este texto é baseado no vídeo abaixo Fonte: https://youtu.be/76IXKgCj-1o?si=i6e9JuLTRvHZvu4o
